Conheça a campanha

IÁ!
É com muita alegria e coragem que alcançamos a META 1 desse movimento coral da campanha Teat(r)o Oficina é legado. Somos um patrimônio cultural vivo, reconhecido e tombado como patrimônio material (nossa sede, obra de arte de Lina Bo Bardi e Edson Elito) e imaterial (linguagem, estética e criação da Cia Teat(r)o Oficina Uzyna Uzona, a mais antiga em ação ininterrupta no Brasil). Com a META 1 nas mãos, cuidados do restauro, conservação e reestruturação do prédio, nossa terra no Bixiga, São Paulo.
Agora, abrimos os caminhos para a META 2: levar RODA VIVA, esse espetáculo-acontecimento, ao nosso amado e maltratado Rio de Janeiro. Pra nós é vital ir ao encontro dessa chapa quente, levando todo o aqui agora que RODA VIVA coloca em cena, pra uma verdadeira insurreição de verão, com muita felicidade guerreira. A META 2 dá fôlego ao trabalho de mais de 60 artistas, atuadores e bárbaros tecnizados, a continuarem a criar contra todo esse fechamento que sufoca, agora, em terras cariocas. Segunda-feira (28) é o aniversário de 61 anos do Oficina, e já estamos recebendo presentes!
ESTAMOS VIVXS.
FAÇA PARTE DESSE ACONTECIMENTO DE TEATRO E VIDA.
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#teatroficinaélegado
#teatroficinapatrimôniovivo
#queroRODAVIVAnorio
#alegriaecoragem
MERDA
PERCURSO DE CAMPANHA
(11/10/19) INICIO
Damos início a esta campanha de financimento direto: Teat(r)o Oficina é legado: patrimônio vivo! O objetivo aqui é cuidar dessa máquina criadora de vida e teatro: para isso, investir na calibragem de suas peças, e nos corpos que a movimentam, é parte fundamental do projeto. Protegido pelos órgãos das três esferas de preservação do patrimônio: CONPRESP, CONDEPHAAT e IPHAN, o Teat(r)o Oficina, desde o primeiro tombamento, em 1982, pelo Estado, tem tanto seu caráter material quanto imaterial resguardados: aqui, arquitetura e encenação são indissoiciáveis. A associação Teat(r)o Oficina Uzyna Uona, é dona de uma linguagem singular que diz respeito a um modo de existir, de atuar e de criar bastante forte e intenso, como uma corrente elétrica. Vem com a gente!
Este financiamento direto, em parceria com o BNDES, contempla a preservação do patrimônio material (reformas e reequipagem da sede) e do imaterial (investimento em equipamentos que permitirão a encenação dos espetáculos, e a continuação do trabalho artístico e modo de existir).
Em consequência da última manutenção, em 2012, montamos 20 espetáculos – o que permitiu o potencial de continuidade, sustentabilidade e multiplicação da proposta.

Esta campanha está no ar para manter viva, e em plena atividade, essa obra de arte tombada como patrimônio material, por sua arquitetura, e imaterial, pelo trabalho realizado pela companhia de teatro há mais tempo em ação no Brasil. Um grande legado à cultura e à sociedade brasileira.
A sede do espaço reestruturada possibilitará a montagem de espetáculos por pelo menos 5 anos.
O BNDES é aliado nessa empreitada!
Esta campanha faz parte do projeto Matchfunding BNDES+, que selecionou projetos capazes de deixar legado para Patrimônios Culturais Brasileiros! São R$ 4 Milhões de fundo, o maior fundo de matchfunding e o primeiro do setor público no Brasil, para TRIPLICAR a arrecadação de campanhas de financiamento coletivo.

Fundada em 1958, a Companhia Teat(r)o Oficina Uzyna Uzona conflui em seus ritos teat(r)ais poesia, música, dança, cinema, vídeo, arquitetura, artes plásticas, urbanismo. A BIGORNA é símbolo da companhia desde sua fundação e lugar onde se forja o ferro e o corpo.
Criada coletivamente há seis décadas, por quase 2 mil artistas, o Oficina constituiu-se como uma companhia múltipla e singular frente às formações teatrais e demais companhias existentes hoje – não só pelo número de componentes e amplo repertório trabalhado, mas principalmente pela multiplicidade de gerações presentes nas encenações.
Dirigido por José Celso Martinez Corrêa, nas muitas décadas desta existência, o Teat(r)o Oficina consolidou-se como um lugar de produção de arte e conhecimento. Prestes a completar 61 anos, a Companhia já viveu muitas transmutações vitais. O edifício, no Bixiga, São Paulo, já passou por três transformações arquitetônicas ao longo dos anos: O primeiro, projetado por Joaquim Guedes foi inaugurado em 1961 e incendiado por grupos paramilitares em 1966. Em 1967, entra em cena o projeto de Flávio Império, com o palco giratório de O Rei da Vela. Em 1993 é a vez de Lina Bo Bardi e Edson Elito, que inauguram junto com a companhia, o extraordinário projeto eleito em 2015, pelo jornal The Guardian, como o mais bonito e intenso teatro do mundo.



