Conheça a campanha
** FIKDIK: Tamo no TUDO OU NADA e pra fazer acontecer você é simplesmente essencial ;) **

A Mãe Solo começou depois que o filho de moá nasceu, em maio de 2014. Foi uma gravidez sozinha com altas lutas até o tão esperado parto, achei que até ai a treta já tinha sido grande, mas assim que o pequeno finalmente me atravessou e a ocitocina baixou que percebi que eu tinha comprado várias ideias erradas do que era ser mãe.
Eu não sabia de muita coisa, dei de cara com algumas, pra outras tantas tava insegura e no que sobrava era cansaço, muito cansaço.
Na gravidez cheguei a achar de verdade que iria estar no controle, mas esquece, não havia controle algum. E ai eu desencanei, era isso... não ia ser fácil e eu iria descobrir na raça mesmo. No meio disso comecei a desenhar essa mulher descabelada, cansada e peluda pra retratar a coisa como tava sendo de verdade pra mim, não pensei em página ou projeto o que eu tinha mesmo era uma vontade de falar da mãe que me encarava todo dia no espelho, aquela que não tinha nada a ver com a dos comerciais de margarina. E foi assim que começou.

A Mãe Solo é uma página que virou projeto e que agora completa dois anos de tretas e noites mal dormidas.
Desde o início dela minha experiência como mulher e mãe vem sendo amplificada por todas as + de 41 mil pessoas (95% mulheres) que se achegaram buscando, como eu própria busco, um alento, um respiro ou pelo menos bom humor pra não cair no desespero a noite.
Sei que a vida é dura pra muita gente, boto fé, mas ser mãe é gestar e botar o coração pro avesso e se ver desesperadamente solitária, as vezes até mesmo estando junta de alguém... E olha que dar condição pr'uma criança crescer é seilá... meio que essencial pra continuação da humanidade não?
A real é que é trabalho duro pra todo dia, e todo dia é bom não esquecer:

- Eu sei Mãe Solo! Tamo junta! MAS COMO MUDA???!!!!
Miga, senta comigo que cê passa de ano:
Na missão de falar das tretas tudo a Mãe Solo virou muito mais que um diário autobiográfico, ela cresceu e se transformou em um projeto de referência na desconstrução da maternidade e das coisas que orbitam ela (ou seja: todas). Aqui tá teno desromantização, luta e a cobrança de quem tá inconformada com essa história de que mãe resolve e dá conta de tudo.
Mãe não faz filho sozinha, nem em par de dois, criança também é cidadão, também é gente, não é coisa pra ser criada em cativeiro. Acredite em mim: elas existem! E tão vindo mais por ai todo dia. E junto com elas sabe o que vem também? Pai e Mãe, dinovo, P-A-I e M-Ã-E. Não necessariamente nessa ordem, nem nesses pares, mas vocês entenderam.
Eu sei que não é fácil, que os peito cai, que a gente fica em décimo terceiro plano, que dinheiro não cai do céu e que nossos filhos não vão virar ou continuar seres maravilhosos por nada, tem trampo ai, tem MUITO trampo ai. Mas sabe o que na minha humilde opinião facilita esse trampo todo? Ser sincera com as coisas de dentro e de fora da gente, ou pelo menos ser incentivada a ser, e é nessa abertura que a gente se encontra, se enxerga e onde o mundo tem a oportunidade de mudar pra mais melhor de bão.
Nesses dois anos eu aprendi que quando a gente se junta o sofrimento fica leve e acredite se quiser as vezes some. Não sei direito como funciona mas pretendo continuar aqui pra entender (e explicar).

Por isso se você me acompanhou nessa jornada, ou chegou agora, ou ainda vai chegar mas que em todo caso acredita que tem aqui atrás uma vontade genuína de mudar pelo menos um pouquinho a realidade que vivemos e quem sabe a que nossas crias viverão me ajuda a enlarguecer esse abraço. Bora fazer a Mãe Solo crescer!
- E como eu posso ajudar?
Papel e caneta na mão!
Primeiro seja uma pessoa legal e cheia de empatia, esse é de graça e num arranca pedaço não <3
Segundo...
Para todo projeto crescer é preciso investimento, e como vocês devem perceber: se eu e a publicidade fossemos um par romântico, não seria. Simplesmente quase não dá certo.
Por isso abro aqui o convite para você apoiar a multiplicação do conteúdo da Mãe Solo, patrocinando colaborativamente a produção de conteúdo livre, crítico e desromantizado sobre ser mãe.
O plano de arrecadação para alcançarmos isso vai funcionar assim:
1ª Meta: R$ 26 mil (mínimo! Se não alcançarmos nada rola!)
Com esse dinheiro vamos imprimir 2 mil exemplares do livro #Choralombar com a compilação de todo conteúdo desses dois anos e também vamos financiar o Portal da Mãe Solo para ganharmos asas para muito além do que nos permite o Facebook.
2ª Meta: R$ 40 mil (imagina que lindo)
Meta 1 + Comprar equipamento para produção de conteúdo e ainda fazer uma tiragem especial de mais 1000 exemplares do #Choralombar que serão doados em maternidades, casas de parto e em ONGs <3
3ª Meta: R$ 60 mil (véishe)
Meta 1 + Meta 2 + 6 meses de conteúdo patrocinado por quem mais entende das treta da vida materna, você <3 (E vamo tá tendo Mãe Solo em vídeo, PEI!)
4ª Meta: R$ 80 mil (véishe²)
Meta 1 + Meta 2 + Meta 3 + outros 6 meses de conteúdo patrocinado o que nos dá no total mais 1 ano de Mãe Solo patrocinado por você que SABE QUALÉ QUI É DO ROLÊ! Uhulll! <3 (E vamo tá tendo Mãe Solo em vídeo, PEI!)
5ª Meta: 1 WOW
Se rolar mais grana não tem problema, não vou gastar tudo em uma piscina de bala de goma, por mais que a ideia seja tentadora.
Mas me disponho a organizar com esse dinheiro encontros p/ aproximação e aprendizado com as mães das cidades c/ mais curtidas da Mãe Solo! (Sampa como é minha cidade já tá por minha conta! Na sequência viriam: RJ, DF, Curitiba, BH, Porto Alegre, Fortaleza e outras).
Tendeu? Então bora!
Se você também acredita que a maternidade é cheia de treta pra ilustrar escolhe ai do ladinho quanto dá e se joga nessa comigo <3
Juntas a gente vai mais longe, ou pelo menos não vai sozinha.
Veja a relação dos custos relacionados a meta mínima:


Agora tamo tendo camiseta também!
*** Você pode montar o combo camiseta + livro escolhendo as duas recompensas para apoiar :) 

*Obs: Imagens ilustrativas, haverão mais opções de prints para escolher como recompensa ao final da campanha, entraremos em contato com você (:
