Conheça a campanha

Eu roubei o troféu da Libertadores é um livro de ficção que conta a história de um jovem peruano (Joabe de Urquiza y Pizarro) que foi trabalhar como artesão na Plateria Camusso aos 15 anos, onde se produziu o Troféu da Libertadores que conhecemos hoje. Pegou tanta afeição a taça que, na final de 1970, entre o Club Estudiantes de La Plata x CA Peñarol, fez a troca das mesmas, ou seja, ficou com a original e no lugar colocou uma cópia praticamente perfeita. Torcedor fanático do Club Alianza Lima, prometeu a Santa Rosa de Lima, durante as Libertadores de 1976 e 1978, que se o título fosse conquistado pelo clube peruano devolveria a taça original, nada feito! Além disso, produziu o troféu de 1975 entregue ao CA Independiente e o restauro da mesma, em 2021, já em sua velhice. Ao término da vida, conversando com seu pai em sonho, promete a devolucão da taça. Coloca, então, toda a história em carta-testamento para seus filhos, netos e netas afirmando que como décimo segundo artesão, sentia-se na obrigação de tê-la guardado por todo esse tempo. É um livro que conta a história da paixão de um torcedor, pela Taça, pela Copa Libertadores e claro, pelo Club Alianza Lima!

Eu roubei o troféu da Libertadores é uma envolvente trama ficcional. Nela, há não apenas o roubo da Taça Libertadores, como também a produção de uma réplica perfeita colocada no lugar da original. É, portanto, um enredo misterioso e instigante que, por isso, já vale a nossa leitura.
No entanto, Eu roubei o troféu da Libertadores não para por aí. O livro é uma aula de história tanto sobre a Copa Libertadores quanto sobre a origem e o desenvolvimento do futebol sul-americano. É, ainda, uma obra didática ao destacar, de forma clara e suave, a importância dos libertadores da América. E unificadora na medida em que aproxima, através do futebol, países e culturas na vastidão do nosso maravilhoso continente.
Eu roubei o troféu da Libertadores nos convida a conhecer essa nossa América do Sul de muitas histórias, gols, torcedores(as) e taças.
Eu roubei o troféu da Libertadores terá, aproximadamente, 130 páginas com miolo P/B e capa em papel cartão.
A Editora

Criada em julho de 2020, a Editora Campo ou Bola quer jogo! Veste a camisa dos livros sobre futebol, narrados por quem se encanta com o jogo. Nosso objetivo é fazer parcerias e publicar o que tantos autores e autoras têm a falar sobre esse esporte que mexe com a gente.
A Editora é pequena, porém aguerrida. Não tem cartolas por trás do trabalho diário. Quem a apoia é você, leitor e leitora, que ama o futebol e torce para que ele dê certo também nas páginas dos livros.
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Os autores

Roberto Bonnet
Professor de Gestão de Negócios, Fundador da Soxxer Academy (primeira Rede de Escolas de futebol 100% feminina do Brasil), membro-fundador da Fundação Club Athletico Paranaense (FUNCAP), torcedor do Club Athletico Paranaense, Tottenham Hotspur, CA River Plate e Montevideo Wanderers. Sendo apaixonado pelo futebol inglês e sul-americano, não poderia deixar de escrever sobre a taça mais emblemática de todas e conforme o próprio, o mais bonito e pesado troféu do mundo! Com o Club Athletico Paranaense, esteve na final da Libertadores de 2022 em Guayaquil, no Equador e sentiu a dor da perda do título e da taça por um pouco, repetindo 2005, na final contra o São Paulo, onde foi seu primeiro lamento pela troféu. Como sempre brinca e relata: Quem não gostaria daquela taça, na sala de sua casa, nem que fosse em miniatura? Em homenagem a esses que querem a mais emblemática taça é que escreve seu primeiro livro ficcional - Eu roubei o troféu da Libertadores.

Rosaldo Bonnet
Administrador, especialista em Inovações Tecnológicas e em Gestão de Projetos, mas apaixonado por uma boa história e estórias. Em 2023 lançou seu primeiro livro "As Cruzadas, os Templários e a Maçonaria" e não parou mais de escrever e idealizar novos temas. Histórias, bem contadas e contadas com propósito em sua opinião enriquecem a alma e dão acesso a um dos maiores tesouros que se pode ter, conhecimento. Além de escritor e de sua atuação profissional é pai, pai do Pedro, a quem dedica suas obras. E já quase a esquecer, nas horas vagas ainda arranja um tempinho para pintar!
Orçamento aproximado
Gráfica: 42%
Produção: 32%
Envios: 15%
Taxa Benfeitoria: 11%