"A selva que nos escapa": um pedaço de Mata Atlântica no coração de São Paulo
São Paulo, SP

"A selva que nos escapa": um pedaço de Mata Atlântica no coração de São Paulo

No penúltimo andar do mais alto arranha-céu de São Paulo, uma selva-laboratório prefigura o Éden do amanhã. Um experimento cuja conclusão não está escr

Campanha Financiada com Sucesso!

Finalizada em 30/05/2021

R$ 13.260

arrecadados da meta de R$ 22.222

60%

da meta 3

76

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Finalizada

Projeto Meta Tudo ou Nada

Campanha Financiada com Sucesso!

Finalizada em 30/05/2021

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O que aconteceria se a natureza tomasse conta de um antigo escritório, no centro de São Paulo?

Por um ano, o “andar43” se deixa transbordar pela vegetação. Uma experiência lúdica, sensível, imprevisível.

Banho de floresta

O edifício Mirante do Vale está no epicentro da cidade de São Paulo, na beira de um rio hoje invisível: o Anhangabaú. Antes dos arranha-céus, antes do motor a diesel, se estendia aqui uma floresta. A Mata Atlântica é o ecossistema que mais sofreu desde a colonização do Brasil: 93% de sua área original foi desmatada. Hoje, é o segundo ecossistema mais ameaçado de extinção no planeta. Nossa proposta inicial é trazer de volta um pedaço da Mata Atlântica ao Vale do Anhangabaú, bem no coração de São Paulo. Será que uma selva pode se desenvolver numa caixa de concreto? Bem no penúltimo andar do prédio mais alto da cidade?

Imaginem: Flores delicadas, hastes onduladas, folhas respirando… todas voltadas para a luz, olhando em direção às janelas. Parecem contemplar a cinza selva paulistana. Que contraponto. Um afago em tempos de quarentena. Esperamos que vocês se encantem com a descoberta desta bolha de natureza. E quem sabe, ir além. O encantamento cria disposição mental, abre brechas, enquanto a natureza propicia a contemplação. O que pode surgir desse mergulho no verde?

Com o tempo a selva-laboratório vai evoluir. Algumas plantas vão crescer, outras vão germinar, enquanto algumas, provavelmente, vão apodrecer. A instalação em si vai se transformando. Pouco a pouco começarão a brotar possibilidades, novas perspectivas se apresentarão, assim como dúvidas e obstáculos. O experimento vai durar cerca de um ano, e as temporadas vão inspirar seus capítulos. Convidamos vocês a entrar, andar adiante e trilhar conosco algumas alegorias.

Capítulo 1. Um outono na Mata

Se trata primeiro de plantar e observar os vegetais mais de perto. Acreditamos que conhecer, respeitar, preservar, são processos interligados. O que as florestas têm para nos ensinar? 

Workshops, conferências, materiais audiovisuais, o andar43 vai oferecer uma tribuna para educadores e pesquisadores, procurando divulgar conhecimentos acerca da Mata Atlântica. 

Nosso intuito é identificar elementos do mundo biológico que ressoem com temáticas sociais, filosóficas. Questionar por exemplo a velha ideia de que a “lei da selva” é mera violência e competição, enquanto pesquisas científicas apontam que a cooperação e simbiose aparecem cada vez mais como elementos chaves no funcionamento do mundo biológico.  

Criar pontes entre disciplinas, estimular o ecossistema científico e relacioná-los com saberes "práticos" promete renovar a curiosidade do público. Claro que vamos abordar o sexo das plantas. 

Sobretudo, vamos fazer com que o conhecimento não fique na teoria. Cozinhar os PANC’s (Plantas Alimentícias Não Convencionais) da Mata Atlântica, aprender sobre ervas medicinais, se iniciar na permacultura, passar a noite acampando por lá…  experimentamos e exploramos, mãos na massa, pés na terra.  

O que seria um jardim que ressona com o mundo de hoje? 

Esta campanha tem várias metas, que podem ser conectadas aos diferentes capítulos da intervenção. Depois deste outono na Mata se anuncia inverno cheio de dúvidas, uma primavera híbrida, e um verão frutífero. 

 

Esta semente de projeto se desenvolverá graças às suas contribuições financeiras. A campanha tem várias metas, as primeiras servem para viabilizar o projeto, arcando os custos básicos para conseguir receber vocês em boas condições.

As seguintes ajudarão a escrever os capitulos seguintes da intervenção, desenvolver atividades com pesquisadores e conhecedores da Mata, e convidar outros artistas a criar intervenções no espaço.

As últimas metas tem como objetivo permitir que a “selva” se estenda através do prédio, densifica-la, doar mudas de várias espécies e contaminar a vizinhança de um jeito bom.

Contribuições não financeiras são também muito bem vindas. Você é pesquisador, artista, você tem conhecimentos empíricos de convivência com a natureza… aguardamos suas propostas e reservamos um orçamento para você desenvolver suas ideias.

Se você acha que pode contribuir de algum outra maneira no florescimento do projeto, por favor escrevam no Instagram do Andar43! https://www.instagram.com/andar43.sp/

O dossiê de apresentação fica nolink aqui.

O que é o Andar43?

 

Um antigo escritório que procura dialogar com a cidade e com nossos tempos. É também a MEI de Charly Andral, artista e produtor cultural que cresceu no mato, na França.

O espaço se vira sem patrocínios e dinheiro público, mas com muita ajuda de amigos e apoiadores. Itamara, namorada, os vizinhos Felipe e Rodrigo, os editores Alfredo, Denise e Natalia. 

Esta instalação foi plantada junto com o Reinaldo Apablaza, designer e permacultor chileno. As ilustrações são do Luc Sanciaume (@parks.sparks).

Alguem mais quier se meter?

O Instagram do Andar43 :

https://www.instagram.com/andar43.sp/

 

(foto @vincent_catala )

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Modalidade

Projeto, Meta Tudo ou Nada

A primeira meta de arrecadação precisa ser atingida para o projeto acontecer. Caso contrário, os apoiadores recebem o dinheiro de volta.

  • Recursos só são repassados se a meta mínima for atingida.
  • Taxa aplicada apenas sobre o valor arrecadado.
  • Apoiadores recebem recompensas quando a campanha é bem-sucedida.