Conheça a campanha

Pretendemos diminuir o impacto que o período de quarentena vai gerar nos bailarinos da Companhia de dança Passinho Carioca.
Cada Bailarino receberá por três meses um auxílio de 350,00, garantindo que eles possam seguir na criação de nossos processos artísticos, sem precisar sair de casa, atendendo às orientações dos órgãos oficiais de saúde.
O jovem beneficiado que não faça parte de nenhum grupo de risco, poderá se voluntariar a fim de auxiliar pessoas com pouca intimidade em novas tecnologias para cadastro, Esta estratégia tem como objetivo colaborar para que estas famílias em situação de vulnerabilidade possam receber o auxílio emergencial, se cadastrando sem maiores dificuldades no aplicativo.
A iniciativa conta com a parceria institucional do Observatório de Favelas.

O Projeto Passinho Carioca existe desde 2015 e é voltado para a promoção do jovem de favela através das expressões de dança, teatro e canto, com foco especial no movimento do Passinho. O objetivo é profissionalizar jovens em situação de vulnerabilidade social através da arte, para que os mesmos tenham a possibilidade de transformar seu futuro, alcançando espaços que antes não estavam em seu mapa de possibilidades. Ao todo o projeto profissionalizou 30 jovens que hoje, com o DRT, tem a oportunidade de serem inseridos nos circuitos artísticos, representando uma opção aos subempregos, Além de uma companhia de dança homônima, o projeto atende em média 2.000 jovens através de oficinas e eventos regulares, como a Rabisca Battles, ambos realizados na Arena Dicró.
Com 4 anos de vida, a Cia já se apresentou em palcos como Rio Parada Funk, Rock in Rio e Theatro Municipal e conta em seu currículo com o espetáculo autoral "Resistência: Um Sonho se Realiza!", que circulou a Rede SESC Rio. Com o projeto, revelou talentos para novelas, projetos de dança e teatro, já elaborou uma campanha para a Reserva e recentemente enviou bailarinos a Grécia, para ensinarem os movimentos do Passinho a bailarinos do espetáculo "The Birds" do Diretor Nikos Karathanos, através da Onassis Foundation. Ao todo o projeto profissionalizou 30 jovens que hoje, com o DRT, tem a oportunidade de serem inseridos nos circuitos artísticos, representando uma opção aos subempregos.

A iniciativa atenderá diretamente 24 jovens de diversos em sua maioria da Penha, RJ e outros territórios e indiretamente, as famílias num total de 120 pessoas, já que o recurso comporá suas rendas neste período e também as pessoas que se beneficiarão de suas mãos-de-obras voluntárias para se inscreverem para se beneficiarem da renda básica emergencial.
Nosso maior desafio é com a nossa realidade, pois muitos jovens, vivem da dança e ainda enfrentam esse preconceito de viver da arte até mesmo com seus familiares, o Coronavirus chegou e afastou nosso projeto de nossos atendidos e isso nos preocupa muito, pois quando essa pandemia passar não saberemos qual jovem teremos em nosso projeto, pois caminhos podem ser desviados, com esse fundo, conseguir nos fortalecer como CIA, ainda mais.

Match-funding é como uma vaquinha turbinada: uma nova modalidade de fomento, que mistura o financiamento coletivo (ou crowd-funding) com aporte de parceiros, que multiplicam a arrecadação. Para cada R$ 1 arrecadado pelos projetos selecionados por intermédio da plataforma da Benfeitoria, o Fundo Colaborativo Enfrente contribui com mais R$ 2, até que o valor de R$30.000 seja alcançado.


O Fundo Colaborativo Enfrente, composto pela Fundação Tide Setubal e demais parceiros (vide aba “Parceiros” em benfeitoria.com/enfrente) poderá aportar o total de mais R$ 4.000.000,00 (quatro milhões de reais) para triplicar a arrecadação de campanhas de financiamento coletivo de iniciativas que enfrentem os efeitos do Coronavírus nas periferias urbanas brasileiras. Por se tratar de um Fundo Colaborativo e aberto a novos parceiros, o montante destinado a triplicação dos projetos pode ainda aumentar, possibilitando um número maior de iniciativas contempladas.
