Livro Miragem concreta de José Diniz
Curitiba, PR

Livro Miragem concreta de José Diniz

Edição e publicação do livro Miragem concreta de José Diniz | Toma Aí Um Poema

Campanha Financiada com Sucesso!

Finalizada em 29/05/2023

R$ 1.000

arrecadados da meta de R$ 1.500

67%

da meta 2

5

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Finalizada

Projeto Meta Tudo ou Nada

Campanha Financiada com Sucesso!

Finalizada em 29/05/2023

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Os primeiros compradores da recompensa Livro Físico Autografado ganharão um zine exclusivo de brinde!

O Livro

Conceito Vã0

A palavra designa fissuras entre elementos sólidos e, também, o surgir de espaços rodeando vazios. No entanto, aparece composta por um zero, um não valor preenchendo transbordante das lacunas geradas ao rompimento.

O tempo é representado em sua forma pura: vasto imensurável, eterno encerrado em si.

Vã0 abriga e aprisiona das deidades temporais. Transpassa um estado de presente ausência, nas alternâncias entre a sólida companhia própria e a solidão de um abraço a tudo.

O tamanho do zero em relação ao "o", qual substitui, brinca com a ambiguidade dessas potencias. O nada sendo maior que o vão, e o vão contendo o nada...

É através do vã0, que nos energizamos da luz e vida, atravessadas pela abertura ao espaço antes cerrado.

Por ser um vazio dividindo uma unidade, duplicada a novas identidades opostas, essa lacuna se mostra num chamado. Um convite a que se atravesse da dualidade, retomando a unidade preenchida.

No sentido coletivo, vã0 é um grito conjunto de avanço. Uma ordem de afastamento a cada empecilho.

O fonema de entrada soa uma assinatura: vã. Ao ponto que, o zero faz-se presente em outra significância. Sendo destacado como algo vão, o nada soma-se ao adjetivo que o nomeia, descreve e eleva.

Vã Zero, vã0. O desvalor ao vazio preservado cuidadosamente pelas bordas que nos definem.

Vã ser, vã fração do todo; vã insignificância ressignificada às cavas abertas ao minerar dessa matéria incalculável.

Os valores do Nada...

Novamente, as potências de irrelevâncias e vastidões rompidas. Elas me lembram de espaço pra pensar, de bases etéreas, obras vertiginosas.

Contendo a existência, expressa vã e vaga. O vã0 preserva o inexistir com suas possibilidades infinitas, contraponto um encerramento definitivo. Posto que, afirma a imensidão, deixando à subjetividade em conceber, ou não, dos movimentos cíclicos contidos ao não número.

Além de uma assinatura, vejo o Vã0 como uma marca d'água. Como uma ótica distinta a se mesclar em algumas obras.

Uma ferramenta de conciliação entre extremos.

Nas obras simplistas, um olhar vã0 aprofunda signos. Nas obras elaboradas, o vã0 oculta-se ao rachado ruinoso.

Uma fenda inconsciente ao real.
 

O Autor

José Roberto Castro Diniz, alquimista do Verbo. 34 anos nos dias que pensa em datas, uma jovem alma antiga apreciando com empenho pra tornar vagaroso ao ponto de captar.

As impressões sobre o mundo tatuam meus traços. Gosto da sensação de experimento, do que o entorno e as energias presenteiam em experiência e memórias. Essas marcas dos dias ajudam a tatear o que precede e o que fica... Como se alma fosse lida nessas texturas.

Escrevo de infância, por amor e necessidade. Anotar o que me toca é fotografar de forma mais inteligível ao meu olhar embaçado.


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Alguns Poemas do Livro


Por arfar calores, devo sã
Dos atônitos dissabores, o que sorvi:
Foi ardor, eleito bálsamo
Q'abrandaria, tórpida a ferida
Que me fiz.
Eleita do ar, entalho-me de altivez
Nos pensamentos devorados dos que entregam.
Preciosa aos delírios de aconchego, que por amor
Já morri de medo.
Entre tanto, ainda viva.
*
A rede regeu-me de abraço atido
Pendulando idas-voltas pautadas
Na cena parada deste vai que não vem,
Não ser outra ida sentença
Ao marasmo balbucio dos turnos em empenho.
Em penha, em ouro preto.
O planalto desnivelado; uma seca norteia escarpando
D'ócio senhor laborando devaneio
Nas ondas, recreio,
Pelourinho sem lenço.
São, aos balaios de sonhos furtados. Piratininga,
Sebastião nas solidões dessas capitanias
Vazias.
Provindo a silos de ar 

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ZINE — Guilda da fantasia

Os primeiros cinquenta exemplares autografados serão enviados acompanhados de um zine de poesias exclusivo. O zine é composto por doze poemas inéditos, assinados por um heterônimo feminino do autor, Giulia Fada Dantas — sendo o último poema de cada zine, uma abstração poética de improviso.


loitu5i.pngVxXN8m2.jpgO Toma Aí Um Poema

O Toma Aí Um Poema é um projeto potente de leitura e divulgação de poesia lusófona. Começou em 2020 como podcast, depois virou revista literária interativa e hoje é uma editora preocupada com a emancipação dos autores. É considerado um dos projetos literários mais inovadores da atualidade e soma resultados incríveis:

1k+ autores lidos |   1k+ poetas publicados.    | 1 milhão de players

Orçamento - 50 exemplares (2300 Reais)

Impressão Gráfica | 600,00

Material de envio e fretes | 600,00

Serviços Editoriais | 600,00

Registros, solicitações, taxas | 400,00

Margem de segurança | 100,00

Contato

contato@tomaaiumpoema.com.br

@tomaaiumpoema

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Modalidade

Projeto, Meta Tudo ou Nada

A primeira meta de arrecadação precisa ser atingida para o projeto acontecer. Caso contrário, os apoiadores recebem o dinheiro de volta.

  • Recursos só são repassados se a meta mínima for atingida.
  • Taxa aplicada apenas sobre o valor arrecadado.
  • Apoiadores recebem recompensas quando a campanha é bem-sucedida.