Segurança Pública na Baixada |

Segurança Pública na Baixada

Formação e articulação de organizações sociais, lideranças e moradores da Baixada na discussão sobre segurança pública na região

Projeto por: Associação Casa Fluminense
R$ 9.720,00
arrecadado
meta R$ 9.000,00

45 benfeitores
apoiaram essa campanha

Conseguimos \o/

Obrigado a todos os Benfeitores por mais um projeto bem sucedido. Agora, acompanhe as novidades e comentários do projeto.

POR

Associação Casa Fluminense

Associação Casa Fluminense

Somos uma organização formada por ativistas, pesquisadores e cidadãos identificados com a visão de um Rio mais integrado que defende uma agenda pública aberta à participação de todos os fluminenses e destinada universalmente a todo o seu território e população. Em defesa de uma “cidade metropolita".

R$ 10
Apoiando com R$ 10,00 ou mais
2 benfeitores apoiando
Obrigado! Enviaremos um e-mail de agradecimento
R$ 20
Apoiando com R$ 20,00 ou mais
3 benfeitores apoiando
Muito obrigado! Você receberá a recompensa anterior + Agradecimento nominal no Banner que ficará exposto em todas as aulas.
R$ 30
Apoiando com R$ 30,00 ou mais
9 benfeitores apoiando
Valeu! Você receberá as recompensas anteriores + 1 Adesivo + Botton
R$ 50
Apoiando com R$ 50,00 ou mais
12 benfeitores apoiando
Beleza pura! Você receberá as recompensas anteriores + o livro Mídia e Violência
R$ 100
Apoiando com R$ 100,00 ou mais
6 benfeitores apoiando
Maravilha! Você receberá os agradecimentos + 1 adesivo + Botton + livro Mídia e Violência + 1 Camisa.
R$ 130
Apoiando com R$ 130,00 ou mais
2 benfeitores apoiando
Show de bola! Você receberá os agradecimentos + 1 adesivo + Botton + livro Mídia e Violência + 1 Camisa + 1 livro “Do Barões aos grupos de extermínio: Uma história de violência e poder na Baixada”.
R$ 150
Apoiando com R$ 150,00 ou mais
1 benfeitor apoiando
Show de bola! Você receberá os agradecimentos + 1 adesivo + Botton + livro Mídia e Violência + 1 Camisa + livro o “O Novo Carioca” + “Índice de Homicídios de Adolescentes”.
R$ 190
Apoiando com R$ 190,00 ou mais
1 benfeitor apoiando
Arrebentou! Você receberá as recompensas anteriores Você receberá os agradecimentos + 1 adesivo + Botton + livro Mídia e Violência + 1 Camisa + 1 livro “Do Barões aos grupos de extermínio: Uma história de violência e poder na Baixada”+ livro o “O Novo Carioca”+ o livro os “50 anos da refinaria de Duque de Caxias e a expansão da indústria Petrolífera no Brasil”
R$ 200
Apoiando com R$ 200,00 ou mais
3 benfeitores apoiando
Arrebentou! Você receberá as recompensas anteriores Você receberá os agradecimentos + 1 adesivo + Botton + livro Mídia e Violência + 1 Camisa + 1 livro “”No Sapatinho: A evolução das milícias no Rio de Janeiro”+ livro o “O Novo Carioca”+ o livro os “Donos do Morro” + a publicação Prevenção a violência e redução de homicídios de adolescentes e jovens no Brasil.
R$ 210
Apoiando com R$ 210,00 ou mais
Seja o primeiro a apoiar!
Arrebentou! Você receberá as recompensas anteriores Você receberá os agradecimentos + 1 adesivo + Botton + livro Mídia e Violência + 1 Camisa + 1 livro “Do Barões aos grupos de extermínio: Uma história de violência e poder na Baixada”+ livro o “O Novo Carioca”+ o livro os “Testemunhos da Maré -”
R$ 500
Apoiando com R$ 500,00 ou mais
8 benfeitores apoiando
Perfeito. Você e sua instituição estão comprometidos com a segurança pública na Baixada e vão apoiar institucionalmente o curso - A Logomarca da sua instituição estará nos materiais de divulgação do curso (Banners, folders e certificado de doação pelo parceiro)

O Curso

O curso de Segurança Pública e Cidadã na Baixada Fluminense é um processo de formação e articulação de organizações locais, lideranças sociais e moradores da Baixada para fomentar a participação popular na discussão sobre segurança na região. O curso é promovido pela Casa Fluminense em parceria com o Fórum Grita Baixada, além de contar com o apoio de diversas outras organizações engajadas na luta por cidadania e direitos humanos.

O Contexto

A Baixada Fluminense concentra hoje as maiores taxas de homicídios do Estado do Rio de Janeiro. Essa realidade de violência faz parte há décadas do cotidiano da população, que se acostumou a conviver com uma rotina marcada por violações de direitos e um alto número de assassinatos. O quadro se agrava quando levamos em consideração a quase inexistência de políticas consistentes por parte do poder público com vistas a superar esse problema.

Em 2012, o Brasil teve uma taxa anual de 29 homicídios para cada 100.000 habitantes, o que nos coloca entre os dez países mais violentos do mundo. Para efeito de comparação, países como Alemanha, Itália, França e Espanha têm taxas anuais de 1 a 2 homicídios por 100.000. Nos EUA, a taxa é de 5 por 100.000. Quando observamos os dados da Baixada em 2013, encontramos a incrível marca 52 homicídios para cada 100.000 habitantes. São dados assustadores, mas que se tornaram comuns na região. Para a Organização Mundial da Saúde, locais onde a taxa é igual ou superior a 10 são considerados zonas endêmicas de violência.

Na esfera pública e na academia, a Baixada praticamente não é tema de discussão e debate. As Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) vêm monopolizando as atenções no campo da segurança nos últimos seis anos, invisibilizando ainda mais o problema vivido pelos moradores da Baixada Fluminense. Mais grave, no entanto, é a concentração de esforços do poder público estadual na capital: o Rio de Janeiro tem uma política de segurança cuja orientação primeira não é a diminuição dos homicídios nas áreas mais violentas.

Acreditamos, assim, que a Baixada Fluminense é a nova fronteira da segurança pública no Estado, para onde devem convergir mais atenção e maiores esforços do poder público e da sociedade civil. Restringir a discussão sobre segurança estadual às UPPs é ignorar a complexidade dos desafios envolvidos na qualificação do sistema de Segurança Pública no Estado.

Os motivos relatados acima já são suficientes para justificar a realização do curso, mas, além disso, em 2015 completam-se 10 anos da Chacina da Baixada, a mais violenta de todo o Estado do Rio. 29 inocentes foram brutalmente assassinados por quatro policiais em retaliação à operação Navalha na Carne, planejada para prender policiais envolvidos com crimes na região. O curso, assim, é também uma maneira de prestar homenagens às vítimas desse trágico episódio.

Como acontecerá?

Serão sete encontros entre março e abril de 2015, aos sábados, das 9h às 13h, no Centro de Formação de Líderes, em Nova Iguaçu. O curso é gratuito e serão abertas 40 vagas. Inscrições prévias serão requisito para a participação, mas também será possível assistir às aulas como ouvinte. Os convidados serão confirmados durante a campanha no Benfeitoria e os temas selecionados estão abaixo:

1 - Desenho Institucional da Segurança Pública no Brasil – 
Renato Lima – Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP)
 

2 - Políticas de Segurança Pública no Estado do RJ. 
Silvia Ramos – Centro de Estudos de Segurança e Cidadania (CESeC)

3 - Crimes e Violência na Baixada.
José Claudio Souza Alves – Professor de Ciências Sociais UFRRJ / Fórum Grita Baixada

4 - Violência contra a Juventude Negra.
Raquel Willadino – Observatório de Favelas

5 - Mecanismos de Justiça

6 - PEC 51 - caminhos para a Desmilitarização

7 - 10 anos da chacina da Baixada. O que mudou? Caminhos para a Segurança Pública e Cidadã na Baixada.

Custos

O dinheiro será arrecadado através de doações individuais pela Benfeitoria, uma plataforma de financiamento colaborativo com muito resultado positivos pelo país. O recurso arrecadado será usado na divulgação do curso, em despesas de produção, no café da manhã, no cachê simbólico para os palestrantes, na elaboração das recompensas e os custos do MOIP, ou seja, as necessidades básicas para a realização do curso.

Lembrando, na Benfeitoria é TUDO OU NADA. Se não arrecadarmos o valor mínimo para a realização do curso, o dinheiro será devolvido para os doadores, não entregaremos as recompensas e o curso não acontecerá.

Colabore e participe!

O Curso

O curso de Segurança Pública e Cidadã na Baixada Fluminense é um processo de formação e articulação de organizações locais, lideranças sociais e moradores da Baixada para fomentar a participação popular na discussão sobre segurança na região. O curso é promovido pela Casa Fluminense em parceria com o Fórum Grita Baixada, além de contar com o apoio de diversas outras organizações engajadas na luta por cidadania e direitos humanos.

O Contexto

A Baixada Fluminense concentra hoje as maiores taxas de homicídios do Estado do Rio de Janeiro. Essa realidade de violência faz parte há décadas do cotidiano da população, que se acostumou a conviver com uma rotina marcada por violações de direitos e um alto número de assassinatos. O quadro se agrava quando levamos em consideração a quase inexistência de políticas consistentes por parte do poder público com vistas a superar esse problema.

Em 2012, o Brasil teve uma taxa anual de 29 homicídios para cada 100.000 habitantes, o que nos coloca entre os dez países mais violentos do mundo. Para efeito de comparação, países como Alemanha, Itália, França e Espanha têm taxas anuais de 1 a 2 homicídios por 100.000. Nos EUA, a taxa é de 5 por 100.000. Quando observamos os dados da Baixada em 2013, encontramos a incrível marca 52 homicídios para cada 100.000 habitantes. São dados assustadores, mas que se tornaram comuns na região. Para a Organização Mundial da Saúde, locais onde a taxa é igual ou superior a 10 são considerados zonas endêmicas de violência.

Na esfera pública e na academia, a Baixada praticamente não é tema de discussão e debate. As Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) vêm monopolizando as atenções no campo da segurança nos últimos seis anos, invisibilizando ainda mais o problema vivido pelos moradores da Baixada Fluminense. Mais grave, no entanto, é a concentração de esforços do poder público estadual na capital: o Rio de Janeiro tem uma política de segurança cuja orientação primeira não é a diminuição dos homicídios nas áreas mais violentas.

Acreditamos, assim, que a Baixada Fluminense é a nova fronteira da segurança pública no Estado, para onde devem convergir mais atenção e maiores esforços do poder público e da sociedade civil. Restringir a discussão sobre segurança estadual às UPPs é ignorar a complexidade dos desafios envolvidos na qualificação do sistema de Segurança Pública no Estado.

Os motivos relatados acima já são suficientes para justificar a realização do curso, mas, além disso, em 2015 completam-se 10 anos da Chacina da Baixada, a mais violenta de todo o Estado do Rio. 29 inocentes foram brutalmente assassinados por quatro policiais em retaliação à operação Navalha na Carne, planejada para prender policiais envolvidos com crimes na região. O curso, assim, é também uma maneira de prestar homenagens às vítimas desse trágico episódio.

Como acontecerá?

Serão sete encontros entre março e abril de 2015, aos sábados, das 9h às 13h, no Centro de Formação de Líderes, em Nova Iguaçu. O curso é gratuito e serão abertas 40 vagas. Inscrições prévias serão requisito para a participação, mas também será possível assistir às aulas como ouvinte. Os convidados serão confirmados durante a campanha no Benfeitoria e os temas selecionados estão abaixo:

1 - Desenho Institucional da Segurança Pública no Brasil – 
Renato Lima – Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP)
 

2 - Políticas de Segurança Pública no Estado do RJ. 
Silvia Ramos – Centro de Estudos de Segurança e Cidadania (CESeC)

3 - Crimes e Violência na Baixada.
José Claudio Souza Alves – Professor de Ciências Sociais UFRRJ / Fórum Grita Baixada

4 - Violência contra a Juventude Negra.
Raquel Willadino – Observatório de Favelas

5 - Mecanismos de Justiça

6 - PEC 51 - caminhos para a Desmilitarização

7 - 10 anos da chacina da Baixada. O que mudou? Caminhos para a Segurança Pública e Cidadã na Baixada.

Custos

O dinheiro será arrecadado através de doações individuais pela Benfeitoria, uma plataforma de financiamento colaborativo com muito resultado positivos pelo país. O recurso arrecadado será usado na divulgação do curso, em despesas de produção, no café da manhã, no cachê simbólico para os palestrantes, na elaboração das recompensas e os custos do MOIP, ou seja, as necessidades básicas para a realização do curso.

Lembrando, na Benfeitoria é TUDO OU NADA. Se não arrecadarmos o valor mínimo para a realização do curso, o dinheiro será devolvido para os doadores, não entregaremos as recompensas e o curso não acontecerá.

Colabore e participe!

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