Conheça a campanha
Há seis anos, comunidades ribeirinhas e indígenas da Amazônia paraense se organizaram para a criação da Turiarte - Cooperativa de Turismo e Artesanato da Floresta (siga @turiarte_amazonia no instagram e acompanhe de perto nossas atividades).
O tradicional artesanato de trançado de palha e visitas de turismo de base comunitária são o coração desse lindo trabalho que envolve 121 associados em 12 comunidades que vivem às margens dos rios Tapajós e Arapiuns.
Por meio do empreendedorismo social, nossa associação possibilita que guardiões sigam na missão de preservação da floresta em pé e dos saberes tradicionais.
Sustentabilidade financeira
Nossa estrutura enxuta, de três a quatro pessoas vivendo na cidade com acesso a internet, bancos e correios para apoiar o trabalho nas comunidades, é mantida com a renda gerada pelos nossos projetos de turismo e artesanato e com o apoio do Projeto Saúde e Alegria, que disponibiliza uma sala com wi-fi para escritório e um espaço para showroom e estoque.
Nosso sonho de ter uma sede própria teve que ser adiado por conta da pandemia. Pouco tempo após a inauguração, fechamos as portas da recém criada loja e agência de viagens em Alter do Chão em 2020.
Agora nos deparamos com mais um desafio: a impossibilidade financeira de manter a nossa diretoria na cidade para dar andamento a importantes projetos para os quais já temos recursos. Somente com a presença diária as nossas guerreiras na cidade poderemos realizar:
- uma rodada de viagens com assembleias nas 12 comunidades para estruturar a reabertura para o turismo e melhoria dos processos para o artesanato;
- um trabalho de organização da comunicação com novo site e novas peças gráficas;
- manutençao do atendimento ao cliente;
Por que precisamos de você

Esse financiamento recorrente busca recursos para manter condições mínimas de trabalho para a diretoria da Turiarte até a recuperação da saúde econômica da associação: com R$5.000 mensais poderemos oferecer ajuda de custo, transporte, alimentação e moradia para três pessoas.
Se passarmos por essa fase difícil, temos certeza de que poderemos nos reerguer e seguir fortalecendo nossa floresta e nossa cultura.
