Conheça a campanha

Segundo a pesquisa Panorama UX 2020 feita pela Zoly, 15% das pessoas são pardas e 5% são negras na área de user experience (experiência do usuário). Isso mostra como apesar de sermos mais 50% da população brasileira, poucas pessoas negras conseguem uma boa capacitação, vagas e frequentam espaços que promovem eventos da área. A UX para Minas Pretas tem a proposta de promover a equidade em UX, sobretudo abrindo portas para que mulheres negras estejam dentro de grandes empresas, sejam capacitadas e sejam talentos antes não vistos pelos contratantes.
A chegada da COVID-19 fez com que muitas meninas da nossa comunidade perdessem a motivação, empresas reduzissem as contratações de UXs Jr., outras demitissem e baixassem salários, além da diminuição d as parcerias com a UXMP. O impacto disso é que atualmente temos poucos produtos e serviços democráticos, criados por equipes mais diversas e para o máximo de pessoas possíveis, ou seja, eles não são criados a partir de outros olhares.
Por isso, pedimos sua ajuda para arcar e construir o melhor cenário durante a pandemia e posteriormente, principalmente focando no auxílio para mulheres periféricas. Com o valor arrecadado, você ajudará na: realização de eventos online, contratação de ferramentas digitais, bolsas de estudo, materiais para estudo, ajuda de custo para equipe, compra de equipamentos para eventos presenciais, pagamento e manutenção jurídica financeira da iniciativa, entre outros custos.

A UX para Minas Pretas é uma iniciativa de São Paulo por e para mulheres negras com foco em UX. Promovemos a equidade de mulheres negras no mercado de tecnologia com foco em UX, por meio de ações de formação, empoderamento, compartilhamento de conhecimento e articulação em rede.
Existe uma lacuna entre as mulheres negras e empresas de tecnologia, um dos meios de minimizar esses danos é criando ações afirmativas, para que mulheres negras alcancem essas oportunidades. Nosso objetivo é cada vez mais expandir a iniciativa para outros estados e atingir o máximo de meninas.

Antes mesmo da COVID-19, mulheres negras da UX para Minas Pretas de diferentes lugares de São Paulo e outros estados, em sua maioria de origem periférica, vêm tentando ascender na sociedade e galgar oportunidades através de capacitações. Elas buscam a transição de carreira para o mercado de tecnologia. A chegada da COVID-19 fez com que muitas meninas da nossa comunidade perdessem a motivação, empresas reduzissem as contratações de UXs Jr., outras demitissem e baixassem salários, além da diminuição d as parcerias com a UXMP. O impacto disso é que atualmente temos poucos produtos e serviços democráticos, criados por equipes mais diversas e para o máximo de pessoas possíveis, ou seja, eles não são criados a partir de outros olhares.
Desde de 2018 atingimos diversas mulheres das periferias: Jardim São Luís - Zona Sul (SP), Jd Santa Tereza (SP), Embú das Artes (SP), Jd Novo Flamboyant (Campinas/SP), Guarapiranga - Zona Sul (SP), Jaraguá - Zona Oeste (SP), Gênesis (SP), Campinas/SP, Vila Inglesa - Zona Sul (SP, Vila Monte Belo - Itaquaquecetuba/SP), Jardim Boa Vista - Zona Oeste, entre outras. Apesar do incentivo de algumas empresas, através do espaço para realização de eventos e direcionamento de vagas, nossos desafios ainda são maiores e envolvem tratativas além da capacitação técnica, como auxílio emocional e de custo para que muitas delas cheguem até nós presencialmente ou possam realizar cursos de forma remota.

Match-funding é como uma vaquinha turbinada: uma nova modalidade de fomento, que mistura o financiamento coletivo (ou crowd-funding) com aporte de parceiros, que multiplicam a arrecadação. Para cada R$ 1 arrecadado pelos projetos selecionados por intermédio da plataforma da Benfeitoria, o Fundo Colaborativo Enfrente contribui com mais R$ 2, até que o valor de R$30.000 seja alcançado.


O Fundo Colaborativo Enfrente, composto pela Fundação Tide Setubal e demais parceiros (vide aba “Parceiros” em benfeitoria.com/enfrente) poderá aportar o total de mais R$ 4.000.000,00 (quatro milhões de reais) para triplicar a arrecadação de campanhas de financiamento coletivo de iniciativas que enfrentem os efeitos do Coronavírus nas periferias urbanas brasileiras. Por se tratar de um Fundo Colaborativo e aberto a novos parceiros, o montante destinado a triplicação dos projetos pode ainda aumentar, possibilitando um número maior de iniciativas contempladas.
