Proteção para as populações amazônicas |

Proteção para as populações amazônicas

Faça uma doação e apoie a aquisição de Equipamentos de Proteção Individual e a confecção de máscaras para agricultores (as) familiares e extrativistas

Projeto por: Observatório do Manejo Florestal Comunitário e Familiar
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Observatório do Manejo Florestal Comunitário e Familiar

Observatório do Manejo Florestal Comunitário e Familiar
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Outro valor

A campanha “Proteção para as populações amazônicas” busca apoiar a aquisição de Equipamentos de Proteção Individual (EPI’s) e incentivar a confecção de máscaras para extrativistas e agricultores (as) familiares. Estão à frente desta ação de solidariedade o Observatório do Manejo Florestal Comunitário e Familiar (OMFCF), o Conselho Nacional das Populações Extrativistas (CNS), o Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB) e organizações sociais de base comunitária com atuação na região Norte.

Desafios

No Pará há mais de 300 mil famílias vivendo em áreas de florestas comunitárias, como, por exemplo, unidades de conservação, assentamentos rurais e territórios quilombolas. São áreas distantes dos centros urbanos e sem acesso à infraestrutura que dificulta ou, até mesmo, impedem a aquisição de equipamentos para a proteção contra a covid-19.

O desafio das longas distâncias pode ser observado na Reserva Extrativista Verde Para Sempre (Resex VPS), no município de Porto de Moz, às margens dos rios Xingu e Amazonas. Com dimensão equivalente a oito vezes o tamanho da cidade São Paulo, a comunidade mais próxima da sede municipal está a duas horas de barco, a mais distante fica em torno de 18 horas.

Na Resex vivem cerca de 2,5 mil famílias, muitas não acessaram o auxílio emergencial do governo e se arriscam se deslocando para os centros urbanos em busca de informações sobre o recurso pago pela Caixa. O apoio financeiro é um reforço na renda, pois as medidas de distanciamento social diminuem a comercialização de produtos importantes da economia extrativista, como, por exemplo, a madeireira, o Açaí e a Castanha do Brasil.

Segundo estimativas do OMFCF as paralisações das atividades ligadas à extração sustentável de madeira na VPS podem gerar um prejuízo de cerca de R$ 1,3 milhões caso as comunidades não consigam operacionalizar a safra de 2020. Com isso, a renda de mais 200 famílias ficará comprometida na maior Resex do Brasil.

Campanha

O OMFCF, por meio de projetos com seus doadores, já disponibilizou recursos para que o Comitê de Desenvolvimento Sustentável (CDS) em Porto de Moz, o Sindicato de Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais (STTR) de Breves, a Associação Comunitária de Santo Ezequiel Moreno, em Portel, e a Rede Bragantina iniciassem o apoio aos extrativistas e agricultores (as) familiares.

A campanha “Proteção para as populações Amazônicas” busca arrecadar R$ 30 mil para consolidar o trabalho naqueles territórios. Com recursos do financiamento coletivo busca-se fortalecer grupo de mulheres para a confecção de máscaras e facilitar a chegada de EPI’s para as populações mais isoladas.   Caso a meta de arrecadação seja ultrapassada outros territórios serão atendidos.

Observatório do Manejo Florestal Comunitário e Familiar ainda não publicou nenhuma notícia.

A campanha “Proteção para as populações amazônicas” busca apoiar a aquisição de Equipamentos de Proteção Individual (EPI’s) e incentivar a confecção de máscaras para extrativistas e agricultores (as) familiares. Estão à frente desta ação de solidariedade o Observatório do Manejo Florestal Comunitário e Familiar (OMFCF), o Conselho Nacional das Populações Extrativistas (CNS), o Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB) e organizações sociais de base comunitária com atuação na região Norte.

Desafios

No Pará há mais de 300 mil famílias vivendo em áreas de florestas comunitárias, como, por exemplo, unidades de conservação, assentamentos rurais e territórios quilombolas. São áreas distantes dos centros urbanos e sem acesso à infraestrutura que dificulta ou, até mesmo, impedem a aquisição de equipamentos para a proteção contra a covid-19.

O desafio das longas distâncias pode ser observado na Reserva Extrativista Verde Para Sempre (Resex VPS), no município de Porto de Moz, às margens dos rios Xingu e Amazonas. Com dimensão equivalente a oito vezes o tamanho da cidade São Paulo, a comunidade mais próxima da sede municipal está a duas horas de barco, a mais distante fica em torno de 18 horas.

Na Resex vivem cerca de 2,5 mil famílias, muitas não acessaram o auxílio emergencial do governo e se arriscam se deslocando para os centros urbanos em busca de informações sobre o recurso pago pela Caixa. O apoio financeiro é um reforço na renda, pois as medidas de distanciamento social diminuem a comercialização de produtos importantes da economia extrativista, como, por exemplo, a madeireira, o Açaí e a Castanha do Brasil.

Segundo estimativas do OMFCF as paralisações das atividades ligadas à extração sustentável de madeira na VPS podem gerar um prejuízo de cerca de R$ 1,3 milhões caso as comunidades não consigam operacionalizar a safra de 2020. Com isso, a renda de mais 200 famílias ficará comprometida na maior Resex do Brasil.

Campanha

O OMFCF, por meio de projetos com seus doadores, já disponibilizou recursos para que o Comitê de Desenvolvimento Sustentável (CDS) em Porto de Moz, o Sindicato de Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais (STTR) de Breves, a Associação Comunitária de Santo Ezequiel Moreno, em Portel, e a Rede Bragantina iniciassem o apoio aos extrativistas e agricultores (as) familiares.

A campanha “Proteção para as populações Amazônicas” busca arrecadar R$ 30 mil para consolidar o trabalho naqueles territórios. Com recursos do financiamento coletivo busca-se fortalecer grupo de mulheres para a confecção de máscaras e facilitar a chegada de EPI’s para as populações mais isoladas.   Caso a meta de arrecadação seja ultrapassada outros territórios serão atendidos.

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