Livro Sou o Passageiro, de Marcelo Pedralina
Curitiba, PR

Livro Sou o Passageiro, de Marcelo Pedralina

Edição e publicação do livro Sou o Passageiro, de Marcelo Pedralina | Toma Aí Um Poema

Campanha Financiada com Sucesso!

Finalizada em 23/11/2024

R$ 3.620

arrecadados da meta de R$ 4.100

88%

da meta 5

56

Benfeitores

Finalizada

Projeto Meta Tudo ou Nada

Campanha Financiada com Sucesso!

Finalizada em 23/11/2024

Como essa campanha já foi finalizada, as recompensas não estão mais disponíveis.

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O Livro

Sou o Passageiro, traz uma série de crônicas que retratam a vida cotidiana no transporte público. A obra explora os desafios enfrentados pelos usuários – desde a lotação, os atrasos e as brigas, até os problemas operacionais e as tarifas cada vez mais altas. Mais do que uma simples descrição das dificuldades, o livro mergulha nas relações políticas e sociais envolvidas no ato de se locomover de ônibus todos os dias.

Sob o olhar de um passageiro, que também se autodenomina um "pseudointelectual" do transporte público, Marcelo Pedralina compartilha suas experiências desde a adolescência, testemunhando a repetição dessas histórias em um ciclo sem fim. Sou Passageiro reflete o cotidiano de quem, além de se mover fisicamente pela cidade, reflete sobre o contexto social e as dinâmicas políticas que moldam essa rotina.

O Autor

Marcelo Pedralina é autor de poemas e crônicas publicadas em algumas coletâneas. Escreve principalmente sobre ficção, política, futebol e assuntos do cotidiano. 

Em 2019, o seu poema, “O conflito das vozes”, foi selecionado para fazer parte da antologia “Desvende-me – O Opúsculo do Suspense”. Em 2020, teve seu poema, “Batata sabor carne”, publicado na revista Suplemento Acre, da editora Ameopoema, e em 2021, teve o poema “O Mendigo” publicado na Antologia “Eles não vão nos calar”. Dentre as crônicas publicadas em 2023 Paizan , Love Generation e Telemarketing Político.

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Alguns Trechos do Livro

“Daremos a seguir algumas informações sobre nossa viagem. O tempo de percurso até o TERMINAL METROPOLITANO TABOÃO pode variar conforme as condições de trânsito. São encontrados a bordo deste veículo 0 lavatórios: nenhum na parte dianteira e nenhum na parte traseira.

Pedimos sua atenção especial para a utilização dos equipamentos de emergência... opa, onde é que eles estão mesmo?

Passageiros viajando com crianças menores de 6 anos: a responsabilidade é toda de vocês.”

*

“Desde os meus zero anos de idade sou adepto do silêncio. Devem existir teorias (e se não houver, é um bom tema de TCC, Mestrado ou Doutorado) por aí dizendo que quem fica por mais tempo em silêncio tem um potencial maior para absorção e aprendizado. O silêncio muito bem praticado é um silêncio ensurdecedor.

E o ensurdecedor em questão é o silêncio no interior de um ônibus às sete da manhã de uma segunda-feira, por exemplo. É o clichê de mais um início de semana: todo mundo de cara fechada, com ar de quem acordou não faz muito tempo, parte com olhos fixos ao celular, parte com fones de ouvido e os pensamentos lá na morte da bezerra. 

É assim que a vida do trabalhador começa: motivação que contagia só de olhar. E, não se trata apenas do clichê de que brasileiros são malandros, festeiros e que fazem de tudo para dar migué no serviço. O buraco é bem mais embaixo.”

*

“Sobem os degraus. Passam o cartão no leitor. Blip. Catraca liberada. Giram a catraca e vão encontrar algum lugar, seja em pé ou sentado. Isso todo dia. Das quatro da manhã à meia noite. Aos finais de semana e feriados também. A catraca gira, a economia gira e um certo grau de consumo aquece o comércio, a indústria e o terceiro setor. Se há trabalhadores, estudantes e turistas se deslocando por aí, há demanda ativa na cidade.”

*

“Uma delas, confessou que estava de caso com um dos gerentes da loja, e este, por sua vez, era casado. Segundo o que meu ouvido atento pode detectar, o que mais a incomodava nessa situação era a desconfiança de sua mãe, a qual já começava a suspeitar de que a filha devia estar se metendo com algum homem comprometido.

Se isso fosse no Irã, seria uma baita confusão mesmo, já que lá adultério é considerado crime. Mas, não nos esqueçamos que o que mais a sociedade teve foram reis e monarcas adúlteros. Não é mesmo, Pedro I? Ou devo dizer, “o Demonão””.

*

“...o ambulante passou recolhendo as barras de quem não compraria e o dinheiro de quem optou pela aquisição, mas esqueceu de passar onde eu estava sentado.

Considerei seriamente passar a perna no vendedor e ficar com a barra, então a escondi debaixo do celular. Só que quando reparei ao meu redor, havia dois garotos e um homem mais velho me “comendo” pelos olhos. Imediatamente, a ideia estupida evaporou da minha cabeça.”

O Toma Aí Um Poema

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O Toma Aí Um Poema é um projeto potente de leitura e divulgação de poesia lusófona. Começou em 2020 como podcast, depois virou revista literária interativa e hoje é uma editora preocupada com a emancipação dos autores. É considerado um dos projetos literários mais inovadores da atualidade e soma resultados incríveis:

1k+ autores lidos |   1k+ poetas publicados    | 1 milhão de players

Orçamento - 50 exemplares (2600 Reais)

Impressão Gráfica | 800,00

Material de envio e fretes | 600,00

Serviços Editoriais | 700,00

Registros, solicitações, taxas | 400,00

Margem de segurança | 100,00

Contato

contato@tomaaiumpoema.com.br

@tomaaiumpoema

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Modalidade

Projeto, Meta Tudo ou Nada

A primeira meta de arrecadação precisa ser atingida para o projeto acontecer. Caso contrário, os apoiadores recebem o dinheiro de volta.

  • Recursos só são repassados se a meta mínima for atingida.
  • Taxa aplicada apenas sobre o valor arrecadado.
  • Apoiadores recebem recompensas quando a campanha é bem-sucedida.