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[SP] Rede de Mulheres Periféricas

Fortaleça uma rede de mulheres periféricas que auxiliam famílias vulneráveis chefiadas por mulheres na zona sul de São Paulo/SP.

Projeto por: Daniela Rodrigues Damaceno
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Daniela Rodrigues Damaceno

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Vamos adquirir alimentos para distribuição de 100 cestas básicas e kits de higiene para famílias da periferia sul de São Paulo chefiadas por mulheres. Custearemos a estrutura básica para o oferecimento de auxílio psicológico gratuito e remoto até o limite de 50 pessoas (as mulheres que chefiam estas famílias são prioridades mas atenderemos também pessoas da família por elas indicadas e mulheres em situação vulnerável que porventura não precisem de alimentos mas nos procurem em razão desta necessidade específica), auxílios emergenciais relacionados ao apoio em casos de violência doméstica e necessidades especiais (como aquisição de leite para bebês pré-maturos).

Ao longo de nosso trabalho permanente como rede de mulheres nós nos relacionamos com muitas chefes de família que são as que mais estão expostas agora, porque são as que saem em busca desesperada de alimentos para seus filhos.  Acreditamos que fornecer alimentos e condições básicas a estas mulheres reduz a exposição delas e de suas famílias aos riscos de contaminação, além de cooperar com a redução da circulação de pessoas. Acreditamos que as mulheres são as educadoras com mais capilaridade em qualquer território e, por isso, muni-las com instrumentos de higiene, com máscaras e orientação de prevenção pode surtir o efeito de atingir não apenas suas famílias mas toda a comunidade a seu redor.

Realizamos o levantamento de famílias com necessidades urgentes e disponibilizamos um e-mail para solicitação de auxílio psicológico, assim como um formulário para pedidos de auxílio em situações de violência doméstica. Firmamos parceria com um supermercado do bairro – para fortalecer a economia local – que nos fornecerá as cestas e nos revezaremos em duplas de mulheres para a distribuição das cestas. Psicólogas voluntárias – todas com registro no CRP e moradoras da zona sul – já tem iniciado a resposta aos pedidos de auxílio que chegam via e-mail e nós, que distribuímos as cestas, conversamos com cada uma dessas mulheres no intuito de indica-las também aos cuidados em saúde mental.

Somos um coletivo de mulheres moradoras da zona sul de São Paulo que há mais de um ano se reúne mensalmente para estudar temas feministas, para trocar informações sobre violências e violações machistas em nosso território, para organizar intervenção educativas e/ou de denuncia a respeito destas violações e para nos fortalecermos como ativistas de diversas frentes territoriais onde, tristemente, também enfrentamos machismo.

Entre nós há mulheres de diferentes faixas etárias, há mulheres que são mães, mulheres trans, trabalhadoras domésticas – pagas ou não, dentro ou fora de suas casas, educadoras do ensino básico de escolas e creches públicas da região, autônomas, vendedoras ambulantes, artistas e permacultoras. Somos mulheres ativas e ativistas em nossos territórios, sendo atuantes em coletivos e movimentos que se organizam por melhores condições de vida em nossas favelas e comunidades.

A Zona Sul de São Paulo é a periferia onde estamos e que figura como foco de nossa atuação. Ela é imensa e, nas regiões onde mapeamos mulheres (M´Boi Mirim, Capão Redondo, Campo Limpo e Capela do Socorro) somos mais que 2 milhões e meio de moradores. Historicamente as mulheres tem um papel essencial na organização popular para conquistar melhorias de vida nestes territórios. Desde o movimento contra a carestia nas Comunidades Eclesiais de Base (anos 70), passando pelos clubes de mães (anos 80) e chegando a uma ampla intervenção nas lutas em associações de moradores, com profissionais da educação e produtoras de cultura.

No entanto, tristemente, nossa região figura entre os piores índices de violência contra a mulher, tendo o Capão Redondo, em 2019, como líder no ranking de violência monitorada ao partir de denúncias formais. Por isso, fortalecer as mulheres dessas comunidades é fortalecer comunidades inteiras e ampliar suas chances de atravessar com menos danos e mortes a terrível situação que atravessamos com a Pandemia da COVID19.

Match-funding é como uma vaquinha turbinada: uma nova modalidade de fomento, que mistura o financiamento coletivo (ou crowd-funding) com aporte de parceiros, que multiplicam a arrecadação. Para cada R$ 1 arrecadado pelos projetos selecionados por intermédio da plataforma da Benfeitoria, o Fundo Colaborativo Enfrente contribui com mais R$ 2, até que o valor de R$30.000 seja alcançado.

O Fundo Colaborativo Enfrente, composto pela Fundação Tide Setubal e demais parceiros (vide aba “Parceiros” em benfeitoria.com/enfrente) poderá aportar o total de mais R$ 4.000.000,00 (quatro milhões de reais) para triplicar a arrecadação de campanhas de financiamento coletivo de iniciativas que enfrentem os efeitos do Coronavírus nas periferias urbanas brasileiras. Por se tratar de um Fundo Colaborativo e aberto a novos parceiros, o montante destinado a triplicação dos projetos pode ainda aumentar, possibilitando um número maior de iniciativas contempladas.

Daniela Rodrigues Damaceno ainda não publicou nenhuma notícia.

Vamos adquirir alimentos para distribuição de 100 cestas básicas e kits de higiene para famílias da periferia sul de São Paulo chefiadas por mulheres. Custearemos a estrutura básica para o oferecimento de auxílio psicológico gratuito e remoto até o limite de 50 pessoas (as mulheres que chefiam estas famílias são prioridades mas atenderemos também pessoas da família por elas indicadas e mulheres em situação vulnerável que porventura não precisem de alimentos mas nos procurem em razão desta necessidade específica), auxílios emergenciais relacionados ao apoio em casos de violência doméstica e necessidades especiais (como aquisição de leite para bebês pré-maturos).

Ao longo de nosso trabalho permanente como rede de mulheres nós nos relacionamos com muitas chefes de família que são as que mais estão expostas agora, porque são as que saem em busca desesperada de alimentos para seus filhos.  Acreditamos que fornecer alimentos e condições básicas a estas mulheres reduz a exposição delas e de suas famílias aos riscos de contaminação, além de cooperar com a redução da circulação de pessoas. Acreditamos que as mulheres são as educadoras com mais capilaridade em qualquer território e, por isso, muni-las com instrumentos de higiene, com máscaras e orientação de prevenção pode surtir o efeito de atingir não apenas suas famílias mas toda a comunidade a seu redor.

Realizamos o levantamento de famílias com necessidades urgentes e disponibilizamos um e-mail para solicitação de auxílio psicológico, assim como um formulário para pedidos de auxílio em situações de violência doméstica. Firmamos parceria com um supermercado do bairro – para fortalecer a economia local – que nos fornecerá as cestas e nos revezaremos em duplas de mulheres para a distribuição das cestas. Psicólogas voluntárias – todas com registro no CRP e moradoras da zona sul – já tem iniciado a resposta aos pedidos de auxílio que chegam via e-mail e nós, que distribuímos as cestas, conversamos com cada uma dessas mulheres no intuito de indica-las também aos cuidados em saúde mental.

Somos um coletivo de mulheres moradoras da zona sul de São Paulo que há mais de um ano se reúne mensalmente para estudar temas feministas, para trocar informações sobre violências e violações machistas em nosso território, para organizar intervenção educativas e/ou de denuncia a respeito destas violações e para nos fortalecermos como ativistas de diversas frentes territoriais onde, tristemente, também enfrentamos machismo.

Entre nós há mulheres de diferentes faixas etárias, há mulheres que são mães, mulheres trans, trabalhadoras domésticas – pagas ou não, dentro ou fora de suas casas, educadoras do ensino básico de escolas e creches públicas da região, autônomas, vendedoras ambulantes, artistas e permacultoras. Somos mulheres ativas e ativistas em nossos territórios, sendo atuantes em coletivos e movimentos que se organizam por melhores condições de vida em nossas favelas e comunidades.

A Zona Sul de São Paulo é a periferia onde estamos e que figura como foco de nossa atuação. Ela é imensa e, nas regiões onde mapeamos mulheres (M´Boi Mirim, Capão Redondo, Campo Limpo e Capela do Socorro) somos mais que 2 milhões e meio de moradores. Historicamente as mulheres tem um papel essencial na organização popular para conquistar melhorias de vida nestes territórios. Desde o movimento contra a carestia nas Comunidades Eclesiais de Base (anos 70), passando pelos clubes de mães (anos 80) e chegando a uma ampla intervenção nas lutas em associações de moradores, com profissionais da educação e produtoras de cultura.

No entanto, tristemente, nossa região figura entre os piores índices de violência contra a mulher, tendo o Capão Redondo, em 2019, como líder no ranking de violência monitorada ao partir de denúncias formais. Por isso, fortalecer as mulheres dessas comunidades é fortalecer comunidades inteiras e ampliar suas chances de atravessar com menos danos e mortes a terrível situação que atravessamos com a Pandemia da COVID19.

Match-funding é como uma vaquinha turbinada: uma nova modalidade de fomento, que mistura o financiamento coletivo (ou crowd-funding) com aporte de parceiros, que multiplicam a arrecadação. Para cada R$ 1 arrecadado pelos projetos selecionados por intermédio da plataforma da Benfeitoria, o Fundo Colaborativo Enfrente contribui com mais R$ 2, até que o valor de R$30.000 seja alcançado.

O Fundo Colaborativo Enfrente, composto pela Fundação Tide Setubal e demais parceiros (vide aba “Parceiros” em benfeitoria.com/enfrente) poderá aportar o total de mais R$ 4.000.000,00 (quatro milhões de reais) para triplicar a arrecadação de campanhas de financiamento coletivo de iniciativas que enfrentem os efeitos do Coronavírus nas periferias urbanas brasileiras. Por se tratar de um Fundo Colaborativo e aberto a novos parceiros, o montante destinado a triplicação dos projetos pode ainda aumentar, possibilitando um número maior de iniciativas contempladas.

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