Conheça a campanha
PRECISAMOS DO SEU APOIO!
Ficou curioso para saber como essa história se desenrola? Então ajuda a gente nessa jornada coletiva pra financiar a produção do curta! Estamos em busca de verba para a produção e, como objetivo principal, trazer mais representatividade e inclusão trans para a tela. A meta é arrecadar uma grana simbólica pra cobrir os custos de filmagem. Mais do que nunca, o cinema nacional precisa de representatividade. E mais do que nunca a gente precisa uns dos outros para tornar possível uma arte que a gente sabe bem que vem sofrendo com cortes de verbas ultimamente.
SINOPSE
“Naquele dia escuro” é um curta metragem que conta a história de um homem transexual, Fábio, desde sua infância até sua vida adulta, por meio de seu próprio ponto de vista. Em São Paulo, num dia de 2019, o namorado de Fábio, Victor, desaparece de forma misteriosa. Depois disso, Fábio desenvolve com Louise, paciente de quem toma conta, uma relação de cumplicidade, afeto e troca. Louise está com metástase, e Fábio surge como uma figura de apoio pra ela, já que sua família mora em outro país e se afastou desde que ela passou a ter necessidades especiais, ao mesmo tempo em que Louise o ajuda a atravessar o processo de luto que ele enfrenta à medida em que sua aceitação a respeito da possível morte de Victor se concretiza. Pelas memórias e sonhos de Fábio, seus dilemas a respeito de sua sexualidade e gênero são retratados, nos aproximando de seu amadurecimento, e justificando sua escolha de reencontrar-se consigo mesmo utilizando sua profissão como instrumento. Fábio precisa superar Victor, e Louise quer resgatar seus laços familiares. Agora eles têm um ao outro para tornar isso possível.
PORQUE ESSE ROTEIRO FOI ESCRITO?
O roteiro original do curta-metragem de 15 minutos “Naquele dia escuro” coloca em jogo a morte do sujeito moderno e o nascimento de indivíduos com características múltiplas, inconstantes e muitas vezes difíceis de serem definidas: o sujeito pós-moderno. Aqui, esse personagem é o protagonista, que acaba de perder o namorado em um crime possivelmente violento e ainda sem solução. Fábio desenvolve uma relação de cumplicidade com Louise, uma mulher com metástase em estado terminal que se mostra como uma figura de apoio e troca de experiências. Fábio, na verdade, é um homem num momento de vida bastante solitário e ocupa sua vida com seu trabalho. Durante os cuidados, conversam sobre família, amores, perdas, sexualidade e morte. A relação dos dois se estreita e torna os últimos dias de Louise mais leves. “Naquele dia escuro” discute controle social e repressão, bem como censura de gênero e orientação sexual reforçadas pelas estruturas de poder, e suas consequências. De forma delicada e de fácil compreensão, o filme consegue dialogar com espectadores variados, desde os mais familiarizados com o universo LGBTQIA+ até o mainstream. A ideia é trazer o conceito de equidade e quebrar paradigmas. A história é contada por meio da visão de Fábio, rompendo os estereótipos construídos socialmente relacionados aos conceitos de sexualidade e identidade de gênero. O filme “Naquele dia escuro” reforça discussões relativas aos processos de discriminação, julgamento moral e violência psicológica gerados pela influência da heteronormatividade que, por sua vez, sugere e elabora padrões comportamentais junto às estruturas sociais. “Naquele dia escuro” entretém, dialoga sobre hábitos culturais, desconstrói tabus e preconceitos e conecta o espectador a diversas realidades em campos divergentes.
COMO VAMOS USAR O DINHEIRO LEVANTADO NESSA ETAPA DO CROWDFUNDING?
O filme precisa de onze diárias de filmagem para ser concluído e agora está em fase de pré-produção. Portanto, para finalizar essa etapa e partir para a produção e finalização, precisa levantar recursos financeiros. Com o dinheiro levantado nesse crowdfunding o projeto visa pagar os custos de alimentação, transporte e aluguel de equipamento, além da contratação remunerada de um profissional trans. Adicionalmente, necessitamos de verba para o departamento de Arte, para locação de figurinos, objetos de cena alem de material para maquiagem.

RECOMPENSAS
Escolhemos recompensas maravilhosas para nossos benfeitores. São botons, adesivos, camisetas de boa qualidade e artes impressas exclusivas, duas obras de arte numeradas da artista plástica Adriana Affortunati, reproduções de ilustrações e dois desenhos originais da artista Lorena Bernardes. O benfeitor tem ainda a possibilidade de bater um papo online com nosso protagonista Miguel Filpi e participar de uma diária da filmagem, dentre outras opções. Veja ao lado todas as recompensas detalhadas! Em algumas cotas o frete é grátis.
OBRAS DE ARTE - ADRIANA AFFORTUNATI

Título: Den Fraue gehört die Welt (O mundo pertence às mulheres) Ano: 2019 Autora: Adriana Affortunati. Impressão pigment-jet sobre papel algodão Hahnemühler 250g Medidas: 15 x 20 cm Tiragem: 17/25

Título: Sobre Esculturas Ano: 2021 Autora: Adriana Affortunati. Impressão pigment-jet sobre papel algodão Hahnemühler 250 g Medidas: 30 x 40 cm Tiragem: 1/10
PRINTS EXCLUSIVOS - LORENA BERNARDES

A5

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DESENHOS ORIGINAIS EXCLUSIVOS A2 - LORENA BERNARDES


CAMISETA EXCLUSIVA

ARTES DIGITAIS IMPRESSAS

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BOTON E ADESIVO

Boton

Adesivo
QUEM SOMOS?

Miguel Filpi (Ator – Protagonista) - Iniciou sua transição de gênero e seu trabalho como criador de conteúdo em 2018. Foi convidado para participar da ação “Exercício para selftape”, com a instrutora de dramaturgia e diretora Isabella Sechin, na TV Globo. Atualmente é embaixador do Spotify no Brasil e seu Instagram é seguido por 84.000 pessoas.

Athos Souza (Ator - Co-adjuvante) - Em novembro de 2019 fez o curso de iniciação teatral orientado por Robson Catalunha. Vencedor do concurso “Mister diversidade trans Vale dos Sinos”. Participou da série documental “Liberdade de Gênero”, do canal GNT, dirigida por João Jardim. Possui mais de 17.000 seguidores no Instagram.

Isabelle Lenoble (Atriz - Co-protagonista) - Atriz formada pela Escola de Teatro e Televisão Incenna em 2006. Atuou nas peças: “Trechos da vida”, de Jean Claude Crumberg e Jean Michel Ribes, no Teatro da Aliança Francesa SP em 2005; “Do outro lado”, de Lygia Fagundes Telles e Pirandello, no Espaço Crisantempo em 2006; “Contos tortos” e “Closer”, de Patrick Marber, ambas no Teatro Augusta em 2006; “Territoire sans lumière”, de Ives Nilly, e “Terminal 3”, de Jean Le Guevellou, ambas na Sala Inbox Cultural em 2017 e 2019, respectivamente.
Daniel Guarda (Roteirista, Diretor e Montador) - Dirigiu e montou dois curtas-metragens de ficção. “Feeling Blue”, teve sua estreia no Cine MIS, em SP; competiu como melhor filme experimental no Festival de Cinema de Três Passos; foi selecionado para o Encontro Nacional de Cinema e Vídeo dos Sertões, no Festival PraCine e no Festival Signes de Nuit, em Paris. Seu outro curta, “Id”, competiu como melhor filme de ficção no Festival de Cortometrajes FENACO, no Peru; no Festival Brasileiro de Cinema Universitário - Rio de Janeiro; no Festival Rumo à Estação Cinema - Vitória, no Perro Loco - Goiânia e também foi selecionado para a Mostra do Audiovisual Paulista. Fez coordenação de pós-produção para a web-série “O Cara do Jaguar”. Montou o longa-metragem documentário “Alfredo não gosta de despedidas”, vencedor do prêmio Suzy Capó do festival Mix Brasil, destinado ao trabalho mais inventivo e transgressor. Montou dois curtas-metragens de ficção: “Je Suis, tu es, il est” e “Wild Life”, este último produzido e rodado em Nova York. Daniel foi convidado pela Absolut para criar e montar um Site Specific na Cartel 011, em SP, e pelo Festival Popporn para criar e montar a vídeo instalação “Hard Brain”.
Bruno Zanardo (Diretor de Fotografia) - Natural de São Paulo, fotógrafo, pesquisador em artes visuais, professor e diretor de fotografia para cinema. Dirigiu a fotografia do filme de um fashion film para a Casa de Criadores, em SP, com a modelo brasileira Cristina Jurach. Na música, fez direção de fotografia do clipe de Dan Nakagawa, “Todo Mundo o Tempo Todo” (2012), além do clipe “Só Paro Se Cair”, de Daniel Peixoto, este último veiculado na MTV Austrália e Inglaterra. Também atuou como diretor de fotografia no curta documentário “69 – Praça da Luz” (69 - Luz Square), filme exibido no MoMa-Museum of modern Art of New York, na HWK - House of World Cultures em Berlim, na Galeria Vermelho e na Cinemateca em SP, vencedor do prêmio de melhor documentário no Festival do Rio e no Festival Mix Brasil, e ganhador do prêmio de melhor curta metragem no Lisbon Gay and Lesbian Film Festival, além de ter sido selecionado para o festival de Havana, Festival do CCSP e no Queer Lisboa.
Paula Flaibann (Preparadora de elenco) - Cantora e atriz formada pelo Teatro Escola Célia Helena e em Rádio e TV pela FAAP. Estudou ballet com Gisele Bellot, jazz com Maiza Tempesta, canto com Rafael Villar e hoje faz parte do corpo docente do curso profissionalizante de teatro musical do TeenBroadway na formação de atores. Participou de várias peças e musicais, como: “Avoar”, "O Grande Circo Místico", "A Sessão da Tarde", "Os Saltimbancos”, e trabalhou com importantes diretores, entre eles: Vladimir Capella, José Renato, Marco Antônio Rodrigues, Mario Bortolloto e João Fonseca. Foi assistente de direção da última montagem profissional de “Godspell” no Brasil, e em 2019 dirigiu o musical infantil "A Borboleta sem Asas". Atualmente faz parte do elenco do musical "Silvio Santos Vem Aí" no papel de Elke Maravilha. Indicada aos prêmios: Coca-Cola FEMSA como melhor atriz coadjuvante por "Alice no Pais das Maravilhas”, cia Le Plat de Jour, QUEM 2015 como Revelação do Teatro em "O Grande Circo Místico", Prêmio São Paulo como melhor atriz por "Cinderela lá lá lá” da Cia. Le Plat du Jour e Prêmio Bibi Ferreira como melhor atriz de musical por "Na Laje - o musical".
Samanta do Amaral (Color Grading) - Formada em Comunicação Social pela Unesp. Com o diploma debaixo do braço, ganhou o mundo com um curta em 16mm, um desafio para um projeto em animação que resultou em passagens por importantes festivais, como o Anima Mundi. Seu portfólio ganha novos contornos quando estreita a relação com a fotografia cinematográfica. A partir daí, acumula passagens pelos Estúdios Mega, Teleimage/Casablanca, Cinecolor Digital, do grupo Chile Films, DotCine e atualmente na Quanta Post Entre trabalhos de color grading e colorista, assina trabalhos como o longa-metragem "Piedade" de Claudio Assis; o documentário “Bixa Travesty”, sobre Linn da Quebrada, premiado pelo Festival de Berlim; "Onisciente", do showrunner Pedro Aguillera, a primeira série HDR da Netflix Brasil. Esses projetos pontuam uma carreira de mais de 14 anos pautada por longas e curtas metragens, séries e parcerias com importantes nomes do cinema nacional. É membra do DAFB (Coletivo das diretoras de fotografia), da ABC (Associação Brasileira de cinematografia) e dá aulas sobre o uso da cor para as mais variadas produções audiovisuais.
Daniella Mynssen (Assistente de Direção) - Nascida no Rio de Janeiro, é formada em Cinema e Audiovisual pela Faculdade Helio Alonso. Estagiou na produtora “Dois olhares”, onde fazia orçamentos e atendimento ao cliente. Foi co-fundadora e coordenadora do departamento de fotografia do primeiro núcleo de audiovisual da ESPM, o “Cinestesia”, em que colaborou por seis meses. Fez a direção de fotografia dos curtas “Lucidez” e “Quem eles pensam que eu fui”. Produziu os videoclipes “I want it all”, da banda Atom pop e “Já deu”, de Fernanda Lemos. Foi editora do canal “Justa Causa” e editora freelancer na produtora “Pixel”.