Livro FIGURANISTAS de Jurema Espinosa
Curitiba, PR

Livro FIGURANISTAS de Jurema Espinosa

Edição e publicação do livro FIGURANISTAS de Jurema Espinosa | Toma Aí Um Poema

Campanha Financiada com Sucesso!

Finalizada em 05/11/2023

R$ 4.520

arrecadados da meta de R$ 4.600

98%

da meta 8

17

Benfeitores

Finalizada

Projeto Meta Tudo ou Nada

Campanha Financiada com Sucesso!

Finalizada em 05/11/2023

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O Livro


Figuranistas foi escrito durante o processo de tradução por Diogo Santiago do texto intitulado Figures du communisme, do filósofo francês contemporâneo Frédéric Lordon. Trata-se, com efeito, da primeira experiência do autor com a poesia.


 O Autor


Jurema Espinosa é o nome artístico deDiogo Santiago.Nascido em Recife em 1981,  iniciou seus estudos superiores em Pedagogia, na Universidade Federal de Pernambuco. Em 2006, depois de ter cursado um semestre em intercâmbio (2004-2005) na Université Lumière Lyon 2, estabeleceu residência na França, onde obteve diploma de graduação em Ciências da Educação e de mestrado em Letras (Literatura moderna francesa). 

Foi em Letras que, em 2017, ele começou seu doutorado, que decidiu, três anos mais tarde, deixar de lado para se dedicar à escrita literária. Publicou, em 2018, entre Lyon e Marselha, um livro de crônicas intitulado Asinus Asinum Fricat. Hoje, depois de ter passado mais de uma década na metrópole lionesa, ele vive na Provence, no coração da região vitícola dos Côtes-du-Rhône. 

Trabalha como tradutor e revisor e teve seu primeiro romance (O Polvo) publicado no Brasil em 2022 pela Editora Rua do Sabão.

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Alguns Trechos do Livro

Cinco figuranistas (em guisa de resumo da obra)

Nação-mundi

Especiosos argumentos atributo central nada a favor de si

Nem de bem fundados têm aspecto

Veja o tal de Messias Jair

Do “internacionalismo” prova viva da disfunção

Quando “climática” solução

Brasil Brasil Brasil paracundê laraiá baque solto partido alto fogueira Mantiqueira água de coco chimarrão chuva diária Belém Brasil ô Brasil que nome bom dizer Brasil palavra boa repetir depositário Brasil do maior mundial bem comum

Floresta Brasil Amazônia Brasil dois para lá nenhum para cá porque antes do currulepe para encarcar o chão da sala há sempre a calça de veludo que chega para mostrar da contabilidade as regras

Um pra eu um pra tu um pra eu um pra eu um pra tu um pra eu um pra eu um pra tu um pra eu um pra eu um pra tu um pra eu fica bem mais fácil repetir quando se tem um computador ou melhor quando isso se sabe usar

— Amazônica floresta, Brasil!!!

Aliança cupidez burrice Jair

Externalidade

Decisões por conta própria Messias efeitos em terceiros

Potentes externalidades Brasil alcance global

— De quem é esse dinheiro? — Tá no meu bolso é meu!

Floresta Brasil não é dinheiro Brasil não é bolso Brasil muito menos Bolsa Brasil

Brasil Amazônia cai leva todo mundo abaixo Brasil

Global

Desabamento

Global

É mesmo

Soberania

Nacional

Arbitrária!

Que desfazer?

Que considerar resta Brasil possível?

*

O touro é valente: ou a gente cai no buraco, ou ele

Perante o tormento da tradução, o velho prosador se debatia. Uma gostosa barata parecia. Story no visgo da pretensão. Pretensão deles, não da divina via. Arroto de cotovia, de noite como de dia. Perante o tormento da tradução, o besta poeta ainda queria, crente na potência da mão, pegar pelo chifre a hegemonia, e arriar buraco adentro, a caprichosa submissão. Submissão fabricada por eles, não pela divina via. Pranto de cotovia, de noite como de dia. Eles pela própria fé, contrariam até a gravitação, mas agora mais não, gente não é patrão. Só nessas cabeças de cotovia, é que há lei na economia.

*

No buraco todos, no buraco eu, mesma chifrada?

Fim

Do

Mês

Fim

Do

Mundo

Mesma

Lapada (bom dia cachaça)

Mesma

Luta

Mesma

Mesmo

Mesme

Qual é o meme?

Ficou demasiado caro, meu Gonzaga do Rio (inclusive neologismo)

“Não dá mais pra segurar” a

Kombi

Combate!

(Não ao Volk mas ao Wagen! Esqueço esse genitivo no meio. Ê ou é? – Nota de um poeta que nunca o foi.)

*

Palavra de escoteiro: o capitalismo sou eu

Dois para lá, bum claque

Dois para cá, claque bum

No compasso, currulepe

Claque, claque, mosca açúcar

Não adianta, seu sovina

Tererê, se esconder, paracundê

Pois a hora é de mostrar

Ará

Que além, neném

Do desastre, vintém

Há também, pois bem

Como aquela pedra no caminho do poema

Os estorvamentos

Bem no olho do nosso brasileiro

Vaivém.

*

Retorno do Tom: por que marginal ou cidadão?

Zezé já disse

Dodó também

É para provar isso

E aquilo

Um gentil, outro malvado

Esse marginal, aquele cidadão

Para que com que com quê?

Tamborim!

Neutra

Li

Da

De

Carbono

Blá

Claque

Blá

Bum

Blá!

O Toma Aí Um Poema

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O Toma Aí Um Poema é um projeto potente de leitura e divulgação de poesia lusófona. Começou em 2020 como podcast, depois virou revista literária interativa e hoje é uma editora preocupada com a emancipação dos autores. É considerado um dos projetos literários mais inovadores da atualidade e soma resultados incríveis:

1k+ autores lidos |   1k+ poetas publicados.    | 1 milhão de players


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Orçamento - 50 exemplares (2300 Reais)

Impressão Gráfica | 600,00

Material de envio e fretes | 600,00

Serviços Editoriais | 600,00

Registros, solicitações, taxas | 400,00

Margem de segurança | 100,00

Contato

contato@tomaaiumpoema.com.br

@tomaaiumpoema

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Modalidade

Projeto, Meta Tudo ou Nada

A primeira meta de arrecadação precisa ser atingida para o projeto acontecer. Caso contrário, os apoiadores recebem o dinheiro de volta.

  • Recursos só são repassados se a meta mínima for atingida.
  • Taxa aplicada apenas sobre o valor arrecadado.
  • Apoiadores recebem recompensas quando a campanha é bem-sucedida.