Maniva | Belém-Brasília
Brasil

Maniva | Belém-Brasília

Curta temporada do solo teatral Maniva em Belém (PA). Primeira visita do espetáculo brasiliense às suas origens paraenses.

Campanha Financiada com Sucesso!

Finalizada em 23/12/2019

R$ 8.115

arrecadados da meta de R$ 7.945

102%

da meta 2

101

Benfeitores

—

Finalizada

Projeto Meta Tudo ou Nada

Campanha Financiada com Sucesso!

Finalizada em 23/12/2019

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Como essa campanha já foi finalizada, as recompensas não estão mais disponíveis.

R$ 10

De grão em grão!

Agradecimento verbal em cada uma das 2 sessões do espetáculo. Pode parecer pouco mas pra gente é bastante coisa :)

14 apoios confirmados

Conheça a campanha

DE ONDE VIEMOS?


Somos um coletivo de artistas formado por brasilienses e pela atriz paraense, radicada em Brasília, Larissa Souza.

Em 2017 a gente se encontrou para um mergulho criativo no poema-peça inacabado "Os três mal-amados", de João Cabral de Melo Neto. O texto foi nosso ponto de partida para provocações que nos levaram a uma dramaturgia autoral essencialmente embasada em elementos do imaginário cultural e realidade paraenses. Larissa foi um elemento chave para que o tempero paraense conduzisse essa mistura de referências, que tanto se parece com a pluralidade cultural da capital do país.

A peça discute temas como relações de dependência e violência doméstica por meio de metáforas muito inspiradas na riqueza poética da escrita de João Cabral.

De lá pra cá, o espetáculo fez 2 temporadas independentes em Brasília.

O QUE É MANIVA?


Maniva é a folha da mandioca brava, muito conhecida por ser tóxica se ingerida na forma que é encontrada na natureza. É o ingrediente principal de um famoso prato da culinária paraense: a maniçoba. Pra ser comestível e não tóxica, a maniçoba precisa ser preparada após o cozimento da maniva por dias. Esse processo transforma a maniva, de ingrediente perigoso, em um prato de aparência duvidosa mas de sabor excepcional.

Mas Maniva também é o nome desse solo teatral que apresenta um recorte do cotidiano de uma mulher que decide preparar uma maniçoba para a pessoa amada e, durante esse preparo, vive um encontro consigo mesma.

O fato da maniçoba ser um prato com potencial tóxico ou excepcionalmente saboroso traz ao espetáculo a potência metafórica e poética de debater temas como violência doméstica e relações de dependência tanto pelo olhar do espectador quanto da pessoa dependente ou violentada.

Numa trajetória permeada pelo real e pelo sonho vão se revelando os abismos e sutilezas que habitam as entrelinhas do amar.

POR QUE BELÉM?


O desejo de levar o espetáculo pra Belém não é algo de agora! Desde que os contornos de dramaturgia foram criados, esse desejo já pulsava no coletivo. Isso porque acreditamos que o trabalho só tem a crescer com os olhares do público paraense, munidos de vivências e afetividade com a maniçoba. As questões sociais abordadas pela dramaturgia não estão regionalmente restritas às vivências femininas do Distrito Federal mas se estendem, além de qualquer fronteira, como questão humana também à vida paraense.

Num momento de sucateamento de órgãos e incentivos que promovam circulação artística, compreendemos que é urgente manter vivas as possibilidades de intercâmbio cultural que estreitem as trocas entre centro-oeste e norte.

Após várias tentativas independentes de circulação do espetáculo, conseguimos pautas para realização de 2 sessões no estado do Pará. Sendo uma delas em Belém (Sesc Ver-o-Peso) e uma em Castanhal (Sesc Castanhal).
 

O QUE NOS FALTA?


Uma série de coisas são necessárias para que uma iniciativa de intercâmbio cultural como essa aconteça. Produção, assessoria de imprensa, design gráfico, pautas nos teatros, alimentação, deslocamentos, locação de equipamento, mão de obra técnica, material de divulgação, etc. Felizmente a maior parte dessas demandas nós já conseguimos resolver internamente (com nossas próprias habilidades ou com parceiras de uma rede muito generosa de pessoas).

O Coletivo só não conseguiu ainda os recursos para viabilizar 2 coisas que são MUITO importantes pra materializarmos a execução desse projeto: translado (Brasília-Belém-Brasília) e hospedagem em terras paraenses.

Essa campanha surge como uma forma de viabilizarmos juntos a ida desse coletivo para Belém!

Para isso criamos 2 metas.

A primeira delas (META 1) busca apoiadores pra levantarmos o valor necessário para levarmos até Belém a equipe mínima para o espetáculo acontecer. Nessa meta contemplamos:

-Translado (Brasília-Belém-Brasília) para 4 pessoas, hospedagem para 4 pessoas, elaboração de recompensas e taxas de serviço da plataforma de financiamento coletivo.


A segunda delas (META 2) busca apoiadores pra levarmos mais um integrante, um dos diretores da peça que não viajará caso apenas a META 1 seja possível. Nessa meta contemplamos:

- Translado (Brasília-Belém-Brasília) para 5 pessoas, hospedagem para 5 pessoas, elaboração de recompensas e taxas de serviço da plataforma de financiamento coletivo.

FICHA TÉCNICA E SERVIÇO


Realização: Coletivo Maniva
Produção: Coletivo Maniva e Samia Oliveira
Direção: Rafael Toscano e Yuri Fidelis
Atuação: Larissa Souza
Direção musical: Thiago Gama
Concepção de iluminação: Luisa L'Abbate
Operação de luz: Ana Quintas
Assessoria de Imprensa: Laíra Mineura
Design Gráfico: Rafael Toscano
Registros fotográficos: Guilherme Ávila
Videomaker: Guilherme Ávila

Sinopse

A partir de “Os três Mal-Amados”, poema-peça inacabada de João Cabral de Melo Neto, Maniva apresenta um recorte da vida de uma mulher. Num ato apaixonado ela se põe a preparar uma maniçoba, prato típico da culinária paraense, e, durante esse preparo, vive um encontro consigo mesma. Numa trajetória permeada pelo real e onírico vão se revelando os abismos e sutilezas que habitam as entrelinhas do amar.

16 de janeiro de 2020
Sesc Castanhal
Castanhal | PA
17 de janeiro de 2020
Sesc Ver-o-Peso
Belém | PA


Avalie as recompensas dessa campanha de financiamento coletivo, apóie a produção teatral independente e faça parte dessa comunidade que nos possibilitará levar esse trabalho até Belém e Castanhal para realizarmos uma linda temporada e encurtarmos a distância Belém-Brasília.
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Modalidade

Projeto, Meta Tudo ou Nada

A primeira meta de arrecadação precisa ser atingida para o projeto acontecer. Caso contrário, os apoiadores recebem o dinheiro de volta.

  • Recursos só são repassados se a meta mínima for atingida.
  • Taxa aplicada apenas sobre o valor arrecadado.
  • Apoiadores recebem recompensas quando a campanha é bem-sucedida.