Bloco da Esquina - Carnaval 2018
Brasil

Bloco da Esquina - Carnaval 2018

Apoie a realização do 5 º desfile do Bloco da Esquina no Carnaval, com equipamentos de som, trio elétrico e estrutura adequados para a fazer nossa festa!

Campanha Financiada com Sucesso!

Finalizada em 06/02/2018

R$ 7.515

arrecadados da meta de R$ 8.000

94%

da meta 2

2

Benfeitores

Finalizada

Projeto Meta Tudo ou Nada

Campanha Financiada com Sucesso!

Finalizada em 06/02/2018

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Conheça a campanha

O objetivo dessa campanha é arrecadar dinheiro para custear um trio elétrico com um bom equipamento de som para o dia do desfile do bloco, que acontecerá dia 11 de fevereiro, às 10 horas, no bairro Santa Tereza. O financiamento também permitirá que o bloco arque com despesas de estrutura para ensaio, de ajuda de custo para os músicos da banda, de confecção de camisa e outros brindes, de adereços e decorações para o dia do desfile, além de possibilitar a compra de água e lanche para a bateria.


O Clube caiu na folia!

O Bloco da Esquina surgiu em 2013 durante uma brincadeira entre os músicos Renato Muringa e Mário Jaymowich. Com um cavaquinho e um pandeiro nas mãos a dupla começou a tocar canções do Clube da Esquina, movimento cultural da década de 70, em ritmo de pagode. O Carnaval de BH começava a ganhar fôlego com o aparecimento de bloquinhos, sobretudo, no tradicional bairro de Santa Tereza. Em 2013, não tiveram dúvidas e fizeram com que as canções do Clube da Esquina caíssem no samba.

O desafio era montar um repertório que combinasse a batucada carnavalesca com a melodia indefectível, eternizada por nomes como Milton Nascimento, Lô Borges, Beto Guedes, Toninho Horta, Fernando Brant, entre outros. “Escolhemos músicas cujas estruturas não seriam tão modificadas em ritmo de carnaval”, diz Renato Muringa, compositor e multi-instrumentista. O resultado já pôde ser conferido no primeiro desfile do Bloco da Esquina. Canções emblemáticas como Maria, Maria; Um girassol da cor de seu cabelo; Nos bailes da vida e o Trem Azul caíram no samba. E os foliões, é claro, aprovaram. Logo na estreia no Carnaval de BH, o público pôde conferir o hino do bloco, de autoria de Muringa e Mário Jaymowich.

O bairro escolhido para os desfiles não poderia ser outro: Santa Tereza, berço do Clube da Esquina. Pelas ruas de Santê (para os íntimos), o bloco da Esquina pede passagem e não fecha as portas para a alegria e muito menos para os foliões que apreciam a música. Na bateria, comandada pela percussionista Analu Braga, impera a democracia de instrumentos com caixa, repinique, surdo, agogô, tamborim, triângulo entre outros. Atualmente, a banda do Bloco é formada por Renato Muringa (vocais e guitarrinha baiana), Bárbara Barcellos (vocal), Analu Braga (percussão), Tiago Araújo (baixo) Daniel Guedes (percussão), Will Motta (teclado), Rodrigo Carioca (bateria) e Totove Ladeira (percussão) entre outros.

O Bloco da Esquina saiu também nas edições seguintes do Carnaval, em 2014 e 2015 com uma média de público de 2.000 a 3.000 pessoas.

Em todos os anos a proposta do bloco foi fortalecida pela participação do público que foi convidado a participar de oficinas gratuitas ministradas por percussionistas profissionais de Belo Horizonte. Com a ideia de um bloco aberto e plural, foram feitos diversos encontros (abertos à qualquer participante, iniciante ou não, de qualquer idade ou instrução) onde são ensinados os ritmos usados no desfile,. Durante as oficinas são sugeridas colaborações espontâneas dos participantes, afim de custear as necessidades básicas de organização do bloco.

Toda a bateria do bloco é formada por foliões que se juntaram ao trabalho ao longo dos anos e que fortalecem a proposta. São eles, somados ao público que assiste aos ensaios e desfile, que contagiam o bloco através da participação na bateria, na divulgação dos eventos, nas fantasias e ao longo do trajeto como o apoio dos moradores de Santa Tereza durante o desfile.

Em 2016, por questões pessoais dos organizadores, o bloco não saiu.

O apelo popular foi um dos grandes motivadores para que o trabalho fosse retomado em 2017, com uma proposta mais sólida e participativa, o que gerou a necessidade de uma maior organização pré Carnaval. Desta forma, foi montada uma grande banda base com músicos profissionais, com ensaios regulares começando no início de janeiro. Os espaços para os ensaios foram organizados para melhor receber o público e os coordenadores se empenharam em buscar soluções para a melhoria na sonorização para o dia do desfile. Neste ano o bloco desfilou pela primeira vez com um trio elétrico, que foi possível pelo auxílio financeiro da Prefeitura de BH e do apoio dos foliões através do financiamento coletivo. Foi também neste ano que ícones do Clube da Esquina, dentre eles Toninho Horta e Lô Borges, se aproximaram do bloco, incentivando a proposta e participando como convidados em alguns shows da banda.

Ainda em 2017, a partir de junho o Bloco iniciou as atividades para o Carnaval de 2018, com oficinas gratuitas e ensaios abertos a todos os interessados, mantendo a proposta de diversidade, inclusão e arte para todos.

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Modalidade

Projeto, Meta Tudo ou Nada

A primeira meta de arrecadação precisa ser atingida para o projeto acontecer. Caso contrário, os apoiadores recebem o dinheiro de volta.

  • Recursos só são repassados se a meta mínima for atingida.
  • Taxa aplicada apenas sobre o valor arrecadado.
  • Apoiadores recebem recompensas quando a campanha é bem-sucedida.