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Sailing Sense

Velejando e desenvolvendo os sete sentidos sinto-me mais fortalecido e confiante em mim.


Projeto por: Instituto Sense
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meta R$ 10.900,00

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Instituto Sense

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INSTITUTO SENSE

Muitas PDCs são superprotegidas pelos familiares, e/ou responsáveis, aconselhadas constantemente a tomar várias precauções para evitar acidentes e traumatismos, restringindo-os ao ambiente domiciliar, limitando de certa forma os movimentos de seus membros (braços e pernas), privando-as da oportunidade de ter contato com a natureza, mesmo que frequentem escolas especializadas.

Temos observado, nestes mais de dez anos de trabalho com PCDs, pelas ações desenvolvidas pelo Sailing Sense, que este comportamento dos familiares, ainda que tenha como fundamento o afeto, pode acarretar uma série de comprometimentos à saúde física, mental e emocional tais como: problemas de postura, enrijecimento de articulações, baixa resistência cardiovascular, obesidade, dificuldade no controle corporal e lateral, falta de equilíbrio e coordenação motora, pouca agilidade e força muscular, conforme já relatado por especialistas no tema.

No aspecto psíquico, temos observado pessoas com tristeza, distorção da própria imagem, baixa autoestima, quadros de depressão, insegurança, medos e alta percepção de risco, entre outras características.

Velejar, por ser um esporte praticado junto à natureza, traz uma série de características que favorecem as relações entre as PCDs e o meio ambiente, inseridos em uma abordagem sistêmica. Promove interiorização de valores e atitudes pessoais e sociais, trabalhando corpo e mente, ampliando a percepção sensorial, permitindo a descoberta de sensações até então nunca vivenciadas pela maioria deles. Agrega a atividade física, desenvolve a coordenação motora, a disciplina, traz alegria pela sensação de liberdade e, portanto, valoriza a própria imagem, melhora a auto estima, a auto confiança e desperta o empoderamento individual.

Temos observado, nas Vivências que já realizamos, que ao chegarem, alguns demonstram medo e insegurança, mesmo que não seja verbalizado, outros externalizam ansiedade. Tudo perfeitamente normal, considerando que estão se deparando com algo novo, com pessoas desconhecidas, em um lugar diferente e desconhecido.

Instantes depois, quando estão no veleiro, é fácil perceber pela expressão corporal e facial, que estão mais soltas, e sorridentes. Demonstram estar gostando e que estão superando seus medos. Muitos manifestam o desejo de participar de outras Vivências, com mais frequência, pois estas experiências aconteceram em apenas um dia, uma vez ao ano. Isto é um aspecto muito positivo.

Outro aspecto é a questão ambiental. Em terra, vemos comportamento reservado de alguns e extrovertidos em outros, ao perceber que estão ao ar livre, próximo da represa ou do mar, principalmente naquelas PCDs que apresentam deficiência visual. Observando os hábitos da grande maioria, no momento do lanche e nas idas ao banheiro, percebemos o desperdício de água na hora de lavarem as mãos, a geração de resíduos descartáveis (e não recicláveis) decorrentes do consumo de alimentos e bebidas pouco saudáveis, descuido com descarte do lixo (principalmente embalagens plásticas) fora das lixeiras (no gramado ou no pátio), demonstrando desconhecimento da preferência de materiais recicláveis e reutilizáveis para minimizar a geração de resíduos e, pouca consideração com a poluição ambiental, e s eus efei tos nos animais aquáticos, com aves e tartarugas.

Com o presente projeto, havendo possibilidade de realizar as Vivências com maior frequência, quatro vezes ao mês, poderemos avaliar melhor quais são os reais benefícios que a dinâmica desenvolvida pelo Sailing Sense proporcionará às PCDs, principalmente quanto à autoestima, ao empoderamento e às mudanças de hábitos com relação ao meio ambiente.

Os resultados serão mensurados por meio de registros fotográficos (antes, durante e depois da Vivência), de pesquisa quali-quantitativa de percepção (antes e depois da Vivência), e da capacidade de assimilação dos ensinamentos transmitidos (após a saída de barco), a ser realizado pela equipe Sailing Sense in loco, em todas as Vivências.

Após o término de um ciclo de 8 aulas, será realizada nova pesquisa junto às PCDs para avaliar as melhoras esperadas nos aspectos: físico (coordenação motora, por exemplo), psíquico e emocional (maior autoestima, empoderamento, autodeterminação e autoeficácia, percepção de risco). Também está prevista a aplicação de um questionário de avaliação das atividades do Sailing Sense pelas próprias PCDs e/ou seus acompanhantes.

Os registros fotográficos e os questionários respondidos serão arquivados para serem tratados na forma de um relatório.

O Programa Sailing Sense, em atividade desde 2007, originou o Instituto Sense, fundado em 02.07.2019. Entre janeiro de 2017 a dezembro de 2019 (três anos), foram realizadas mais de 40 Vivências em veleiros com PCDs (visual, auditiva  e intelectual). Ao todo, foram atendidos 2.500 indivíduos, entre jovens, adultos e idosos, independentemente do gênero, raça, etnia, religião e condição econômica. A maioria destas Vivências foram realizadas em parceria com o Clube Superação de Vela Paradesportiva (SP).

Nestas Vivências, são oferecidas atividades físico-esportivas em veleiros seguros (maior igual a 16 pés ou 4,8 metros), baseado em princípios de ética e transparência, visando promover o bem-estar, a autoestima e autonomia destas pessoas, interagindo com os elementos da natureza (ar, água, sol, terra, aves), tendo como base o desenvolvimento sustentável (geração mínima de resíduos descartáveis, uso de materiais recicláveis e reutilizáveis).

Entre as instituições que participaram destas vivências, levando as PCDs para velejar estão: LARAMARA – Associação Brasileira de Assistência ao Deficiente Visual (SP), AHIMSA - Associação Educacional para Múltipla Deficiência (SP), Grupo Brasil, AMA – Associação Amigos do Autista, Fundação Dorina Noriw, Instituição Milton Aldrin, apela do Socorro, Inst. Benjamin Constant (RJ), Lar das Moças Cegas (Santos, SP), Projeto Adote um Cidadão, Projeto Simbora Gente, ADVIR – Associação dos Deficientes Visuais de Itajaí (SC), Associação Amigos dos Autistas (SP), Instituto Padre Chico (SP), APAE de Ilhabela (SP) e de Barra Velha (SC), Secretaria do Idoso e da PCD de São Sebastião (SP).

Nestas Vivências, as PCDs e seus acompanhantes recebem noções básicas sobre o que é um veleiro, como se veleja, e experimentam a experiência prática por aproximadamente 60 minutos, em grupos de três pessoas por barco, juntamente com velejadores experientes, mais a presença de mediadores e/ou intérpretes, principalmente para facilitar a comunicação com pessoas com deficiência auditiva.

As sedes náuticas, utilizadas em parceria com o projeto, foram: Clube ASBAC - Associação dos Servidores do Banco Central, Flash Clube, Yacht Club Paulista e Sailing Center, todos na represa de Guarapiranga (SP), Marina Pier 26 no Guarujá (SP),  Marina Itajaí (SC), Marina da Glória (RJ), Yacht Club Ilhabela e Pindá Iate Clube, Ilhabela (SP).

Parceria com a organização de eventos náuticos: São Paulo Boat Show (SP), Itajaí Boat Show (SC), e Rio Boat Show (RJ).

E também, destacamos as parceiras com as empresas: Fundação Telefônica Vivo, Jani King, Propspeed, Nauti Special, North Sail, Tintas Lechler, Cusco Baldoso e a Revista Náutica.

Bons Ventos!

 

Pessoas que estão ajudando essa campanha a acontecer.

Instituto Sense ainda não publicou nenhuma notícia.

 

INSTITUTO SENSE

Muitas PDCs são superprotegidas pelos familiares, e/ou responsáveis, aconselhadas constantemente a tomar várias precauções para evitar acidentes e traumatismos, restringindo-os ao ambiente domiciliar, limitando de certa forma os movimentos de seus membros (braços e pernas), privando-as da oportunidade de ter contato com a natureza, mesmo que frequentem escolas especializadas.

Temos observado, nestes mais de dez anos de trabalho com PCDs, pelas ações desenvolvidas pelo Sailing Sense, que este comportamento dos familiares, ainda que tenha como fundamento o afeto, pode acarretar uma série de comprometimentos à saúde física, mental e emocional tais como: problemas de postura, enrijecimento de articulações, baixa resistência cardiovascular, obesidade, dificuldade no controle corporal e lateral, falta de equilíbrio e coordenação motora, pouca agilidade e força muscular, conforme já relatado por especialistas no tema.

No aspecto psíquico, temos observado pessoas com tristeza, distorção da própria imagem, baixa autoestima, quadros de depressão, insegurança, medos e alta percepção de risco, entre outras características.

Velejar, por ser um esporte praticado junto à natureza, traz uma série de características que favorecem as relações entre as PCDs e o meio ambiente, inseridos em uma abordagem sistêmica. Promove interiorização de valores e atitudes pessoais e sociais, trabalhando corpo e mente, ampliando a percepção sensorial, permitindo a descoberta de sensações até então nunca vivenciadas pela maioria deles. Agrega a atividade física, desenvolve a coordenação motora, a disciplina, traz alegria pela sensação de liberdade e, portanto, valoriza a própria imagem, melhora a auto estima, a auto confiança e desperta o empoderamento individual.

Temos observado, nas Vivências que já realizamos, que ao chegarem, alguns demonstram medo e insegurança, mesmo que não seja verbalizado, outros externalizam ansiedade. Tudo perfeitamente normal, considerando que estão se deparando com algo novo, com pessoas desconhecidas, em um lugar diferente e desconhecido.

Instantes depois, quando estão no veleiro, é fácil perceber pela expressão corporal e facial, que estão mais soltas, e sorridentes. Demonstram estar gostando e que estão superando seus medos. Muitos manifestam o desejo de participar de outras Vivências, com mais frequência, pois estas experiências aconteceram em apenas um dia, uma vez ao ano. Isto é um aspecto muito positivo.

Outro aspecto é a questão ambiental. Em terra, vemos comportamento reservado de alguns e extrovertidos em outros, ao perceber que estão ao ar livre, próximo da represa ou do mar, principalmente naquelas PCDs que apresentam deficiência visual. Observando os hábitos da grande maioria, no momento do lanche e nas idas ao banheiro, percebemos o desperdício de água na hora de lavarem as mãos, a geração de resíduos descartáveis (e não recicláveis) decorrentes do consumo de alimentos e bebidas pouco saudáveis, descuido com descarte do lixo (principalmente embalagens plásticas) fora das lixeiras (no gramado ou no pátio), demonstrando desconhecimento da preferência de materiais recicláveis e reutilizáveis para minimizar a geração de resíduos e, pouca consideração com a poluição ambiental, e s eus efei tos nos animais aquáticos, com aves e tartarugas.

Com o presente projeto, havendo possibilidade de realizar as Vivências com maior frequência, quatro vezes ao mês, poderemos avaliar melhor quais são os reais benefícios que a dinâmica desenvolvida pelo Sailing Sense proporcionará às PCDs, principalmente quanto à autoestima, ao empoderamento e às mudanças de hábitos com relação ao meio ambiente.

Os resultados serão mensurados por meio de registros fotográficos (antes, durante e depois da Vivência), de pesquisa quali-quantitativa de percepção (antes e depois da Vivência), e da capacidade de assimilação dos ensinamentos transmitidos (após a saída de barco), a ser realizado pela equipe Sailing Sense in loco, em todas as Vivências.

Após o término de um ciclo de 8 aulas, será realizada nova pesquisa junto às PCDs para avaliar as melhoras esperadas nos aspectos: físico (coordenação motora, por exemplo), psíquico e emocional (maior autoestima, empoderamento, autodeterminação e autoeficácia, percepção de risco). Também está prevista a aplicação de um questionário de avaliação das atividades do Sailing Sense pelas próprias PCDs e/ou seus acompanhantes.

Os registros fotográficos e os questionários respondidos serão arquivados para serem tratados na forma de um relatório.

O Programa Sailing Sense, em atividade desde 2007, originou o Instituto Sense, fundado em 02.07.2019. Entre janeiro de 2017 a dezembro de 2019 (três anos), foram realizadas mais de 40 Vivências em veleiros com PCDs (visual, auditiva  e intelectual). Ao todo, foram atendidos 2.500 indivíduos, entre jovens, adultos e idosos, independentemente do gênero, raça, etnia, religião e condição econômica. A maioria destas Vivências foram realizadas em parceria com o Clube Superação de Vela Paradesportiva (SP).

Nestas Vivências, são oferecidas atividades físico-esportivas em veleiros seguros (maior igual a 16 pés ou 4,8 metros), baseado em princípios de ética e transparência, visando promover o bem-estar, a autoestima e autonomia destas pessoas, interagindo com os elementos da natureza (ar, água, sol, terra, aves), tendo como base o desenvolvimento sustentável (geração mínima de resíduos descartáveis, uso de materiais recicláveis e reutilizáveis).

Entre as instituições que participaram destas vivências, levando as PCDs para velejar estão: LARAMARA – Associação Brasileira de Assistência ao Deficiente Visual (SP), AHIMSA - Associação Educacional para Múltipla Deficiência (SP), Grupo Brasil, AMA – Associação Amigos do Autista, Fundação Dorina Noriw, Instituição Milton Aldrin, apela do Socorro, Inst. Benjamin Constant (RJ), Lar das Moças Cegas (Santos, SP), Projeto Adote um Cidadão, Projeto Simbora Gente, ADVIR – Associação dos Deficientes Visuais de Itajaí (SC), Associação Amigos dos Autistas (SP), Instituto Padre Chico (SP), APAE de Ilhabela (SP) e de Barra Velha (SC), Secretaria do Idoso e da PCD de São Sebastião (SP).

Nestas Vivências, as PCDs e seus acompanhantes recebem noções básicas sobre o que é um veleiro, como se veleja, e experimentam a experiência prática por aproximadamente 60 minutos, em grupos de três pessoas por barco, juntamente com velejadores experientes, mais a presença de mediadores e/ou intérpretes, principalmente para facilitar a comunicação com pessoas com deficiência auditiva.

As sedes náuticas, utilizadas em parceria com o projeto, foram: Clube ASBAC - Associação dos Servidores do Banco Central, Flash Clube, Yacht Club Paulista e Sailing Center, todos na represa de Guarapiranga (SP), Marina Pier 26 no Guarujá (SP),  Marina Itajaí (SC), Marina da Glória (RJ), Yacht Club Ilhabela e Pindá Iate Clube, Ilhabela (SP).

Parceria com a organização de eventos náuticos: São Paulo Boat Show (SP), Itajaí Boat Show (SC), e Rio Boat Show (RJ).

E também, destacamos as parceiras com as empresas: Fundação Telefônica Vivo, Jani King, Propspeed, Nauti Special, North Sail, Tintas Lechler, Cusco Baldoso e a Revista Náutica.

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