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Atuamos no combate à fome através do fortalecimento daqueles que colocam comida em nossas mesas: agricultores familiares, quilombolas e assentados. Tecemos redes através do alimento agroecológico, não contemplado nas cestas básicas, como forma de lutar pelo direito à comida sem veneno para todos. Somos uma organização criada e gerida por mulheres e atuamos em parceria com lideranças comunitárias na valorização de saberes populares e da autonomia.
Nascemos no começo da pandemia quando agir se mostrava emergencial. A crise do coronavírus escancarou a temática da fome em nosso país. A redução da atividade econômica e as altas taxas de desemprego colocaram muitas famílias em situação de fome, principalmente nas periferias das grandes cidades. Ao mesmo tempo, as feiras de rua e as merendas escolares foram interrompidas, impactando diversos agricultores que antes vendiam para esses locais e que, de repente, se viram com dificuldade de escoar seus alimentos e tiveram suas rendas afetadas. De um lado, alimentos sendo perdidos; do outro, pessoas que precisavam urgentemente deles. Diante desse contexto, nasceu o Pontes da Terra.
Trabalhamos em rede e atuamos de forma colaborativa em duas frentes: 1) na compra de alimentos de pequenas e pequenos agricultores agroecológicos do Estado de São Paulo e no fortalecimento deste tipo de produção 2) na distribuição gratuita destes alimentos para associações comunitárias na periferia de São Paulo e na realização de oficinas socioeducativas.

Na produção agroecológica, as agricultoras e agricultores utilizam de forma responsável os recursos naturais, sem fazer o uso de agrotóxicos e de maquinários pesados. Os princípios ecológicos e culturais são incorporados nas práticas agrícolas e permitem a diversidade de alimentos, sua qualidade nutritiva, o uso consciente da água, o respeito aos ciclos naturais e o desenvolvimento socioeconômico de quem produz. Há um impacto direto e positivo na saúde humana e no meio ambiente, em que tanto os trabalhadores rurais, os consumidores finais e o ecossistema são respeitados no seu direito à existência. Agroecologia é vida!
Sem comida, não há vida. São Paulo é o estado com o maior número bruto de pessoas em situação de fome no país e a população de baixa renda não tem acesso a alimentos de qualidade, ficando sujeita ao consumo de alimentos industrializados, que são mais baratos e causam grandes danos à saúde. Atuamos em conjunto com as associações comunitárias na distribuição gratuita dos alimentos agroecológicos e na promoção da saúde e bem estar. Além disso, realizamos oficinas socioambientais que tem como princípio resgatar a memória que vem do prato, trazendo a importância de saber o que comemos, de onde vem esses alimentos e seus impactos na saúde e no meio ambiente.

- Acréscimo da renda de pequenas e pequenos agricultores agroecológicos;
- Aumento da produção de alimentos agroecológicos;
- Diversificação da dieta das famílias que recebem os alimentos;
- Promoção da saúde e bem estar de todos os beneficiários;
- Promoção do conhecimento e do debate sobre agroecologia e o direito à uma alimentação saudável

Para essa campanha teremos o apoio do fundo Todo Cuidado Conta e, para cada valor investido no Pontes da Terra, o fundo Todo Cuidado Conta dobra a colaboração! Isso mesmo, multiplica o impacto coletivo! Vale lembrar que o Fundo Todo Cuidado Conta é colaborativo na sua essência, pois é formado pelo troco que os clientes das farmácias Droga Raia e Drogasil optam por doar, no ato da compra e pelo aporte direto da RD.
Vale lembrar que o Fundo Todo Cuidado Conta é colaborativo na sua essência, pois é formado pelo troco que os clientes das farmácias Droga Raia e Drogasil optam por doar, no ato da compra e pelo aporte direto da RD.

Agora precisamos de você para continuarmos!
Nossa primeira meta é de R$20 mil e iremos comprar e distribuir 2.8 toneladas de alimentos agroecológicos + realizar 3 oficinas socioambientais em conjunto com as associações comunitárias. A primeira meta é tudo ou nada: ou conseguimos o valor total ou o dinheiro volta para os apoiadores. Após atingirmos essa meta, todo o valor fica para o projeto.
A segunda meta é R$50 mil e iremos comprar e distribuir 6.8 toneladas de alimentos agroecológicos + realizar 6 oficinas socioambientais em conjunto com as associações comunitárias. O fundo dobrará as colaborações até aqui. Após isso, acreditamos na força da nossa rede para chegarmos na terceira meta!
A terceira meta é de R$100 mil e fortalecerá os primeiros meses do Pontes da Terra como instituto. Iremos comprar e distribuir 12.5 toneladas de alimentos agroecológicos + realizar 12 oficinas socioambientais em conjunto com as associações comunitárias + construir uma horta comunitária na periferia de São Paulo + produzir um vídeo institucional.
* As oficinas serão realizadas respeitando os protocolos de segurança contra a Covid-19.






Ana Adsuara, Bruna Thomé, Elisa Carvalho, Elisa Pires, Gabriela Thomazinho, Giulia Parnes, Laís Nara, Mariana Melo Cortese e Vitória Vivian de Barros.
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Matéria na revista Valor Compartilhado
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About Us
We are a social organization created and managed entirely by women. Our organization’s work promotes economic development in rural areas, improves food security without relying on toxic agricultural processes, and advances socio-environmental education by building bridges between smallholders and impoverished communities living in outer São Paulo.
Our Story
We started our urgent work at the beginning of the COVID-19 pandemic. The sharp decline in economic activity and soaring unemployment rates drove many families to hunger, especially in the outskirts of large cities. The pandemic interrupted street fairs and school lunches, which heavily impacted associated farmers who suddenly found it extremely difficult to sell their harvests, severely affecting their livelihood. On the one hand, high-quality food was going to waste; on the other, the harsh financial conditions left many people starving. In response to this combined food waste and food insecurity emergency, Pontes Da Terra was born.
What do we do?
We weave collaborative networks on two fronts:
1. We buy organic/agroecological food from smallholders and support this type of production.
2. We distribute these foods free of charge to various community associations in outer São Paulo and facilitate workshops.
How does it work?
Front 1: Why agroecological farming?
In agroecological production, smallholders use natural resources responsibly, without using pesticides and heavy machinery. Ecological and cultural principles are incorporated into their agricultural practices allowing for more diverse and nutrient-dense organic foods, conscientious use of water, respect for natural cycles, and the socio-economic development of those involved in producing the food. This has a direct and positive impact on everyone’s health and environment while respecting rural workers, consumers, and our ecosystem’s right to exist and thrive together. Agroecology is life!
Front 2: Why focus on community associations in greater São Paulo?
Without food, there is no life. São Paulo is the state with the highest rates of food insecurity in the country. Additionally, the state’s low-income population has no access to quality foods and is left to consume industrially processed food products, which are cheaper but impact their health negatively. We work together with community associations to distribute agroecological foods and promote the community’s health and wellbeing. We also facilitate educational workshops that deepen the connection between the countryside and the city. We build this bridge by highlighting the importance of knowing what we eat, where our food comes from, and its impacts on our health and the environment.
What impact do we have?
1. Better income for small agroecological rural farmers.
2. Elevated production of agroecological foods and less food waste.
3. Increased access to diverse and high quality foods for low-income families.
4. Promotion of the health and well-being of all beneficiaries.
What have we accomplished so far?
- Purchased $25,863 USD worth of agroecological food.
- Received $17,103 USD in funding granted by Brazil’s Public Ministry of Labor for our work combating the COVID-19 pandemic hunger crisis.
- Donated more than 35 tons of agroecological food (fruits, vegetables, and greens) and over 20,000 meals to the more than 15,000 people who have benefited from our work.
- Assisted and created bridges between 31 Community Associations, 28 social organizations, and 65 smallholders.
How does the campaign work?
For this campaign we will have the support of “Todo Cuidado Conta” fund! So for every amount donated for the campaign, the “Todo Cuidado Conta” fund doubles the final value!
What do we need?
We need your support!
Our first target is R$20,000 (equivalent to $3,750USD), allowing us to buy and distribute 2.8 tons of agroecological food during the next six months and hold tree workshops* in collaboration with community associations.
Reaching our first goal is crucial because it’s all or nothing.
If we don’t raise the full amount, all funding goes back to the donors. If we reach our goal, the total value of the donations goes to the project.
Our second goal is R$50,000 (equal to $9,373USD), which would allow us to make an even more significant impact! We would use these funds to buy and distribute 6.8 tons of agroecological food, hold 6 workshops* along with community associations. The fund will double the collaborations so far!
Our third and final goal is R$100,000 (equal to $18,747USD), which would allow us to make an even more brilliant impact and finance the first months of Pontes da Terra Institute!! We would use these funds to buy and distribute 12.5 tons of agroecological food, hold 12 workshops* along with community associations, build a community garden in a favela (brazilian ghetto) and produce an institutional video.
*All workshops will be held in compliance with the latest health/sanitary measures and protocols.
Food is a basic human right. We strive to make agroecology and sustainable production systems the norm rather than the exception. We work hard to fight hunger and make sure agroecological foods reach food deserts and become more accessible to impoverished communities. From farm to plate, we connect the city and the countryside, promoting development across the six areas of sustainability: economic, social, ecological, political, cultural, and ethical.
Join us in our mission!
