Livro Astros que viajam por planetas poucos fraseados de Brie Araújo
Curitiba, PR

Livro Astros que viajam por planetas poucos fraseados de Brie Araújo

Edição e publicação do livro Astros que viajam por planetas poucos fraseados de Brie Araújo | Toma Aí Um Poema

Campanha Financiada com Sucesso!

Finalizada em 21/10/2022

R$ 440

arrecadados da meta de R$ 500

88%

da meta 1

8

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Finalizada

Projeto Meta Flexível

Campanha Financiada com Sucesso!

Finalizada em 21/10/2022

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O Livro

: “Astros que viajam por planetas poucos fraseados” é  sobre cruzar o azul claro visto todos os dias e visitar a imensa escuridão luminosa interior,é sobre plantar palavras em locais nunca discutidos,viajar sem destino certo a uma velocidade desconhecida porém suficiente.E só depois retornar como  uma massa de gás,calor próprio e poeira. Temos o universo e ele nos têm, que tipo de astro você está sendo? Para onde está viajando ? Quais planetas anda visitando ? Vamos gravitar?

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A Autora

 

Brie Araújo é poeta, contadora de histórias e graduanda de Enfermagem pela Universidade Federal do Maranhão. Nasceu em Aracaju - SE, em fevereiro de 1998, e mudou-se para Imperatriz - MA aos cinco anos de idade. Astros que viajam por planetas poucos fraseados é o seu primeiro livro de poesia publicado pela editora.

 

Comentários

“ O poema todo parece um sonhar acordada. Que bonito !

— Leticia Fernandes Leal. Escritora,crítica e consultora. Sobre o poema Entre quatro paredes.

*

Moça,fico orgulhoso quando vejo jovens como você retratando a poesia…O quanto você irá mostrar a beleza do Tocantins para o mundo.{...} Parabéns !

— Zé Valdo Petrolina - PE

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Alguns Poemas do Livro

MATCH

 

Procura-se pessoa solitária;

Para encontro com outra pessoa solitária,

Para sairmos e fingirmos não ser solitários juntos.

Em meio a tantos silêncios;

Fica difícil ouvir quem grita mais alto.

Somos vazios, sem consciência?

 Ou consciências com vazio?

*

DE NADA IGUAL

 

Para dar fim a seu estoicismo

Desafiar seu narcisismo

Finalmente o modernismo

Com seu espólio, um após.

 

Abriu a porta para Lispector

Quintana, Prado e Guimarães

Não há Brasil que negue:

De dia, uma veia para poesia

De noite, uma torrente de agonia

 

De gente ardente

Não convencional

Feita de matéria literária

De nada igual

 

Cansada de ecoar pelas cavidades.

Se sujar de humanidade

Cuspindo a própria existência

Em um jeito livre de se prender

 

Essa gente, morada de manifestos

Que não cabe na pele de mais ninguém

Quando jogados ao léu em qualquer fim

Como flechas disparadas para alvo incorpóreo

Causam privação no silêncio de uma nação

 

Essa gente existe no contexto conotativo

Pouco levada a sério em um mundo denotativo

Tirem isso dessa gente (tirem o eu)

Coloquem o nosso

 

Para dar início ao novo capítulo

em um livro de história

Com um futuro mesmo na ausência

De ter o que falar hoje

 

Porém, não nos restaram palavras

Para entoar

Foram todas contratadas

Para lucrar

*

COTEJO

 

Para cada horizonte, uma fronteira

Para cada música, uma pausa silenciosa

Para cada livro, uma biografia na capa

Para cada viagem, uma bagagem pretensiosa.

 

Para cada amor, uma morada alugada no corpo do outro

Para cada suspense, um barulho misterioso

Para cada escada, uma altura, um distanciamento.

Para cada promessa, uma que se tornará fingimento

 

Para cada linha, uma agulha

Para cada grupo, um discurso influenciador

Para cada ano, um inverno

E para cada medo, outro superior.

 

Um mau negócio esse:

de jogar com a felicidade.

Ou a balança pende para a realidade

Ou para uma pequena possibilidade

 

Carrego sempre comigo uma bolsa de anseios;

Tão pesada que me faz transpirar

Se perguntarem minha opinião

Direi que no mundo em que vivemos

Pelo menos as oportunidades deveriam ser de graça.

 

Tenho um oceano no olhar

Sal nas lagrimas

Não posso encarar o sol

Sem me derramar

 

No cessar de todos os meus dilemas

Se me deparar com uma estrada sem paradas,

E ao fim do caminho chegar,

Tirarei dessa minha bolsa:

coragem, para uma nova trilha

 iniciar.

O Toma Aí Um Poema

O Toma Aí Um Poema é um projeto potente de leitura e divulgação de poesia lusófona. Começou em 2020 como podcast, depois virou revista literária interativa e hoje é uma editora preocupada com a emancipação dos autores. É considerado um dos projetos literários mais inovadores da atualidade e soma resultados incríveis:

850+ autores declamados.   |   1k+ poetas publicados.    | 70+ mil ouvintes

*

Orçamento - 36 exemplares (1440 Reais)

Impressão Gráfica | 300,00

Material de envio e frete | 250,00

Serviços Editoriais | 850,00

Margem de segurança | 40,00

[+7% Benfeitoria]

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