Livro TAL QUAL MANJERICÃO, de Ana Paula Inácio Diório
Curitiba, PR

Livro TAL QUAL MANJERICÃO, de Ana Paula Inácio Diório

Edição e publicação do livro TAL QUAL MANJERICÃO, de Ana Paula Inácio Diório | Toma Aí Um Poema

Campanha Financiada com Sucesso!

Finalizada em 14/07/2024

R$ 1.842

arrecadados da meta de R$ 2.600

71%

da meta 2

30

Benfeitores

—

Finalizada

Projeto Meta Tudo ou Nada

Campanha Financiada com Sucesso!

Finalizada em 14/07/2024

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O Livro

O manjericão é uma erva de origem indiana com propriedades medicinais, aromáticas e deliciosamente comestíveis. Contudo, o que mais me impressiona é sua resiliência mesmo diante de uma aparente fragilidade. O título desse livro nasceu da observação de um pé de manjericão que minha mãe plantou em minha casa e que, mesmo sem tempo para muitos cuidados, ele estava lá... Secava, parecia desfalecido, mas era só regar que as folhas voltavam ao verde viçoso e o cheiro se espalhava pelo ar. E o que isso tem a ver com essa obra? Tal qual aquele pé de manjericão, foi o contexto do nascimento dessas poesias... Um renascimento leve, com o frescor de viver ao me aceitar num funcionamento atípico, mas próprio e único da minha natureza neurodivergente. Acreditar nos meus sonhos, aqueles do mundo onírico mesmo, cheios de mensagens ou na lucidez torturante durante a vigília que me fazia duvidar daquilo que era evidente, só foi possível por meio da arte da escrita. Essa obra reúne o processo de mudança e aceitação de minha versão no mundo enquanto uma mulher negra neurodivergente. Ao longo dos dias tristes ou dos momentos de felicidade com cada descoberta as poesias surgiam como um desabafo e uma vontade de registrar a metamorfose que vive individualmente ou junto de um grupo terapêutico de mulheres superdotadas. A própria descoberta da escrita está materializada aqui, por isso, essa obra consagra muitas coisas em mim, inclusive, me entender enquanto escritora e o papel da poesia na minha vida. Tal qual Manjericão reúne muitas partes de mim e do que eu amo: as Ciências da Natureza, a arte, as vivências enquanto uma mulher negra superdotada, meus pais, os esportes, a docência, as partes que me compõem como um todo tentando fazer sentido nesse mundo. Assim como a beleza das transformações pelas quais passamos ao longo da vida e o quão mais bonitas elas podem sem ser com uma pitada de arte e umas folinhas de manjericão.

A Autora 

Ana Paula Inácio Diório

Uma mulher negra, cisgênero, educadora e cientista que ama a solitude e escreve para se entender e acolher seus sentimentos e sensibilidades diante do mundo. Capixaba de nascimento, com parte da vida no Rio de Janeiro e na Bahia, venho me formando entre as cidades que já vivi, fiz e desfiz laços, finquei algumas raízes, dei alguns frutos e pude deixar algumas sementinhas. Depois de anos levando a vida cuja identidade profissional me descrevia enquanto ser humano sabia que havia algo mais, um potencial latente que fui aprendendo a mascarar por meio de um perfeccionismo disfuncional. Agora, com a coragem de jogar a arte no mundo e partilhar meu processo de aceitação e autoconhecimento, posso me descrever para além da docente da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia, cientista e extensionista defensora da Agroecologia, da reforma agrária e do Socialismo e da justiça racial, feminista, apaixonada por uma roda de samba, por praias e dias ensolarados, pela prática de esportes e pela cultura corporal, por aprender e conhecer cada canto desse mundo e os diferentes modos de vida. E sempre voltar pra casa ainda mais feliz, grata e apaixonada por ser brasileira!

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Alguns Poemas do Livro

Meus pares

Não quero ter um milhão de amigos

Quero o olho no olho, a sensibilidade

A profundidade da diferença

Atraio-me pelo diferente

Uma habilidade atualmente antiga

Di – ver- gente

Ventricular

A estranha solidão me cai bem

Eu caio bem na solidão

Um infinito de possibilidades 

Só o som do coração

Era tão barulhento ouvir

O silêncio da solidão 

A sensibilidade do estribo não ouvia

Só o som do coração 

De estranho ficou bom

Normal de tão diferente 

Antes tudo era som 

Agora tudo no tom

É mais fácil ouvir as letras

Antes tudo era som

Água viva

Você tem a memória do mar?

Quando tudo começou você sabia nadar 

Observe vários animais cultivam a memória do mar 

Pode até parecer esquisito quando alguém vier perguntar 

Mas, não se sinta estanho: você tem a memória do mar 

No seu corpo d’ água, você pode notar

Mesmo sem saber nadar, você tem a memória do mar  

CurArte

A arte me cura dos desencontros

E dos encontros mal acabados

Toda a dificuldade do mundo termina em arte

Aquela que se nega, em desastre

Tal qual manjericão

Entre ervas e artes

Cheiros e cores

Folhas e letras

Paz e rumores

A obra se fez 

Entre raiz e paixão

Flores e aromas

Tal qual manjericão 

O Toma Aí Um Poema


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O Toma Aí Um Poema é um projeto potente de leitura e divulgação de poesia lusófona. Começou em 2020 como podcast, depois virou revista literária interativa e hoje é uma editora preocupada com a emancipação dos autores. É considerado um dos projetos literários mais inovadores da atualidade e soma resultados incríveis:

1k+ autores lidos |   1k+ poetas publicados    | 1 milhão de players

Orçamento - 50 exemplares (2600 Reais)

Impressão Gráfica | 800,00

Material de envio e fretes | 600,00

Serviços Editoriais | 700,00

Registros, solicitações, taxas | 400,00

Margem de segurança | 100,00

Contato

contato@tomaaiumpoema.com.br

@tomaaiumpoema

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Modalidade

Projeto, Meta Tudo ou Nada

A primeira meta de arrecadação precisa ser atingida para o projeto acontecer. Caso contrário, os apoiadores recebem o dinheiro de volta.

  • Recursos só são repassados se a meta mínima for atingida.
  • Taxa aplicada apenas sobre o valor arrecadado.
  • Apoiadores recebem recompensas quando a campanha é bem-sucedida.