Viagem a Nova York
Brasil

Viagem a Nova York

VIAGEM A NOVA YORK é o novo espetáculo do Teatro Número Três. A peça conta a história semi-ficcional de um homem que viajou para o exterior e desapareceu

Campanha Financiada com Sucesso!

Finalizada em 11/10/2018

R$ 7.550

arrecadados da meta de R$ 11.000

69%

da meta 2

34

Benfeitores

—

Finalizada

Projeto Meta Tudo ou Nada

Campanha Financiada com Sucesso!

Finalizada em 11/10/2018

Como essa campanha já foi finalizada, as recompensas não estão mais disponíveis.

Conheça a campanha

O que é este projeto?

VIAGEM A NOVA YORK é o novo espetáculo teatral do grupo Teatro Número Três. Criado a partir de documentos reais e registros pessoais, que o autor, Marcio Freitas, colecionou ao longo de uma viagem de nove meses – áudios, e-mails, fotos, mapas, entrevistas — a peça conta a história semi-ficcional de um homem que viajou para o exterior e desapareceu.

Baseada nas histórias detetivescas do romance TRILOGIA DE NOVA YORK, de Paul Auster, a narrativa acompanha o périplo de Marina, que, diante do sumiço de seu amigo, passa a devassar a vida dele, iniciando uma jornada labiríntica de investigação. Lendo e relendo conversas por whatsapp, gravações, registros bancários, Marina e seus amigos fixam-se nos detalhes mais ínfimos na busca por um sentido. Nesse percurso, aparecem outras vidas, de figuras que conheceram Marcio em Nova York, pessoas que abandonaram o Brasil em busca de outros futuros. A peça culmina com a partida da própria Marina, que viaja a Nova York, para tentar transformar-se ela também, na esperança de chegar mais perto da verdade.

O TEATRO NÚMERO TRÊS é um grupo teatral sediado no Rio de Janeiro, que desde 2010 trabalha com histórias reais misturando verdade e ficção. VIAGEM A NOVA YORK é seu terceiro espetáculo e segue a trilha das criações anteriores — Sem falsidades (2011) e Pequenas biografias (2014) —, desenvolvendo uma forma dramatúrgica particular, na qual o autor e diretor Marcio Freitas faz rearranjos de fragmentos extraídos da realidade, a partir do material trazido por atores e colaboradores, produzindo com isso narrativas nas quais o grupo lê sua própria história e representa a si mesmo sob uma chave paródica, misturando autobiografia, metalinguagem e documentário.

VIAGEM A NOVA YORK tem data marcada para sua temporada de estreia: 21 de setembro a 8 de outubro de 2018, com 12 apresentações, de sexta a segunda-feira, no palco do Espaço Cultural Municipal Sérgio Porto, como parte da ocupação artística do projeto ENTRE. A classificação etária é de 14 anos e a duração é de 70 minutos.

O espetáculo começou a ser idealizado na ocasião da ida do autor a Nova York, que lá realizou pesquisa de doutorado cujo tema era o teatro autobiográfico. De 2015 a 2016, ele captou registros para compor a dramaturgia do espetáculo. Ao longo de 2017, já de volta no Brasil, o grupo realizou uma série de oficinas com atores e colaboradores para investigação da linguagem cênica (leituras de dramaturgos contemporâneos, estudo de vídeos de espetáculos de artistas nacionais e internacionais, exploração de formas de narrar com aparatos tecnológicos, etc.). No início de 2018, começaram os ensaios para a montagem de VIAGEM A NOVA YORK.

A equipe atual do espetáculo é composta por 10 artistas que trabalham de forma independente para fazê-lo existir. Alguns estão com o grupo desde o primeiro projeto, outros foram chegando ao longo dos anos. Há 9 anos, o TEATRO NÚMERO TRÊS faz parcerias com artistas que colaboram com seus processos de criação cênica. 

Nesta montagem, recorremos ao financiamento coletivo por meio da Benfeitoria, como forma de viabilizar a produção. Acreditamos que o financiamento coletivo é hoje, no cenário cultural da cidade do Rio de Janeiro, uma forma possível, potente e viável de se fazer teatro de resistência, sobretudo para grupos que investem em pesquisa de linguagem, como é o caso do TEATRO NÚMERO TRÊS. 

Como funciona o financiamento coletivo? 

A ideia é simples, vamos financiar coletivamente o projeto na categoria É TUDO OU NADA. Quem contribuir ganhará uma recompensa, de acordo com o que está sendo oferecido ao lado. Seguimos somando as contribuições até a data limite da campanha, para atingir pelo menos a meta inicial. Caso não consigamos atingir a meta mínima, ninguém perde, pois o dinheiro será devolvido aos financiadores.

Meta 1. R$ 7.500,00 — quantia que cobre os custos mínimos do projeto, referentes a aquisição de material e mão-de-obra para a confecção de elementos cênicos (cenário, figurinos, iluminação), serviço de montagem e desmontagem, transporte de material, custos com sala de ensaios e assessoria de imprensa, além do pagamento referente às taxas das transações financeiras e do sistema de financiamento coletivo (MOIP + 3% para a plataforma = 8% do valor para taxas).

Meta 2. R$ 11.000,00 – atingindo essa quantia, garantimos a locação de alguns equipamentos e também custeamos o material gráfico de divulgação (banner, cartazes, programas, etc.). Aqui também estão incluídas as taxas das transações financeiras, mais um aumento no percentual do sistema de financiamento coletivo para 5% (MOIP + 5% = 10% do valor para taxas).

Meta 3. R$ 15.000,00 — acrescentamos à meta anterior um valor para garantir os registros da peça em foto e vídeo, e também ofereceremos uma ajuda de custo simbólica para a equipe artística. Se atingirmos essa meta, aumentaremos o percentual da plataforma para 9% (MOIP + 9% = 14% do total para taxas).

Quem são os profissionais envolvidos no projeto?

Texto e direção: Marcio Freitas

Elenco: Ana Skaf, Marina Hodecker, Pamella Rodrigues, Pedro Florim e Renata Gasparim

Cenografia: Adriana Milhomem e Arlete Rua

Figurinos e adereços: Arlete Rua

Iluminação: Adriana Milhomem

Trilha sonora: Thiago Assis

Preparação vocal: Natália Fiche

Fotos de divulgação: Marcela Freitas

Colaboração artística: Andrea Santiago, Carolina Godinho e Júlia Sarmento

Assessoria de imprensa: Duetto Comunicação

Direção de produção: Marcio Freitas e Marina Hodecker

Realização: Teatro Número Três

Denunciar esta campanha

Modalidade

Projeto, Meta Tudo ou Nada

A primeira meta de arrecadação precisa ser atingida para o projeto acontecer. Caso contrário, os apoiadores recebem o dinheiro de volta.

  • Recursos só são repassados se a meta mínima for atingida.
  • Taxa aplicada apenas sobre o valor arrecadado.
  • Apoiadores recebem recompensas quando a campanha é bem-sucedida.