quadro vivo #02 - espaço vivo
Brasil

quadro vivo #02 - espaço vivo

Recortar uma parte do mundo, colocar na luz e trabalhar o m3 (corpos, espaços e tempo).

Campanha Não Financiada

Finalizada em 24/11/2018

R$ 1.875

arrecadados da meta de R$ 15.000

13%

da meta 1

13

Benfeitores

—

Finalizada

Projeto Meta Tudo ou Nada

Campanha Não Financiada

Finalizada em 24/11/2018

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Quadro vivo #02 - espaço vivo - Exposição de Corpos

Com a proposta de reconhecer e valorizar o trabalho dos artistas/performers que já se disponibilizaram para os ensaios sem custos, o apoio financeiro se torna extremamente importante para o acontecimento do projeto. Estamos tendo o apoio de artistas que acreditaram no projeto e nessa outra forma de captar recursos para a realização de projetos de arte independentes. 

Realizado pela primeira vez em 2018 (Festival de performance - Corpos Críticos, Z42) „Quadro vivo“ trás o conceito de performance instalada, também podendo ser chamada de obra duracional, onde não importa o momento em que o público chega para ter contato com a obra pois ela não tem começo nem fim, é um acontecimento, uma compilação de momentos com 3 horas de duração e composta por trabalhos de corpos acontecendo concomitantemente.

Nesse estudo experimental de performance trabalha-se o tempo, o espaço e as relações através do corpo. Os artistas imersos e entregues as suas próprias pesquisas, experimentam um nascer e acordar de suas essências individuais enquanto ao mesmo tempo, são os elementos compositivos do quadro “vivo”. Os visitantes são convidados a circular pelo espaço entre os artistas, questionar limites e testemunhar a intensa experiência do Performer.

http://julianawaehner.allyou.net/9004573/quadro-vivo

Nessa edição #02 o projeto consiste em uma exposição viva de 3 horas, com aproximadamente 20 artistas, a ser realizada no espaço SARACURA localizado na região portuária da cidade do Rio de Janeiro no dia 15 de dezembro de 2018. Como proposta inicial foi enviado um convite a artistas performers para fazerem parte do projeto. Para todos os artistas convidados foram colocadas as seguintes condições:

Participar durante 3 horas trabalhando a percepção dos espaços, dos corpos, do momento concomitantemente. Acreditando que os temas, as questões de cada um já estejam materializadas no corpo que é o elemento auto-compositor dentro dessas novas condições de espaço virando um elemento do trabalho, o resultado vira uma grande vivência e instalação.

Durante os ensaios e vivências de auto-conhecimento na criação artística com os integrantes serão abordados:

* experiência individual/perfomances como obra de arte/instalação,

* imagem vista de fora e relações dentro do quadro

* relação corpo-tempo-paisagem

* os espaços e os entre-espaços

* tempo sem início e fim e o tempo consistente

* composição acidental

corpos

Juliana Wähner, germano-brasileira, Bailarina contemporânea, formada em 2015 pela Escola Técnica Angel Vianna, Designer, graduada 2007 pela Escola Profissional Design e Moda, Munique, Alemanha e ativa nas artes plásticas como artista, performer e recente também na curadoria. Ela tem explorado as possibilidades do corpo quanto material plástico em toda sua complexidade e crueza. Juliana é a idealizadora do projeto e desenvolveu a metodologia do trabalho.

Omar Porto, arquiteto/pesquisador e curador independente, mestrando em História e Crítica de Arte no Programa de Pós Graduação em Artes Visuais da UFRJ e nesse projeto colabora como interlocutor.

Mana pesquisa o corpo por desenrolares expressivos. Cada um de nós é expressão de afetos que se encontram e o processo da arte é o que dá contorno, intensifica e transforma. Formada em Dança Contemporânea pela Escola Angel Vianna, Curso Técnico, (2015).

Saracura é um espaço independente. O projeto nasceu do encontro da artista e educadora Bianca Bernardo, com o arquiteto Cesar Jordão e a curadora Paula Borghi. União que parte do desejo em construir um espaço voltado para a cidade do Rio de Janeiro através das artes visuais, da educação, da arquitetura e urbanismo e de ações culturais em geral.

Cristiano Pepi, Fotógrafo italiano, com formação em Arquitetura. Frequentou os cursos de “Fotografia Pulsional” na Itália (2012) e de “Retrato como Espressão” no Rio de Janeiro (2016). Conforme o princípio pelo qual a observação muda o fenômeno observado, seu papel no projeto não é só de produzir um registro do evento final mas também de acompanhar a evolução do trabalho artístico desde o início, influenciando os participantes com seu olhar fotográfico.

Jéssica Rangel de Castro. Mulher e mãe negra. Pedagoga pela Universidade Estácio de Sá. Graduanda no curso de Bacharel em Dança pela UFRJ. Professora de Dança- Educação em escolas da rede pública e privada. Atuantes no grupo cultural Jongo da Lapa, Dandalua, Rio Maracatu, Cia Babalakina (Dança Afro), CHAP (Cia horizontal de Arte de Pública) e Coletivo Primavera das Mulheres. Intérprete em performances com temáticas voltadas a negritude e suas narrativas.

Pedro Meyer Artista plástico, frequentou a Escola de Artes Visuais do Parque Lage e os ateliês de Carlos Zilio, Gianguido Bonfanti e Luciano Maurício, de 1996 a 2008. Mestre e doutor em Linguagens Visuais pela Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro (2008 e 2013). Pesquisador e professor adjunto de pintura e arte contemporânea na Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro. 

Natural do Rio de Janeiro, Caio Picarelli é artista do corpo, especialista em preparação corporal pela Faculdade Angel Vianna, e explora as (po)éticas de sua carne através do Butô. Sendo aluno direto de Yoshito Ôno, Yukio Waguri e Tadashi Endo, usa de seu corpo como instrumento de confronto ao sistema opressor, explorando cada vez mais as potências do corpo, busca ser a Pedra e Flor.

A artista visual Carol Azevedo investiga em suas performances, foto performances e video-performances, o corpo e a presença; a relação do seu corpo de mulher com objetos, elementos e com o ambiente, explorando por vezes simbologias próprias do feminino e estabelecendo uma relação de fluxo ao inserir e relacionar seu corpo com esses elementos e na paisagem. Seja ele no espaço privado, publico ou na natureza, afetando e sendo afetado. Imagem, gesto e movimento são as linguagens exploradas pela artista nessa investigação cartográfica de existir corpo na arte.

Jamile Moreira é atriz/Performer. Capixaba, iniciou sua trajetória no teatro na FAFI( Escola Técnica Municipal de Teatro do Espirito Santo). Há oito anos trabalha e mora no Rio de Janeiro. Formada pelo Instituto Nossa Senhora do Teatro - RJ e fundadora da Companhia Teatral Meraki, vem desenvolvendo espetáculos e projetos autorais com o grupo desde 2015. Vivenciando o teatro fora do meio acadêmico, através de coletivos de arte independentes, passa a explorar outros campos de atuação, tendo como foco a presença viva e potente do corpo em seus trabalhos.

Artur das Graças, cantor compositor, multi instrumentista e modelo. No momento atua como vocalista de bandas tributos e dando aulas de violão e atabaque.

AyeskaAriza vive, trabalha e estuda no Rio de Janeiro há dois anos. Artista nascida em São Paulo, iniciou seu percurso artístico na dança através do sapateado. Possui bacharelado em cinema e paralelamente ao audiovisual estudou dança contemporânea e ballet clássico. Atualmente está no 2o ano do Curso Técnico em Bailarino Contemporâneo na Escola e Faculdade de Dança Angel Vianna. Seus trabalhos tocam a performance, a dança e o vídeo. Desenvolve no momento o solo “bicho sem cabeça procura centro” e a performance “Estudo de Pose”.  

Cecília Hadassa aka bruxa hitech é atriz-pesquisadora, performer, videomaker e, atualmente, cursa Direção Teatral na UFRJ. Pesquisa o corpo como o lugar de experiência potente, em especial através da sua hibridez e da relação corpo-cidade. Já se apresentou na Escola de Artes Visuais do Parque Lage com a performance “Coelhinha” e “Tour” (2017), assim como em outros espaços culturais pelo Rio de Janeiro. 

Gouramani é formada em design gráfico e trabalha com artes gráficas e ilustração desde 2008. Em 2017 começou a tatuar desenvolvendo em seu desenho um estudo sobre corpos femininos, movimento e forma, flora e fauna. A partir do contato com a artista Juliana Wähner, esse estudo se desdobrou para o estudo de seu próprio corpo e da sua relação com o espaço no campo da performance.

Jessica Guia, Artista visual, graduando em Artes Visuais com ênfase em Escultura, pela Escola de Belas Artes da UFRJ e ex-aluna da Escola de Artes Visuais do Parque Lage. Participou de exposições coletivas na galeria Saracura e no Centro Cultural da Justiça Federal. Pesquisa o corpo como materializador de afetos através da fotografia, vídeo e escultura.

Lorena Pazzanese, graduada em Desenho de Imagem e Som pela Universidade de Buenos Aires. Fez parte da Escola de Dança Angel Vianna, Escola de Música Villa Lobos e atualmente estuda na EAV Parque Lage. Trabalha na intersecção da performance com outras linguagens, como fotografia, vídeo, pintura e instalação. Busca forçar os limites da imagem gerando relações sensoriais para além do impulso visual. Ao usar o corpo como suporte, aliado ao uso de tecnologias, questiona a noção de representação como projeção do ser. Apresentou seu trabalho em diferentes cidades do Brasil, na Colômbia, Argentina e Suíça, em mostras e exposições.

Altamiro Coelho Duarte Neto, estudante de engenharia civil e soldado de primeira classe da Força Aérea Brasileira.

Doda Paranhos atualmente faz mestrado em filosofia na UFRJ, se interessa pelo surgimento do gênero como categoria, e como isso regula as relações. Também é apaixonado por circo e acrobacia aérea. Tendo em vista esses dois campos, ele considera que em ambos os casos a questão da criação de um corpo é bastante presente na vida dele.

metas

Para realização do projeto precisamos de apoio financeiro para custos operacionais, produção e cachês dos artistas. A primeira meta possível para o projeto acontecer é de R$15.000,00, com esse valor pagamos o prolabore dos envolvidos no projeto; a segunda é R$20.000,00 que além do prolabore dos artistas conseguimos pagar os custos de produção, a terceira é R$25.000,00 que pretende pagar os custo do espaço onde a exposição vai acontecer e a produção de uma publicação do trabalho desenvolvido, com textos e imagens da exposição, a quarta meta é R$32.350,00 com esse valor pretendemos dar continuidade a pesquisa já iniciada por Juliana Wähner, realizando oficinas e treinamentos possibilitando novas relações entre corpo e espaço dentro do universo performático. 

recompensas

A entrega das obras será realizado no próprio evento dia 15/12/2018 após o término da exposição.

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fotos dos ensaios :

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Modalidade

Projeto, Meta Tudo ou Nada

A primeira meta de arrecadação precisa ser atingida para o projeto acontecer. Caso contrário, os apoiadores recebem o dinheiro de volta.

  • Recursos só são repassados se a meta mínima for atingida.
  • Taxa aplicada apenas sobre o valor arrecadado.
  • Apoiadores recebem recompensas quando a campanha é bem-sucedida.