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Teatro Oficina

Campanha de financiamento recorrente do Teat(r)o Oficina, a companhia mais longeva do Brasil, que completa 60 anos em 2018.


Meta 1: R$ 34.400

Entrega: Custo mensal das despesas fixas da companhia, como aluguéis e contas de internet, água e luz.

Celebração: VISITA GUIADA AO TEAT(R)O OFICINA Visita ao Teatro Oficina, com tour guiado por um de nossos artistas, contando a história da companhia e de cada detalhe da arquitetura do teatro mais bonito do mundo. O teatro, projetado por Lina Bo Bardi e Edson Elito, está localizado no bairro do Bixiga, em São Paulo.

Meta 2: R$ 44.400

Entrega: Custo mensal das despesas fixas da companhia, como aluguéis e contas de internet, água e luz + uma quantia destinada a anúncios semanais na mídia.

Celebração: REIMPRESSÃO DO PROGRAMA ORIGINAL DE RODA VIVA (1968)

Meta 3: R$ 91.500

Entrega: Inclui as meta 1 e 2 + cachê-base para um núcleo de 25 pessoas que trabalham na companhia + contratação de treinadores de corpo e voz, para a preparação dos atuadores.

Celebração: ACESSO A ENSAIOS Assista 7 ensaios no Teat(r)o Oficina, na fase final do processo de criação e montagem.

Em 2018 o Teat(r)o Oficina completa 60 anos! Esse ano de festa, de comemoração de bodas de diamante, é um dos PIORES anos de investimento no trabalho da companhia e na manutenção de seu espaço. Após quase dois anos sem patrocínio, chegamos agora, em 2018, num COLAPSO, NA PRECARIEDADE RADICAL DO NOSSO TRABALHO E DA MANUTENÇÃO DO ESPAÇO. O financiamento contínuo nesta plataforma é fundamental para a continuidade dos trabalhos e para a manutenção do acervo e do edifício da cia, sediada no Bixiga.

META 1

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META 2

 

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ORÇAMENTO ANUAL

Os espetáculos, desde os sertões, tem uma multidão na equipe – por volta de 60 pessoas. O trabalho é muito caro, valioso e exige dedicação. Iríamos muito além, com as condições de pagar bem ao time que não só monta e atua nos espetáculos, mas está ligado no tudão, na manutenção do espaço, na concepção da expansão urbana, na continuidade do projeto de Lina Bo Bardi e da linha estética da companhia, que existe desde 1958.

Manter a companhia o ano todo + a montagem de espetáculos  + manutenção do melhor teatro do mundo, segundo o jornal The Guardian é um desafio cada vez mais complicado. Além do prédio do teatro oficina, que é de propriedade do Estado de São Paulo, mas tem todas as despesas – água, luz, limpeza, reparos – inteiramente mantidas por nós, posseiros, a Companhia mantém a casa de produção, um depósito de objetos de cena na rua São Domingos, um acervo de figurinos na rua major Diogo, e um depósito no sacolão, embaixo do minhocão, para grandes objetos.

Além da montagem dos espetáculos, existe uma despesa mensal para esse acervo e para o time que realiza esse trabalho, sem falar na necessidade de treino dos atores e cyberartistas, nos trabalhos diários de música, dança, tecnologias, estudos.

 

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TRAJETÓRIA DE LUTA

Criado coletivamente há 6 décadas por quase 2000 pessoas, entre artistas e atuadores de todas as áreas, o Teatro Oficina tem como diretor o maior encenador brasileiro, José Celso Martinez Corrêa. Um dos expoentes dessa criação é a sede da companhia, o prédio, obra de arte de Lina Bo Bardi e Edson Elito, tombado como patrimônio nacional, localizado no bairro do Bixiga, um mangue fértil da cidade, que luta para não ter toda forma de vida, diversa e potente, esmagada pela especulação imobiliária. No Teat(r)o Oficina arquitetura e encenação são indissociáveis y por essa alquimia, em 2015, foi reconhecido pelo jornal britânico The Guardian como o teatro mais bonito e intenso do mundo, seguido por Epidaurus, na Grécia! Arte, cultura y imaginação são infra–estruturas da vida, fundamentais para enfrentar momentos de crise e instabilidade como os que atravessamos agora. Há 60 anos a companhia Teat(r)o Oficina Uzyna Uzona produz, ininterruptamente arte, ciência y cultura. Somos um movimento, uma potência. Uma linguagem.

Essa campanha é um movimento coletivo de amantes da arte e da vida, é um ato político de alegria e de luta! Um movimento que deseja o Teat(r)o Oficina forte! Calibrado técnica e artisticamente em sua plena potência. A valoração econômica, através dessa campanha de financiamento recorrente é fundamental para a manutenção do edifício, obra de arte tombada pelo CONPRESP, CONDEPHAAT e IPHAN e premiada na Quadrienal de Praga. 

A bilheteria, até os anos 60, foi a principal fonte de renda das companhias. A tradição de pagar o ingresso pela cultura existiu mesmo em grupos com financiamento, como foi o caso do TBC, onde Franco Zampari, em 1948, aglutinou milionários da elite paulistana para investir em um teatro de repertório com o pagamento permanente de artistas e técnicos. A constelação do TBC era formada por uma geração que teve Cacilda Becker, Adolfo Celi, Sérgio Cardoso, Paulo Autran, Tônia Carreiro, Cleyde Yáconis, Walmor Chagas – artistas que saíram desse celeiro de criação e fundaram muitas outras companhias, capitaneadas por essas estrelas. As jovens companhias surgidas a partir do fim da década de 50, como o Teat(r)o Oficina e o Teatro de Arena, com estruturas de criação e linguagens muito diferentes tinham também a bilheteria como importante fonte de renda. Além de parte fundamental do orçamento, é a valoração direta entre artistas e o público. As sessões de terça a domingo, foram substituídas por curtas temporadas. A bilheteria, substituída por leis de incentivo, hoje criminalizadas. Essa campanha é portanto uma maneira de reinventar uma economia da cultura.

 

 

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A Benfeitoria não pode assegurar a execução do projeto nem a entrega das recompensas. Essa é uma responsabilidade direta dos realizadores. Estamos empenhados em fazer uma nova economia acontecer. Vamos juntos?

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  • Associação Teat(r)o Oficina Uzyna Uzona
  • Categoria: Cidades, Cultura e Arte, Política

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JOSE CARLOS DE OLIVEIRA
Maria Carolina Blassioli Moraes