Conheça a campanha

A pandemia do novo Coronavírus chegou no Brasil e você deve estar se cuidando muito bem (pelo menos é o que a gente espera por aqui), mas e as moradoras e os moradores das periferias da Grande São Paulo? Será que eles têm os mesmos acessos aos direitos que o restante da cidade?
É essa cobertura que a Agência Mural de Jornalismo das Periferias está fazendo.
Nossa rede de colaboradores com quase 80 muralistas, correspondentes locais espalhados pelas periferias da região metropolitana de São Paulo, estão acompanhando, minuto a minuto, todos os acontecimentos relacionados ao Covid-19 nos bairros e nas regiões mais vulneráveis das cidades.
Todos os fatos, histórias e relatos estão sendo contados em nosso site, (agenciamural.org.br/coronavirus), que há mais de 40 dias está exclusivamente cobrindo a pandemia nas quebradas, e também no podcast diário “Em Quarentena” (agenciamural.org.br/em-quarentena/), distribuído gratuitamente por uma lista no Whatsapp e também pelas plataformas digitais.
E este fundo para o qual você está contribuindo é para continuar remunerando esses profissionais, que não apenas estão cobrindo os impactos desiguais desta crise sanitária e socioeconômica, mas estão vivendo-os no cotidiano.

A Agência Mural de Jornalismo das Periferias é uma organização sem fins lucrativos que nasceu como um blog em 2010. Temos uma rede de quase 80 correspondentes locais (jornalistas, designers, videomakers, etc) e nossa missão é minimizar as lacunas de informação e contribuir para a desconstrução de estereótipos sobre as periferias da Grande São Paulo.
Hoje, o nosso site já conta com mais de 100 mil pageviews mensais e nossa audiência cresceu 250% em abril comparado com mesmo mês do ano passado.
Precisamos de apoio para levar mais informações e evidenciar ainda mais que a letalidade da Covid-19 em periferias de SP é cinco vezes maior que a média do Brasil; revelar que o medo, a insegurança e a ansiedade são rotineirosaos agentes de saúde; e que não é todo dia a as pessoas tem R$ 1 para comer no Bom Prato.
Além disso também estamos na articulação nacional #CoronaNasPeriferias, uma iniciativa que busca facilitar a chegada de informações sobre a doença em bairros das periferias do Brasil inteiro.
A nossa cobertura sobre o Coronavírus nas periferiastem sido apresentada em alguns veículos nacionais e internacionais, como por exemplo: LaCroix (França); Europe 1 (França);Folha de S. Paulo; Observatório da Imprensa; Café da Manhã (Spotify); Catraca Livre; Comunique-se; MSN; Yahoo; Hypeness; Abraji, entre outros.

Nesta pandemia, nossos jornalistas espalhados pelas periferias estão trabalhando todos os dias para:
(1) tentar reduzir o impacto da crise na vida real das pessoas, tanto em termos de saúde/segurança sanitária como socioeconômicos;
(2) aproximar-se do público para construir laços de confiança e, assim, capacitá-lo com a educação midiática, contra o consumo de notícias falsas;
(3) ajustar o conteúdo jornalístico produzido para atingir cada vez mais pessoas nas periferias, tornando-o um instrumento útil para a tomada de decisões e para a manutenção da democracia.
Nossos correspondentes estão espalhados por 32 dos distritos (com 5.213.343 habitantes) mais vulneráveis de São Paulo e cobrem as periferias de 15 cidades da Região Metropolitana (com 6.213.550 de habitantes).

Match-funding é como uma vaquinha turbinada: uma nova modalidade de fomento, que mistura o financiamento coletivo (ou crowd-funding) com aporte de parceiros, que multiplicam a arrecadação. Para cada R$ 1 arrecadado pelos projetos selecionados por intermédio da plataforma da Benfeitoria, o Fundo Colaborativo Enfrente contribui com mais R$ 2, até que o valor de R$30.000 seja alcançado.


O Fundo Colaborativo Enfrente, composto pela Fundação Tide Setubal e demais parceiros (vide aba “Parceiros” em benfeitoria.com/enfrente) poderá aportar o total de mais R$ 4.000.000,00 (quatro milhões de reais) para triplicar a arrecadação de campanhas de financiamento coletivo de iniciativas que enfrentem os efeitos do Coronavírus nas periferias urbanas brasileiras. Por se tratar de um Fundo Colaborativo e aberto a novos parceiros, o montante destinado a triplicação dos projetos pode ainda aumentar, possibilitando um número maior de iniciativas contempladas.
