Conheça a campanha
Com a palavra LEONARDO FRANCO
Diretor do Centro Cultural
Bem-vindos meus amigos. Muito bem-vindos. O Centro Cultural Solar de Botafogo completa agora em 2020, 14 anos de funcionamento. Comprei esta casa em 04 de julho de 2001, uma casa centenária, do início do século passado, nela viveu por alguns anos Ângelo Mendes de Moraes, que foi Prefeito do Rio de Janeiro, entre 1947 e 1951. Entre a compra do imóvel e o licenciamento da obra, foram necessários três anos de espera. Em 10 de maio de 2004 as obras foram iniciadas. Tudo foi demolido, somente a fachada, que eu acho belíssima, e algumas paredes ficaram de pé (todas as paredes de tijolos aparentes são originais). Era uma casa de 2 andares que foi ao chão e do zero erguemos um edifício teatral de 15 metros de altura no seu ponto mais alto, o urdimento. As obras duraram 02 anos e meio e podem ter certeza de que todo esforço valeu à pena.

Abrimos as portas em 17 de outubro de 2006 e apenas um ano depois, pela importância de nosso empreendimento, fomos agraciados com o Prêmio Shell 2007 na categoria especial. Além de produzir nossos próprios espetáculos, já apresentamos mais de 200 peças teatrais, 700 shows, 90 exposições e centenas de eventos corporativos, literários e cinematográficos. Também oferecemos cursos variados e mantemos ações educacionais e sociais em parceria com Institutos e ONGs como a Argilando.
Desde a inauguração, já circularam pelo centro cultural mais de um milhão de pessoas. Todos estes fatos e números me deixam muito feliz e orgulhoso, pois refletem o nosso compromisso com a comunidade, a qualidade de nossa programação e nosso empenho em recebê-los da melhor forma possível. E isto, para mim, é muito importante. Eu quero que vocês se sintam bem ao visitarem nossa casa e que voltem sempre. Agradeço por serem amigos do Solar e peço que continuem prestigiando nossas atividades. Aliás, me façam uma gentileza, sempre que puderem, prestigiem as casas de espetáculos de nossa cidade, de nosso país.
O casarão, transformado em centro cultural, data do início do século passado e pertenceu ao general Ângelo Mendes de Moraes, prefeito do Rio de janeiro (1947 a 1951) e, mais tarde, por quatro décadas, à família da deputada Lígia Lessa Bastos. Erguido nas terras da antiga fazenda São Clemente, estava desabitado há anos, e foi arrematado por Leonardo Franco do dia 04 de julho de 2001. De posse do terreno, Leonardo convidou o cenógrafo e arquiteto paulista J.C. Serroni, autor do livro Uma Memória do Espaço Cênico no Brasil, para desenvolver o anteprojeto do SOLAR DE BOTAFOGO. O projeto executivo foi entregue a José Dias – doutor em Cenografia pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA) –, que trabalhou em colaboração com o arquiteto Maurício Campbell.
Entre a compra do imóvel e o licenciamento da obra, foram necessários três anos de espera. Em 10 de maio de 2004, sob o comando do Engenheiro Rogério de Oliveira da empresa CCBM, tinha início a demolição do espaço interno do casarão, de onde foram retirados mais de 400 caminhões de entulho. Três meses depois, começava o trabalho de assentamento das fundações que sustentariam a nova estrutura projetada por Serroni e José Dias. Após o término das duas primeiras fases da obra, Leonardo convidou um grupo de arquitetos e cada um ficou responsável por decorar um dos ambientes. A ideia era transformar o centro cultural numa mostra permanente de arquitetura de interiores.
Caco Borges criou a ambientação do Teatro Solar; Chicô Gouvêa, a do café-concerto; Flávia Santoro e Danielle Parreira ficaram com o lounge; Alexandre Lobo e Fábio Cardoso, com a Galeria de Arte Vertical; Maurício Prochnik, com os camarins; Cláudia Brassaroto projetou os banheiros públicos, Isve Campos, a sala de estar e de música, Alexandre Murucci, o elevador e a bilheteria, Jairo de Sender, o Teto Solar, além da equipe da Landscape que decorou a fachada e o artista plástico Dudu Garcia que fez do Espaço II uma instalação cênica.
Com uma equipe permanente de 30 operários e a participação indireta de cerca de 300 profissionais, a construção do CENTRO CULTURAL SOLAR DE BOTAFOGO, consumiu trinta meses até o dia de sua inauguração, em 17 de outubro de 2006.


É importante que saibam que o teatro, a música, o cinema, as artes em geral, precisam de vocês, de um público generoso e formador de opinião. Vocês que alimentam as nossas esperanças. Vocês que mantêm nossas paredes erguidas. Não esqueçam disto.
Estamos fechados desde 13 de março, toda a programação foi cancelada e não sabemos quando poderemos retomar nossas atividades. Obviamente, neste momento, a prioridade e a saúde de nossas famílias e de toda população, mas não podemos deixar de pensar em nossos funcionários e na manutenção de nosso espaço. As contas não param de chegar e a carga de impostos é altíssima, por isto precisamos que cada um de vocês se transforme num AMIGO DO SOLAR, colaborando para a sustentação de um centro cultural, que em 15 anos de funcionamento, sempre com uma programação de extrema qualidade, já recebeu mais de um milhão de visitantes.
Mas sabia que sua BENFEITORIA será recompensada!
Veja só quantas possibilidades estão ao seu alcance!
- Para o público em geral que quer garantir seu lugar na plateia quando pudermos reabrir.
- Para você que tem um projeto e quer estar em nosso palco, pode já garantir sua pauta e estar na nossa programação.
- Para você que é fã e quer ter alguma coisa bacana de seu artista.

Experiencias com profissionais e cursos que você só vai encontrar aqui!







#vidalongaaosolar
*Camisa (100% algodão/T-shirt masculina e infantil e Baby long feminina)
*Caneca e camisa também na cor branca.

MOLETOM ANA GABRIELA
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Moletom ANA GABRIELA //PRETO ou ROSA



ELBA RAMALHO - O OURO DO PÓ DA ESTRADA (CD autografado)

ANAVITORIA (kit duplo autografado)

JÃO (Kit duplo autografado)

CASUARINA (Kit duplo autografado)






Diogo Franco // Fotografia
Série “Viagens e Paisagens”
Tamanho: 30 x 40
Molduras com passepartout de 5cm e vidro anti reflexo.





Sérgio Santoian //Fotógrafo
Carioca, formado em arte dramática e começou a fotografar em 2011. Ganhou notoriedade ao clicar famosos para o projeto “OFÉLIA PROJECT”, em que retratava diferentes versões para a morte da personagem Shakespeariana. Criou também o projeto “MULHERES DE SHAKESPEARE”, o projeto de nudez masculina “THE MALE NUDE PROJECT” e o projeto “FEITO TATUAGEM”.
Fotos emolduradas, tamanho 1,80 x 0,90.


Leo Aversa //Fotógrafo
Fotógrafo e articulista do Jornal OGLOBO.
Tamanho: 30 x 45
Molduras com passepartout de 5cm e vidro anti reflexo.

Quadro Entre tramas - Fabio Borburema
Relevo em aço com técnica mista, colagem e costura em fios de cobre.
Medidas 90x90x5cm
Ano 2020
