[DF] Saúde mental negra |

[DF] Saúde mental negra

Atendimento psicológico, ações de prevenção e autocuidado da população negra na Ceilândia e região do DF.

Projeto por: Jocilane Marques
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Jocilane Marques

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A iniciativa se realizará por meio de três ações, são elas: 1) 120 atendimentos terapêuticos online. 2)  Lives sobre psicoeducação com psicólogos.  3) lives sobre autocuidado com profissionais das respectivas áreas.  

Os atendimentos terapêuticos serão realizados por meio de plataformas virtuais, com o objetivo de minimizar os efeitos psicossociais da pandemia e do período de quarentena entre pessoas negras e periféricas. Serão três profissionais responsáveis pelos atendimentos e pelas lives, os atendimentos serão realizados por meio de terapia breve, acolhimento e orientação psicossocial. Cada psicólogo disponibilizará 10 atendimentos que podem ser realizados individualmente e nas atividades citadas. Os atendimentos terão a duração de 1 a 4 sessões. Os psicólogos estarão acessíveis para realizar atendimento online mediante preenchimento de formulário.

As lives sobre autocuidado dividem-se em corpo e movimento, e identidade e imagem.  

A live identidade e imagem irá apresentar por meio de um bate papo sobre tatuagem, o resgate da autoestima da população negra através da arte subcutânea, o pertencimento as artes/expressões corporais, a autonomia em empoderar se através de meios afetivos, conectando-se ao nosso patrimônio ancestral.

A live corpo e movimento irá tratar sobre a corporeidade periférica que emana signos de desvalorização, gestos como releitura de traumas físicos e psicológicos, para assim, através da terapia de movimento ressignificar os elementos de cultura e transformação.

Eu, Joice Marques, mulher, negra, nordestina e periférica iniciei meu processo dentro do movimento negro a partir da compreensão das estruturas coloniais. Filiada ao MNU desde 2016, ativa em diversas atividades. Participei da realização do primeiro encontro Distrital de Mulheres negras do DF e RIDE, que integrou a construção do Encontro Nacional de Mulheres Negras. Faço parte do coletivo Afromanas, que entre diversas ações idealizou a ocupação e afirmação do espaço cultural Casa Akotirene, em que sou gestora desde 2019.

Casa Akotirene é um Quilombo Urbano, localizado em Ceilândia Norte e tem como premissa de conceituação um local de resistência preta, feminina e LGBTQI. O espaço físico foi criado no início de 2019, surgindo através da organização de mulheres negras do coletivo Afromanas (Jusianne Castilho, Joice Marques e Aline Karina) em que se percebeu a necessidade de uma estrutura para concretizar ações e dialogar com a comunidade negra local na construção de suas próprias narrativas e desenvolvimento de identidade afro-brasileira.

O impacto direto e indireto será em três regiões:  A Ceilândia, no qual sou moradora e gestora da Casa Akotirene, possui uma população de 432.927 pessoas, com renda de 1 a 2 salários mínimos e com 65,1% negros, segundo a PDAD 2018. O Sol Nascente e Pôr do Sol juntas possuem 78.912 moradores (IBGE/2010), juntas formam a maior favela do Brasil. E Samambaia região administrativa que possui 65% de negros, segundo dados da SEEDF 2018. Teve início em 1985, com a remoção de áreas ocupadas irregulares.

Os principais desafios de enfrentamento contra o COVID-19 é promover informações de cuidado e prevenção contra a proliferação do vírus, principalmente nas periferias onde a realidade do descaso esta escancarada em tempos de pandemia. As ações de promoção a saúde mental em tempos de isolamento, e o acesso a alimentação, para esse grupo de pessoas que estão sofrendo os efeitos do COVID-19 são desafios urgentes. 

Match-funding é como uma vaquinha turbinada: uma nova modalidade de fomento, que mistura o financiamento coletivo (ou crowd-funding) com aporte de parceiros, que multiplicam a arrecadação. Para cada R$ 1 arrecadado pelos projetos selecionados por intermédio da plataforma da Benfeitoria, o Fundo Colaborativo Enfrente contribui com mais R$ 2, até que o valor de R$30.000 seja alcançado.

 Fundo Colaborativo Enfrente, composto pela Fundação Tide Setubal e demais parceiros (vide aba “Parceiros” em benfeitoria.com/enfrente) poderá aportar o total de mais R$ 4.000.000,00 (quatro milhões de reais) para triplicar a arrecadação de campanhas de financiamento coletivo de iniciativas que enfrentem os efeitos do Coronavírus nas periferias urbanas brasileiras. Por se tratar de um Fundo Colaborativo e aberto a novos parceiros, o montante destinado a triplicação dos projetos pode ainda aumentar, possibilitando um número maior de iniciativas contempladas.

Jocilane Marques ainda não publicou nenhuma notícia.

A iniciativa se realizará por meio de três ações, são elas: 1) 120 atendimentos terapêuticos online. 2)  Lives sobre psicoeducação com psicólogos.  3) lives sobre autocuidado com profissionais das respectivas áreas.  

Os atendimentos terapêuticos serão realizados por meio de plataformas virtuais, com o objetivo de minimizar os efeitos psicossociais da pandemia e do período de quarentena entre pessoas negras e periféricas. Serão três profissionais responsáveis pelos atendimentos e pelas lives, os atendimentos serão realizados por meio de terapia breve, acolhimento e orientação psicossocial. Cada psicólogo disponibilizará 10 atendimentos que podem ser realizados individualmente e nas atividades citadas. Os atendimentos terão a duração de 1 a 4 sessões. Os psicólogos estarão acessíveis para realizar atendimento online mediante preenchimento de formulário.

As lives sobre autocuidado dividem-se em corpo e movimento, e identidade e imagem.  

A live identidade e imagem irá apresentar por meio de um bate papo sobre tatuagem, o resgate da autoestima da população negra através da arte subcutânea, o pertencimento as artes/expressões corporais, a autonomia em empoderar se através de meios afetivos, conectando-se ao nosso patrimônio ancestral.

A live corpo e movimento irá tratar sobre a corporeidade periférica que emana signos de desvalorização, gestos como releitura de traumas físicos e psicológicos, para assim, através da terapia de movimento ressignificar os elementos de cultura e transformação.

Eu, Joice Marques, mulher, negra, nordestina e periférica iniciei meu processo dentro do movimento negro a partir da compreensão das estruturas coloniais. Filiada ao MNU desde 2016, ativa em diversas atividades. Participei da realização do primeiro encontro Distrital de Mulheres negras do DF e RIDE, que integrou a construção do Encontro Nacional de Mulheres Negras. Faço parte do coletivo Afromanas, que entre diversas ações idealizou a ocupação e afirmação do espaço cultural Casa Akotirene, em que sou gestora desde 2019.

Casa Akotirene é um Quilombo Urbano, localizado em Ceilândia Norte e tem como premissa de conceituação um local de resistência preta, feminina e LGBTQI. O espaço físico foi criado no início de 2019, surgindo através da organização de mulheres negras do coletivo Afromanas (Jusianne Castilho, Joice Marques e Aline Karina) em que se percebeu a necessidade de uma estrutura para concretizar ações e dialogar com a comunidade negra local na construção de suas próprias narrativas e desenvolvimento de identidade afro-brasileira.

O impacto direto e indireto será em três regiões:  A Ceilândia, no qual sou moradora e gestora da Casa Akotirene, possui uma população de 432.927 pessoas, com renda de 1 a 2 salários mínimos e com 65,1% negros, segundo a PDAD 2018. O Sol Nascente e Pôr do Sol juntas possuem 78.912 moradores (IBGE/2010), juntas formam a maior favela do Brasil. E Samambaia região administrativa que possui 65% de negros, segundo dados da SEEDF 2018. Teve início em 1985, com a remoção de áreas ocupadas irregulares.

Os principais desafios de enfrentamento contra o COVID-19 é promover informações de cuidado e prevenção contra a proliferação do vírus, principalmente nas periferias onde a realidade do descaso esta escancarada em tempos de pandemia. As ações de promoção a saúde mental em tempos de isolamento, e o acesso a alimentação, para esse grupo de pessoas que estão sofrendo os efeitos do COVID-19 são desafios urgentes. 

Match-funding é como uma vaquinha turbinada: uma nova modalidade de fomento, que mistura o financiamento coletivo (ou crowd-funding) com aporte de parceiros, que multiplicam a arrecadação. Para cada R$ 1 arrecadado pelos projetos selecionados por intermédio da plataforma da Benfeitoria, o Fundo Colaborativo Enfrente contribui com mais R$ 2, até que o valor de R$30.000 seja alcançado.

 Fundo Colaborativo Enfrente, composto pela Fundação Tide Setubal e demais parceiros (vide aba “Parceiros” em benfeitoria.com/enfrente) poderá aportar o total de mais R$ 4.000.000,00 (quatro milhões de reais) para triplicar a arrecadação de campanhas de financiamento coletivo de iniciativas que enfrentem os efeitos do Coronavírus nas periferias urbanas brasileiras. Por se tratar de um Fundo Colaborativo e aberto a novos parceiros, o montante destinado a triplicação dos projetos pode ainda aumentar, possibilitando um número maior de iniciativas contempladas.

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