Publicação da dramaturgia "SÓS: Ao cair de mim morrerei vivendo"
São Paulo, SP

Publicação da dramaturgia "SÓS: Ao cair de mim morrerei vivendo"

Este projeto visa a publicação da dramaturgia intitulada “SÓS: ao cair de mim morrerei vivendo”, a primeira escrita pela multiartista Beatriz Belintani.

Campanha Financiada com Sucesso!

Finalizada em 13/09/2022

R$ 11.105

arrecadados da meta de R$ 13.000

85%

da meta 2

156

Benfeitores

Finalizada

Projeto Meta Tudo ou Nada

Campanha Financiada com Sucesso!

Finalizada em 13/09/2022

Como essa campanha já foi finalizada, as recompensas não estão mais disponíveis.

Conheça a campanha

Olá!

Meu nome é Beatriz Belintani, sou artista, pesquisadora das artes cênicas, professora de teatro e atriz.

Recentemente, escrevi minha primeira dramaturgia, intitulada “SÓS: ao cair de mim morrerei vivendo” para um projeto contemplado pela Lei Aldir Blanc em 2020. Esse projeto, que também dirigi, teve uma temporada online ao vivo em março de 2021. Trata-se de uma peça concebida em linguagem híbrida entre teatro e vídeo desde a dramaturgia até a encenação e apresentação. A realização foi feita pela Cia. Queda Livre que fundei em 2017 e na qual trabalho até hoje como diretora, atriz e dramaturga, dependendo do projeto.

(Você pode ver mais sobre a peça aqui: https://ciaquedalivre.wixsite.com/site/sosaocairdemim)

 

Meu desejo nesse momento é publicar essa dramaturgia, no sentido de torná-la pública para quem se interessa por dramaturgia contemporânea, artistas e estudantes de artes em geral. Considero muito importante, enquanto artista, ter como registro público uma pesquisa de linguagem desenvolvida durante esse período histórico de pandemia, de forma a contribuir para pesquisas futuras.

Minha ideia é que o livro possa ser adquirido pela editora e diretamente comigo, mas principalmente quero fazer a doação de 20% dos exemplares para acervos públicos (bibliotecas e museus) e escolas de teatro, tais como: Biblioteca Mário de Andrade, Biblioteca Jenny Klabin Segall (no Museu Lasar Segall), Biblioteca Sérgio Millet (no CCSP), SP Escola de Teatro, Departamento de Artes Cênicas (CAC) na ECA – USP, Instituto de Artes UNESP, entre outros.

E tem mais uma coisa... a publicação dessa dramaturgia também possibilita dar continuidade à pesquisa acerca da relação entre essa dramaturgia que escrevi e a dramaturgia sonora do trabalho, composta pela multiartista Camila Couto. Durante o processo de criação em 2021 essa relação ficou muito forte e, para a publicação, ela será explorada através da criação de cápsulas sonoras para serem ouvidas durante a leitura. Apesar de não se tratar de um áudio-livro (em que tudo que está escrito será dito), a peça sonora também é uma forma de acessibilizar poeticamente o material para pessoas com deficiência visual.

 

Quem já publicou algum livro no Brasil sabe que isso não é tarefa fácil e nós não o fazemos pelo retorno financeiro, que raramente é significativo. É pelo desejo de seguir existindo e resistindo enquanto artistas, de contribuir para a escrita da história e para a formação de pensamentos críticos, autônomos e poéticos. Preciso da sua ajuda pra realizar esse desejo!

A seguir um pouquinho mais sobre nós...

BEATRIZ BELINTANI

Artista e pesquisadora em artes cênicas, performance, dança e música. Bacharel em Comunicação Social e Marketing (FAAP-2016) e Técnica em Atuação (SP Escola de Teatro-2019), começou a estudar teatro em 2002 no curso Teatrando e teve diversas formações complementares em outros cursos com artistas como Kenia Dias, Ronaldo Serruya, Denise Stoklos, Luis Louis, Sandro Sabbas e Erick Silva, e com coletivos como Os Satyros, Cia. Do Tijolo, Coletivo Teatro Dodecafônico, Palabreria e Núcleo Destempos. Dá aulas de teatro no curso Teatrando desde 2017 e fundou a Cia. Queda Livre no mesmo ano, na qual transita entre as funções de diretora, dramaturga e atriz. É a idealizadora, ao lado de Fabiana Monsalú, de O Espaço Vazio, um território dedicado ao encontro, formação e prática das artes contemporâneas, relacionais e performativas. Profissionalmente, integrou os elencos das peças “Na Madrugada” (Teatrando – 2013), “Assim Era o Rádio” (Teatrando – 2013), “Hey Zanna” (2015), “Jogos na Hora da Sesta” (Teatro da Vértebra – 2016 a 2018), “Cantos de Coxia e Ribalta (2018 a 2019), “Pés Descalços Não Fazem Barulho” (2018), “Cansei de Tomar Fanta” (2019), “O Verdugo” (Teatro da Vértebra – 2019). Já a trajetória da Cia. Queda Livre inclui as peças “Entre 4 Paredes” (2018), “A Valsa nº 6” (2019), o curta-metragem “SÓS” (2020), contemplado pelo Prêmio Funarte RespirArte, e a peça “SÓS: Ao cair de mim morrerei vivendo” (2021), trabalho híbrido concebido entre teatro e vídeo e apresentado ao vivo, que além de atuar, também dirigiu e escreveu com apoio da Lei Aldir Blanc. Esse trabalho também participou da Mostra Videográfica da FarOFFa. Em 2020 criou e executou a edição e montagem da experiência cênico-performativa audiovisual “ExperimentosSelvagens.br” e em 2021 fez assistência de direção e de dramaturgia do acontecimento performativo sensorial “Fim de Festa: Um mergulho para remixar a realidade” (CompanhiaDaNãoFicção), ambos com direção de Fabiana Monsalú, trabalho que ainda está em circulação, tendo participado da Virada Cultural de 2022 pelo Sesc 24 de Maio. Em 2022 fez parte da curadoria do AMOREIRAS – 1º Festival LGBTQIA+ do Vale do Paraíba.

CAMILA COUTO

Artista sonora, cantora, produtora musical e performer. Formada em Artes Cênicas pela Faculdade de Artes do Paraná, integra a Damas Produções. Em 2021 criou a trilha original da peça A doença do outro, de Ronaldo Serruya e direção de Fabiano de Freitas (Dadado); trilha para o espetáculo Betta Splendens, direção de Tatiana Ribeiro; fez dramaturgia sonora/trilha original do podcast Um Desenho, texto de Sabrina Lopes para Festival Breves Cenas de Teatro Manaus, sob orientação de Márcio Abreu e Davi Fonseca; trilha sonora para a peça Sós, direção Beatriz Belintani e orientação de Fabiana Monsalú; trilha do curta A falta de, de Sol Faganello; trilha da peça lambe-lambe de Mariana Teixeira. Dentre seus principais trabalhos, destacam-se: Senhora X, Senhorita Y, direção Silvana Garcia (Temporada online no YouTube, Circuito Cultural Paulista, Teatro de Contêiner e Oficina Cultural Oswald de Andrade); Plantar cavalos para colher sementes, direção Ronaldo Serruya (Sesc Consolação, Teatro de Contêiner e Sesc Ipiranga); performance no Boteco da Diversidade Visibilidade Lésbica (Sesc Pompéia) e no Mix Literário (27ª Festival Mix Brasil da Cultura da Diversidade na Biblioteca Mário de Andrade); OSUSP com Orquestra Sinfônica, regência Wagner Polistchuk (Sala São Paulo); Ablução, Prêmio Funarte de Artes Cênicas na Rua 2012; Impedimenta Derrotada (15ª Mostra SESC Cariri de Culturas Crato e Festival Breves Cenas de Teatro Manaus). Em 2018 ministrou a oficina Composição sonora e performática para Mulheres na Oficina Cultural Oswald de Andrade. Em 2019 participou como cantora na música O Amor é um Ato Revolucionário, álbum de Chico César. Neste mesmo ano participou como cantora/dubladora dos desenhos: Abby Hatcher e Top Wing da Nickelodeon e Masha e o Urso da Universal Kids.

LA LETTRE

Espaço de criação multiartístico que desenvolve trabalho continuado de pesquisa e produção. Coordenado por Lígia Souza e Pablito Kucarz, o coletivo atua no espaço entre literatura e teatro, e desenvolve espetáculos, performances, publicações, ações de formação e compartilhamento. O selo de publicação abrange a criação de livros de dramaturgia e teóricos na área teatral e literária. As publicações são pensadas de maneira individual, com o design voltado para a linguagem desenvolvida pelo autor. É a paixão pela materialidade do livro que torna as publicações da La Lettre um selo com volumes autorais.

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Modalidade

Projeto, Meta Tudo ou Nada

A primeira meta de arrecadação precisa ser atingida para o projeto acontecer. Caso contrário, os apoiadores recebem o dinheiro de volta.

  • Recursos só são repassados se a meta mínima for atingida.
  • Taxa aplicada apenas sobre o valor arrecadado.
  • Apoiadores recebem recompensas quando a campanha é bem-sucedida.