Conheça a campanha
mulheresdogau.sp@gmail.com

Além do apoio às Mulheres do GAU, que, pelo fato de a maior parte das integrantes estarem no grupo de risco por motivo de doenças crônicas ou idade, estão com as atividades bastante reduzidas neste momento, de pandemia do Coronavírus.
Serão distribuídas cestas para 50 famílias da comunidade por dois meses. A cestas serão compostas por alimentos, kit de produtos de limpeza e vale gás adquiridos no comércio local, alimentos colhidos no próprio viveiro e máscaras confeccionadas por costureiras do bairro. Conforme o valor arrecadado e necessidade de cada família, fraldas e remédios poderão ser custeados também.

O Viveiro-Escola existe desde 2009, e surgiu durante o processo de urbanização do bairro, a partir da identificação da potencialidade local para as questões ambientais associada à necessidade de recuperação ambiental da área, revegetando os espaços degradados e transformando a paisagem urbana num ambiente menos árido. O espaço também foi criado com o objetivo de contribuir para o fortalecimento da organização sócio-comunitária e para o desenvolvimento local.
Alimentação saudável e orgânica, da horta para a mesa
O Viveiro-Escola sedia a atuação das Mulheres do GAU - Agricultura e Culinária Orgânica, desenvolvendo a manutenção do Viveiro a partir de referências da permacultura, através do plantio, cultivo, colheita, manejo agroflorestal e atividades de formação e sensibilização ambiental. Além disso, as Mulheres do GAU também desenvolvem produtos alimentícios com base na culinária orgânica, que utiliza ingredientes colhidos no próprio viveiro, servindo cafés e almoços em diversos eventos e atividades comunitárias. Praticando a economia solidária, Tirando desse mesmo espaço o sustento das suas famílias.
Além do apoio às Mulheres do GAU, que, pelo fato de a maior parte das integrantes estarem no grupo de risco por motivo de doenças crônicas ou idade, estão com as atividades bastante reduzidas neste momento, de pandemia do Coronavírus.

A partir de 1988 as áreas localizadas ao longo da várzea do rio Tietê começaram a ser ocupadas e dali surgiram algumas vilas: Jardim Pantanal, Cotovelo do Pantanal, Jardim Romano, Chácara Três Meninas, Jardim Novo Horizonte, União de Vila Nova, Jardim Lapeña e Vila Nair - constituindo a região denominada Pantanal, localizada na Zona leste do município de São Paulo. Após fevereiro de 1995, quando fortes chuvas de verão causaram situações críticas de enchentes na região metropolitana de São Paulo, o bairro foi objeto de um projeto de urbanização com o objetivo principal promover a requalificação urbana e socioambiental.
Sabemos que esta pandemia nos atinge de forma desigual e que são diversas as questões que aumentam a vulnerabilidade nos bairros periféricos em consequência das desigualdades vividas no cotidiano. Este projeto, somado a outras ações promovidas por outros atores no território, tem o objetivo de contribuir para diminuir os impactos da crise na vida de famílias que estão enfrentando sérias carências.

Match-funding é como uma vaquinha turbinada: uma nova modalidade de fomento, que mistura o financiamento coletivo (ou crowd-funding) com aporte de parceiros, que multiplicam a arrecadação. Para cada R$ 1 arrecadado pelos projetos selecionados por intermédio da plataforma da Benfeitoria, o Fundo Colaborativo Enfrente contribui com mais R$ 2, até que o valor de R$30.000 seja alcançado.


O Fundo Colaborativo Enfrente, composto pela Fundação Tide Setubal e demais parceiros (vide aba “Parceiros” em benfeitoria.com/enfrente) poderá aportar o total de mais R$ 4.000.000,00 (quatro milhões de reais) para triplicar a arrecadação de campanhas de financiamento coletivo de iniciativas que enfrentem os efeitos do Coronavírus nas periferias urbanas brasileiras. Por se tratar de um Fundo Colaborativo e aberto a novos parceiros, o montante destinado a triplicação dos projetos pode ainda aumentar, possibilitando um número maior de iniciativas contempladas.
