Livro À Revelia, de Vitória Vaz de Ungaro
Curitiba, PR

Livro À Revelia, de Vitória Vaz de Ungaro

Edição e publicação do livro À Revelia, de Vitória Vaz de Ungaro | Toma Aí Um Poema

Campanha Financiada com Sucesso!

Finalizada em 03/11/2024

R$ 2.610

arrecadados da meta de R$ 3.100

84%

da meta 5

23

Benfeitores

—

Finalizada

Projeto Meta Tudo ou Nada

Campanha Financiada com Sucesso!

Finalizada em 03/11/2024

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O Livro

Crescer, tornar-se algo diferente do que era Antes e entender o que quer dizer todo o fuzuê com Ser.

Essa pequena obra, escrita entre os anos de 2021 e 2024 procura ser um retrato honesto do processo de amadurecimento de mais uma jovem paulista de vinte e poucos anos.

Entre o luto pela Morte do pai, o fim da pandemia de COVID-19 que assolou o mundo e um primeiro Amor avassalador, esse livro tem de diferente a subjetividade e uma sensibilidade que não procura ser a mais inteligente ou a mais cult, mas traduzir esse processo.

“Crescer dói”

Me disseram. E de fato, dói, mas são nesses pequenos fragmentos de liberdade literária que a gente se encontra de frente aos medos atávicos e os enfrenta. É só isso. Sem pretensão nenhuma.

A Autora

Vitória Vaz de Ungaro, nascida em 2001, em São Paulo,capital e, atualmente, estudante de História na USP, achou que a parte mais fácil começava depois dos dezoito anos, não foi nada disso.

Aos 20, perdida depois da pandemia de COVID-19 e da morte do pai, voltou para suas velhas amigas de infância: as palavras e reuniu os textos produzidos entre os anos de 2021-2024.

Seus poemas não tem pretensão nenhuma, e buscam ser só um refugio para aqueles que

cresceram, se tornaram adultos e se apaixonaram em um mundo em dissolução.

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Alguns Poemas do Livro

I. Prefácio (ou uma conversa sobre Ouroboros e o Presente Passado)

Nada faz sentido sem o antes do Antes

Onde tudo que era volta à ser

Implacavelmente

Ouroboros…

Que devora a si mesma sem nunca terminar o trabalho, disse…

Disse, que nossas sombras se encontraram e não houve luz

(Presente) Passado brincalhão quis ser todo o espiral

Criou labirintos decorados de espelhos e disse…

Disse, que nada faz sentido sem o antes do Antes

Quis ser invencível. Quis ser Destino.

Inquestionável. Inquebrantável

destruir o Presente

(Presente) Passado brincalhão, Insaciável

Se alimenta sempre do que ficou no antes

do Antes, do Antes, do Antes…

Sem nunca terminar o trabalho

*

II. Esperança à Moraes

Oh meu caro! O que houve contigo?

Tu descreverias amores inacabáveis

Fidelidade eterna

E agora seu coração

(fraco e descompassado)

Ensaia um soneto…

…de separação?

Oh meu caro! Antes tu juravas amor eterno

E agora vive envolto ao drama

Criado por você mesmo

Oh meu caro!

Tu que dizias ser sempre atento ao seu amor

Agora parece ter se rendido

Ouça Drummond

E ame, desame e mal ame!

Só por mal amar, desamar e amar!

Só por ser criatura !

Mesmo como João: que amava Teresa

Que amava Raimundo

Que não amava ninguém

E até mesmo brinque de renomear coelho

Xicaráteleférico

E me prometa: que nunca esquecerá o nome do seu amor

E mesmo que caótico e angustiado,

Como Petrarca

Ame

Só ame

Pela simples ânsia de amar

Mesmo às vezes

Não sendo amado

*

sem título (ou o Espiral Espelhado: o Julgamento da Amiga de Ouroboros)

Assumida a culpa

Quebrado o último bibelô

Rasgado o vestido fúnebre

E abandonados os remos da Canoa

Amiga de Ouroboros

(quedevoraasimesmasemnuncaterminarotrabalho)

Estoicamente abrindo as cartas da Profecia

(26 trapaças)

Perseguição de mais uma borboleta amarela

Até o altar

marcha nupcial

marcha fúnebre

marcha nupcial

O espectro de um anel de dedo anelar usado na mão esquerda

Os fantasmas de mãos dadas

(a fantasma chora)

São os espectros de nós dois

(E ele)

O assunto mal resolvido

Assassinados por mim mesma

(“poesia por tédio”; também entrou em julgamento)

euteamomedesculpa

E tudo é espiral

História que não interessa mais o final

Revelia, acusada, amiga de Ouroboros

Aceita as cartas da Profecia

A penitencia: o eterno espiral

Corrida na chuva, multidão,

Gosto de gin na boca

Balanço quebrado

E as mãos que se encontram no meio da mesa

E quando finalmente…

Quebrado o último bibelô

Rasgado o vestido fúnebre

E abandonados os remos da Canoa

Amiga de Ouroboros

Perseguição de mais uma borboleta amarela

Até o altar

À Revelia é uma publicação no formato livrete. Livretes são livros compactos e charmosos, geralmente com um número reduzido de páginas, ideais para leituras rápidas e portáteis.

O Toma Aí Um Poema

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O Toma Aí Um Poema é um projeto potente de leitura e divulgação de poesia lusófona. Começou em 2020 como podcast, depois virou revista literária interativa e hoje é uma editora preocupada com a emancipação dos autores. É considerado um dos projetos literários mais inovadores da atualidade e soma resultados incríveis:

1k+ autores lidos |   1k+ poetas publicados    | 1 milhão de players

Orçamento - 50 exemplares (2600 Reais)

Impressão Gráfica | 800,00

Material de envio e fretes | 600,00

Serviços Editoriais | 700,00

Registros, solicitações, taxas | 400,00

Margem de segurança | 100,00

Contato

contato@tomaaiumpoema.com.br

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Modalidade

Projeto, Meta Tudo ou Nada

A primeira meta de arrecadação precisa ser atingida para o projeto acontecer. Caso contrário, os apoiadores recebem o dinheiro de volta.

  • Recursos só são repassados se a meta mínima for atingida.
  • Taxa aplicada apenas sobre o valor arrecadado.
  • Apoiadores recebem recompensas quando a campanha é bem-sucedida.