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Teatro Oficina

Proteja o Teatro Oficina! Seja uma ALIANÇA VITAL neste momento! Colabore com a companhia mais antiga do Brasil, em atividade ininterrupta ao longo de 61 anos.


Projeto por: Associação Teat(r)o Oficina Uzyna Uzona
R$ 3.505,00
arrecadado por mês
meta R$ 34.400,00

70
assinantes

10%
arrecadado

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ASSINATURAS
R$ 20 por mês
33 assinantes mensais
R$ 40 por mês
16 assinantes mensais
R$ 60 por mês
5 assinantes mensais
R$ 100 por mês
10 assinantes mensais
POR

Associação Teat(r)o Oficina Uzyna Uzona

Associação Teat(r)o Oficina Uzyna Uzona

PANDEMIA

desde março o Teat(r)o Oficina está com as portas fechadas para conter, como tantos outros espaços culturais, a curva de contágio y o avanço violento da pandemia no país, y particularmente em São Paulo. nossa situação financeira se AGRAVOU intensamente com a suspensão das peças que estavam em cartaz: “Roda Viva”, que vinha de um contínuo sucesso de bilheteria, Y “O Bailado do Deus Morto”, de Flávio de Carvalho, que iniciava sua temporada no Oficina.

o momento é de grande fragilidade para a companhia. a campanha “Proteja O Teat(r)o Oficina” é uma invenção do chamado pelas alianças, pelo fortalecimento do cordão dourado de amigxs y apoiadorxs que desejam, como nós, manter este trabalho vivo. 

atravessamos momentos de grande turbulência ao longo da nossa história y não paramos! temos no corpo, y no corpo forjado no fogo do teatro, as sabedorias ancestrais, as tecnologias d sobrevivência y os recuos sertanejos como estratégias vitais. agora estamos de novo no olho do furacão. sabemos, na nossa corrente sanguínea, que o teatro é uma força de vida capaz de atravessar todas as tragédias y combater todas as pestes, mas ela só vinga se for coletiva! o teatro é a arte do poder das presenças, da multidão, dos coros, na ágora, no centro da terra, no meio das florestas, no AGORA AQUI. é uma feitiçaria que tem grande poder, y para ativá-lo é preciso cuidar dos ritos. hoje, mais do que nunca, lutar-junto é fazer juntos uma grandiosa cena teatral.

estamos em movimento pela preservação do trabalho da companhia y seus mais de 60 artistas-atuadorxs, y para isso, precisamos de ALIANÇAS FECUNDAS para manter nosso pulso forte y aceso.

Após 4 anos sem patrocínio (a petrobras encerrou em 2016, seu contrato com a companhia) chegamos agora, neste 2020 PANDÊMICO, num COLAPSO TOTAL: NA PRECARIEDADE RADICAL DO NOSSO TRABALHO Y DA MANUTENÇÃO DO ESPAÇO, NOSSO TERREYRO ELETRÔNICO. O financiamento contínuo nesta plataforma é FUNDAMENTAL PARA A CONTINUIDADE dos trabalhos y para a manutenção do acervo e do edifício da cia, sediada no Bixiga.

 

[ IMPORTANTE ]

 

NO ÚLTIMO DOMINGO (21) DE JUNHO, TIVEMOS QUE DESOCUPAR ÀS PRESSAS A CASA DE ACERVO E PRODUÇÃO DA COMPANHIA, NA RUA MAJOR DIOGO, NO BIXIGA, MAIS UM EFEITO DIRETO DO AVANÇO DA ESPECULAÇÃO IMOBILIÁRIA AGRESSIVA QUE CORRÓI, NESTE MOMENTO PANDÊMICO, SÃO PAULO Y QUE TENTA CORROER JÁ HÁ MUITOS ANOS O NOSSO AMADO BIXIGA. estávamos há mais de 15 ANOS no espaço, que, além de ser a nossa casa de produção, guardava GRANDE PARTE DO ACERVO DOS QUASE 62 ANOS de existência da companhia. em estado de EMERGÊNCIA, realocamos tudo dentro do teatro, na rua jaceguai 520, que não comporta todo o acervo com os cuidados necessários, nem com espaços destinados para a devida preservação de todo  material.

A COMPANHIA FOI AVISADA DE SUSTO QUE O PRÉDIO, UM CASARIO ANTIGO, CARACTERÍSTICO DO CONJUNTO ARQUITETÔNICO DO BAIRRO, HAVIA SIDO VENDIDO PARA SER DEMOLIDO POR UM MEGA EMPREENDIMENTO. 

ACERVO DESPEJADO material gráfico y audiovisual de peças, fitas cassetes, registros históricos, documentos, cartazes-relíquias de montagens, figurinos… entre outras preciosidades, como obras de arte de Surubim Feliciano da Paixão, que já foram expostas no Memorial da Resistência (da Pinacoteca); peças de roupa de Lina Bo Bardi, doadas por sua irmã Graziela; materiais de espetáculos, roteiros, cadernos de artistas da cia, cadernos de Zé. todo esse acervo está AGORA em situação precária e sem perspectivas de cuidado, preservação y o restauro necessários - restauro pelo qual muitas peças, material audiovisual y documentos já precisavam passar y no entanto até hoje não tivemos condições financeiras pra isso. grande parte da história do Teat(r)o Oficina, que é também a história de reexistência do teatro nacional, da cultura y da arte nacional, está ameaçada.

 

FAZEMOS UM CLAMOR ÀS INSTITUIÇÕES CULTURAIS, DE ACERVO, PARA QUE NÃO PERMITAM ESSE CHOQUE SÉPTICO NO CORPO DA MEMÓRIA-VIVA DO TEAT(R)O OFICINA.

 

META 1

 

META 2

 

 

ORÇAMENTO ANUAL

Os espetáculos, desde os sertões, tem uma multidão na equipe – por volta de 60 pessoas. O trabalho é muito caro, valioso e exige dedicação. Iríamos muito além, com as condições de pagar bem ao time que não só monta e atua nos espetáculos, mas está ligado no tudão, na manutenção do espaço, na concepção da expansão urbana, na continuidade do projeto de Lina Bo Bardi e da linha estética da companhia, que existe desde 1958.

Manter a companhia o ano todo + a montagem de espetáculos  + manutenção do melhor teatro do mundo, segundo o jornal The Guardian é um desafio cada vez mais complicado. Além do prédio do teatro oficina, que é de propriedade do Estado de São Paulo, mas tem todas as despesas – água, luz, limpeza, reparos – inteiramente mantidas por nós, posseiros, a Companhia mantém a casa de produção, um depósito de objetos de cena na rua São Domingos, um acervo de figurinos na rua major Diogo, e um depósito no sacolão, embaixo do minhocão, para grandes objetos.

Além da montagem dos espetáculos, existe uma despesa mensal para esse acervo e para o time que realiza esse trabalho, sem falar na necessidade de treino dos atores e cyberartistas, nos trabalhos diários de música, dança, tecnologias, estudos.

 

TRAJETÓRIA DE LUTA

Criado coletivamente há 6 décadas por quase 2000 pessoas, entre artistas e atuadores de todas as áreas, o Teatro Oficina tem como diretor o maior encenador brasileiro, José Celso Martinez Corrêa. Um dos expoentes dessa criação é a sede da companhia, o prédio, obra de arte de Lina Bo Bardi e Edson Elito, tombado como patrimônio nacional, localizado no bairro do Bixiga, um mangue fértil da cidade, que luta para não ter toda forma de vida, diversa e potente, esmagada pela especulação imobiliária. No Teat(r)o Oficina arquitetura e encenação são indissociáveis y por essa alquimia, em 2015, foi reconhecido pelo jornal britânico The Guardian como o teatro mais bonito e intenso do mundo, seguido por Epidaurus, na Grécia! Arte, cultura y imaginação são infra–estruturas da vida, fundamentais para enfrentar momentos de crise e instabilidade como os que atravessamos agora. Há 61 anos a companhia Teat(r)o Oficina Uzyna Uzona produz, ininterruptamente arte, ciência y cultura. Somos um movimento, uma potência. Uma linguagem.

Essa campanha é um movimento coletivo de amantes da arte e da vida, é um ato político de alegria e de luta! Um movimento que deseja o Teat(r)o Oficina forte! Calibrado técnica e artisticamente em sua plena potência. A valoração econômica, através dessa campanha de financiamento recorrente é fundamental para a manutenção do edifício, obra de arte tombada pelo CONPRESP, CONDEPHAAT e IPHAN e premiada na Quadrienal de Praga. 

A bilheteria, até os anos 60, foi a principal fonte de renda das companhias. A tradição de pagar o ingresso pela cultura existiu mesmo em grupos com financiamento, como foi o caso do TBC, onde Franco Zampari, em 1948, aglutinou milionários da elite paulistana para investir em um teatro de repertório com o pagamento permanente de artistas e técnicos. A constelação do TBC era formada por uma geração que teve Cacilda Becker, Adolfo Celi, Sérgio Cardoso, Paulo Autran, Tônia Carreiro, Cleyde Yáconis, Walmor Chagas – artistas que saíram desse celeiro de criação e fundaram muitas outras companhias, capitaneadas por essas estrelas. As jovens companhias surgidas a partir do fim da década de 50, como o Teat(r)o Oficina e o Teatro de Arena, com estruturas de criação e linguagens muito diferentes tinham também a bilheteria como importante fonte de renda. Além de parte fundamental do orçamento, é a valoração direta entre artistas e o público. As sessões de terça a domingo, foram substituídas por curtas temporadas. A bilheteria, substituída por leis de incentivo, hoje criminalizadas. Essa campanha é portanto uma maneira de reinventar uma economia da cultura.

 

 

Associação Teat(r)o Oficina Uzyna Uzona ainda não publicou nenhuma notícia.

PANDEMIA

desde março o Teat(r)o Oficina está com as portas fechadas para conter, como tantos outros espaços culturais, a curva de contágio y o avanço violento da pandemia no país, y particularmente em São Paulo. nossa situação financeira se AGRAVOU intensamente com a suspensão das peças que estavam em cartaz: “Roda Viva”, que vinha de um contínuo sucesso de bilheteria, Y “O Bailado do Deus Morto”, de Flávio de Carvalho, que iniciava sua temporada no Oficina.

o momento é de grande fragilidade para a companhia. a campanha “Proteja O Teat(r)o Oficina” é uma invenção do chamado pelas alianças, pelo fortalecimento do cordão dourado de amigxs y apoiadorxs que desejam, como nós, manter este trabalho vivo. 

atravessamos momentos de grande turbulência ao longo da nossa história y não paramos! temos no corpo, y no corpo forjado no fogo do teatro, as sabedorias ancestrais, as tecnologias d sobrevivência y os recuos sertanejos como estratégias vitais. agora estamos de novo no olho do furacão. sabemos, na nossa corrente sanguínea, que o teatro é uma força de vida capaz de atravessar todas as tragédias y combater todas as pestes, mas ela só vinga se for coletiva! o teatro é a arte do poder das presenças, da multidão, dos coros, na ágora, no centro da terra, no meio das florestas, no AGORA AQUI. é uma feitiçaria que tem grande poder, y para ativá-lo é preciso cuidar dos ritos. hoje, mais do que nunca, lutar-junto é fazer juntos uma grandiosa cena teatral.

estamos em movimento pela preservação do trabalho da companhia y seus mais de 60 artistas-atuadorxs, y para isso, precisamos de ALIANÇAS FECUNDAS para manter nosso pulso forte y aceso.

Após 4 anos sem patrocínio (a petrobras encerrou em 2016, seu contrato com a companhia) chegamos agora, neste 2020 PANDÊMICO, num COLAPSO TOTAL: NA PRECARIEDADE RADICAL DO NOSSO TRABALHO Y DA MANUTENÇÃO DO ESPAÇO, NOSSO TERREYRO ELETRÔNICO. O financiamento contínuo nesta plataforma é FUNDAMENTAL PARA A CONTINUIDADE dos trabalhos y para a manutenção do acervo e do edifício da cia, sediada no Bixiga.

 

[ IMPORTANTE ]

 

NO ÚLTIMO DOMINGO (21) DE JUNHO, TIVEMOS QUE DESOCUPAR ÀS PRESSAS A CASA DE ACERVO E PRODUÇÃO DA COMPANHIA, NA RUA MAJOR DIOGO, NO BIXIGA, MAIS UM EFEITO DIRETO DO AVANÇO DA ESPECULAÇÃO IMOBILIÁRIA AGRESSIVA QUE CORRÓI, NESTE MOMENTO PANDÊMICO, SÃO PAULO Y QUE TENTA CORROER JÁ HÁ MUITOS ANOS O NOSSO AMADO BIXIGA. estávamos há mais de 15 ANOS no espaço, que, além de ser a nossa casa de produção, guardava GRANDE PARTE DO ACERVO DOS QUASE 62 ANOS de existência da companhia. em estado de EMERGÊNCIA, realocamos tudo dentro do teatro, na rua jaceguai 520, que não comporta todo o acervo com os cuidados necessários, nem com espaços destinados para a devida preservação de todo  material.

A COMPANHIA FOI AVISADA DE SUSTO QUE O PRÉDIO, UM CASARIO ANTIGO, CARACTERÍSTICO DO CONJUNTO ARQUITETÔNICO DO BAIRRO, HAVIA SIDO VENDIDO PARA SER DEMOLIDO POR UM MEGA EMPREENDIMENTO. 

ACERVO DESPEJADO material gráfico y audiovisual de peças, fitas cassetes, registros históricos, documentos, cartazes-relíquias de montagens, figurinos… entre outras preciosidades, como obras de arte de Surubim Feliciano da Paixão, que já foram expostas no Memorial da Resistência (da Pinacoteca); peças de roupa de Lina Bo Bardi, doadas por sua irmã Graziela; materiais de espetáculos, roteiros, cadernos de artistas da cia, cadernos de Zé. todo esse acervo está AGORA em situação precária e sem perspectivas de cuidado, preservação y o restauro necessários - restauro pelo qual muitas peças, material audiovisual y documentos já precisavam passar y no entanto até hoje não tivemos condições financeiras pra isso. grande parte da história do Teat(r)o Oficina, que é também a história de reexistência do teatro nacional, da cultura y da arte nacional, está ameaçada.

 

FAZEMOS UM CLAMOR ÀS INSTITUIÇÕES CULTURAIS, DE ACERVO, PARA QUE NÃO PERMITAM ESSE CHOQUE SÉPTICO NO CORPO DA MEMÓRIA-VIVA DO TEAT(R)O OFICINA.

 

META 1

 

META 2

 

 

ORÇAMENTO ANUAL

Os espetáculos, desde os sertões, tem uma multidão na equipe – por volta de 60 pessoas. O trabalho é muito caro, valioso e exige dedicação. Iríamos muito além, com as condições de pagar bem ao time que não só monta e atua nos espetáculos, mas está ligado no tudão, na manutenção do espaço, na concepção da expansão urbana, na continuidade do projeto de Lina Bo Bardi e da linha estética da companhia, que existe desde 1958.

Manter a companhia o ano todo + a montagem de espetáculos  + manutenção do melhor teatro do mundo, segundo o jornal The Guardian é um desafio cada vez mais complicado. Além do prédio do teatro oficina, que é de propriedade do Estado de São Paulo, mas tem todas as despesas – água, luz, limpeza, reparos – inteiramente mantidas por nós, posseiros, a Companhia mantém a casa de produção, um depósito de objetos de cena na rua São Domingos, um acervo de figurinos na rua major Diogo, e um depósito no sacolão, embaixo do minhocão, para grandes objetos.

Além da montagem dos espetáculos, existe uma despesa mensal para esse acervo e para o time que realiza esse trabalho, sem falar na necessidade de treino dos atores e cyberartistas, nos trabalhos diários de música, dança, tecnologias, estudos.

 

TRAJETÓRIA DE LUTA

Criado coletivamente há 6 décadas por quase 2000 pessoas, entre artistas e atuadores de todas as áreas, o Teatro Oficina tem como diretor o maior encenador brasileiro, José Celso Martinez Corrêa. Um dos expoentes dessa criação é a sede da companhia, o prédio, obra de arte de Lina Bo Bardi e Edson Elito, tombado como patrimônio nacional, localizado no bairro do Bixiga, um mangue fértil da cidade, que luta para não ter toda forma de vida, diversa e potente, esmagada pela especulação imobiliária. No Teat(r)o Oficina arquitetura e encenação são indissociáveis y por essa alquimia, em 2015, foi reconhecido pelo jornal britânico The Guardian como o teatro mais bonito e intenso do mundo, seguido por Epidaurus, na Grécia! Arte, cultura y imaginação são infra–estruturas da vida, fundamentais para enfrentar momentos de crise e instabilidade como os que atravessamos agora. Há 61 anos a companhia Teat(r)o Oficina Uzyna Uzona produz, ininterruptamente arte, ciência y cultura. Somos um movimento, uma potência. Uma linguagem.

Essa campanha é um movimento coletivo de amantes da arte e da vida, é um ato político de alegria e de luta! Um movimento que deseja o Teat(r)o Oficina forte! Calibrado técnica e artisticamente em sua plena potência. A valoração econômica, através dessa campanha de financiamento recorrente é fundamental para a manutenção do edifício, obra de arte tombada pelo CONPRESP, CONDEPHAAT e IPHAN e premiada na Quadrienal de Praga. 

A bilheteria, até os anos 60, foi a principal fonte de renda das companhias. A tradição de pagar o ingresso pela cultura existiu mesmo em grupos com financiamento, como foi o caso do TBC, onde Franco Zampari, em 1948, aglutinou milionários da elite paulistana para investir em um teatro de repertório com o pagamento permanente de artistas e técnicos. A constelação do TBC era formada por uma geração que teve Cacilda Becker, Adolfo Celi, Sérgio Cardoso, Paulo Autran, Tônia Carreiro, Cleyde Yáconis, Walmor Chagas – artistas que saíram desse celeiro de criação e fundaram muitas outras companhias, capitaneadas por essas estrelas. As jovens companhias surgidas a partir do fim da década de 50, como o Teat(r)o Oficina e o Teatro de Arena, com estruturas de criação e linguagens muito diferentes tinham também a bilheteria como importante fonte de renda. Além de parte fundamental do orçamento, é a valoração direta entre artistas e o público. As sessões de terça a domingo, foram substituídas por curtas temporadas. A bilheteria, substituída por leis de incentivo, hoje criminalizadas. Essa campanha é portanto uma maneira de reinventar uma economia da cultura.

 

 

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