Conheça a campanha
Oiê! Puxe sua cadeira, pegue seu café e vamos ter dois dedinhos de prosa? Deixa eu te contar um pouco sobre o projeto de publicação do meu primeiro livro?
Ele é fruto da minha pesquisa de mestrado, realizada entre 2012-2014. Você pode estar pensando que já se passou um bom tempo entre a defesa e a publicação, né? Sim, passou. É que nesse intervalo, coloquei nesse mundão duas meninas lindas. E aí, criar é um trabalho que demanda tempo e muita dedicação.
Enfim, eis que estou às voltas com os originais prontinhos para entregar à editora que vai custear parte do projeto. A outra parte... Bem, conto com você para me ajudar.
Resumidamente, o livro conta a História de mães que ao se tornarem libertas pela lei de 13 de maio de 1888 viram os vínculos com seus filhos ameaçados. Isso porque seus ex-senhores foram aos juízos de órfãos e requereram a tutela (uma espécie de guarda, ok?) das crianças e jovens. A tutela era um mecanismo jurídico previsto na legislação da época, então, o procedimento era absolutamente legal. Mas, era imoral, do início ao fim. Na prática significou uma ameaça aos laços familiares das ex-escravizadas e colocava esses menores sob o poder legal de homens que até pouco tempo escravizavam as mães.
Para você ter uma ideia, dez dias após a abolição, José do Patrocínio publicou no jornal Cidade do Rio uma denúncia a respeito das obstruções à liberdade enfrentadas por libertas e seus filhos. Segundo o jornalista, ex-senhores criavam toda sorte de empecilhos para devolver às mães os seus filhos, servindo-se dos processos tutelares. Foi um momento muito grave da História do nosso país. Acredito fortemente que mais e mais pessoas precisam conhecê-lo e é aí que entre a importância de colocar a publicação na rua e nas mãos do maior número de pessoas possível.
E aí, vem comigo nessa?
Separei uns mimos para quem chegar junto. Tem agradecimento nas minhas redes sociais, roda de conversa on-line sobre o livro, e-books e livros autografados com dedicatória.
Posso contar com você? Vale doação e vale também espalhar nos grupos de zap zap.
Beijo agradecido!
Eu sou a Patricia Urruzola, historiadora, contadora de causos maternos e escritora desde que me entendo por gente. Tenho uma filha que é a cara do pai e outra que é a minha cara, graças a deusa. E sou casada com um cara muito gente boa.



