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[MT] Apoio aos povos do Xingu

Apoie os indígenas contribuindo com a distribuição de medicamentos, produtos de higiene e mantimentos ao Parque Indígena do Xingu.

Projeto por: INSTITUTO DE ARTE INDIGENA BRASILEIRA XEPI
R$ 39.070,00
arrecadado
meta R$ 30.000,00

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Os povos indígenas são especialmente vulneráveis à Covid-19, com quadros de imunidade mais baixa, modos de vida tradicionais mais coletivos, que dificultam a necessidade de isolamento de eventuais infectados, e com pouco acesso a serviços de saúde e hospitais. A quarentena dos povos do Xingu, com o fechamento de suas fronteiras, ainda que consiga frear a entrada do Coronavírus nas aldeias, já está gerando uma série consequências e escassezes, dado que muitos habitantes do território dependem de relações comerciais com os centros urbanos para a obtenção de recursos.

A campanha pretende entregar medicamentos e produtos de higiene aos diversos povos do território xinguano, visando evitar a disseminação de doenças e diminuir as necessidades de idas à cidade. Também serão distribuídos alimentos não perecíveis às aldeias que estão passando por um período de escassez.

Todas as medidas de higiene e prevenção serão tomadas durante a distribuição, seguindo as diretrizes especificadas pela Fiocruz e a APIB (Associação dos Povos Indígenas do Brasil), e o protocolo de segurança para aquisição de materiais feito para o Parque Indígena do Xingu, estabelecido pela Secretaria Especial de Saúde Indígena, a ATIX (Associação Terra Indígena do Xingu) e a FUNAI (Fundação Nacional do Índio).

O Instituto de Arte Indígena Brasileira Xepi é formado por indígenas da etnia Mehinaku e tem como missão promover a cultura indígena e defender a conservação de seu patrimônio histórico, artístico e ambiental. Foi fundado em 2019, a partir de uma assembleia realizada na Aldeia Kaupüna, no Parque Indígena do Xingu – MS.

O Parque Indígena do Xingu foi a primeira terra indígena homologada pelo governo federal, em 1961. Ele está localizado na região nordeste do Estado do Mato Grosso, na porção sul da Amazônia brasileira. O território, que abriga 16 etnias e tem mais de 6 mil habitantes, foi idealizado pelos irmãos Villas Bôas.

Match-funding é como uma vaquinha turbinada: uma nova modalidade de fomento, que mistura o financiamento coletivo (ou crowd-funding) com aporte de parceiros, que multiplicam a arrecadação. Para cada R$ 1 arrecadado pelos projetos selecionados por intermédio da plataforma da Benfeitoria, o Fundo Colaborativo Enfrente contribui com mais R$ 2, até que o valor de R$30.000 seja alcançado.

O Fundo Colaborativo Enfrente, composto pela Fundação Tide Setubal e demais parceiros (vide aba “Parceiros” em benfeitoria.com/enfrente) poderá aportar o total de mais R$ 4.000.000,00 (quatro milhões de reais) para triplicar a arrecadação de campanhas de financiamento coletivo de iniciativas que enfrentem os efeitos do Coronavírus nas periferias urbanas brasileiras. Por se tratar de um Fundo Colaborativo e aberto a novos parceiros, o montante destinado a triplicação dos projetos pode ainda aumentar, possibilitando um número maior de iniciativas contempladas.

INSTITUTO DE ARTE INDIGENA BRASILEIRA XEPI ainda não publicou nenhuma notícia.

Os povos indígenas são especialmente vulneráveis à Covid-19, com quadros de imunidade mais baixa, modos de vida tradicionais mais coletivos, que dificultam a necessidade de isolamento de eventuais infectados, e com pouco acesso a serviços de saúde e hospitais. A quarentena dos povos do Xingu, com o fechamento de suas fronteiras, ainda que consiga frear a entrada do Coronavírus nas aldeias, já está gerando uma série consequências e escassezes, dado que muitos habitantes do território dependem de relações comerciais com os centros urbanos para a obtenção de recursos.

A campanha pretende entregar medicamentos e produtos de higiene aos diversos povos do território xinguano, visando evitar a disseminação de doenças e diminuir as necessidades de idas à cidade. Também serão distribuídos alimentos não perecíveis às aldeias que estão passando por um período de escassez.

Todas as medidas de higiene e prevenção serão tomadas durante a distribuição, seguindo as diretrizes especificadas pela Fiocruz e a APIB (Associação dos Povos Indígenas do Brasil), e o protocolo de segurança para aquisição de materiais feito para o Parque Indígena do Xingu, estabelecido pela Secretaria Especial de Saúde Indígena, a ATIX (Associação Terra Indígena do Xingu) e a FUNAI (Fundação Nacional do Índio).

O Instituto de Arte Indígena Brasileira Xepi é formado por indígenas da etnia Mehinaku e tem como missão promover a cultura indígena e defender a conservação de seu patrimônio histórico, artístico e ambiental. Foi fundado em 2019, a partir de uma assembleia realizada na Aldeia Kaupüna, no Parque Indígena do Xingu – MS.

O Parque Indígena do Xingu foi a primeira terra indígena homologada pelo governo federal, em 1961. Ele está localizado na região nordeste do Estado do Mato Grosso, na porção sul da Amazônia brasileira. O território, que abriga 16 etnias e tem mais de 6 mil habitantes, foi idealizado pelos irmãos Villas Bôas.

Match-funding é como uma vaquinha turbinada: uma nova modalidade de fomento, que mistura o financiamento coletivo (ou crowd-funding) com aporte de parceiros, que multiplicam a arrecadação. Para cada R$ 1 arrecadado pelos projetos selecionados por intermédio da plataforma da Benfeitoria, o Fundo Colaborativo Enfrente contribui com mais R$ 2, até que o valor de R$30.000 seja alcançado.

O Fundo Colaborativo Enfrente, composto pela Fundação Tide Setubal e demais parceiros (vide aba “Parceiros” em benfeitoria.com/enfrente) poderá aportar o total de mais R$ 4.000.000,00 (quatro milhões de reais) para triplicar a arrecadação de campanhas de financiamento coletivo de iniciativas que enfrentem os efeitos do Coronavírus nas periferias urbanas brasileiras. Por se tratar de um Fundo Colaborativo e aberto a novos parceiros, o montante destinado a triplicação dos projetos pode ainda aumentar, possibilitando um número maior de iniciativas contempladas.

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