Projeto Escola Mavutsinin |

Projeto Escola Mavutsinin

Colabore para revitalizar a escola da aldeia Kamayurá no Xingu.

Projeto por: Duda Kamayurá
R$ 41.129,00
arrecadado
meta R$ 40.000,00

116 benfeitores
apoiaram essa campanha

Conseguimos \o/

Obrigado a todos os Benfeitores por mais um projeto bem sucedido. Agora, acompanhe as novidades e comentários do projeto.

POR

Duda Kamayurá

Duda Kamayurá

R$ 20
Apoiando com R$ 20,00 ou mais
35 benfeitores apoiando
Sua Fera será a ARYRY (Formiga), que prepara a terra, e você receberá um vídeo de agradecimento do Cacique Kotok e da aldeia Kamayurá.
R$ 50
Apoiando com R$ 50,00 ou mais
28 benfeitores apoiando
Sua Fera será APURIRI (Libélula) e, além do vídeo de agradecimento, você pode fazer parte do evento de Colaboradores onde assistiremos juntos ao vídeo do projeto.
R$ 150
Apoiando com R$ 150,00 ou mais
23 benfeitores apoiando
Sua fera será EIT (Abelha), além das recompensas anteriores você vai receber uma pulseira tradicional Kamayurá feita pelas artesãs da aldeia.
R$ 350
Apoiando com R$ 350,00 ou mais
5 benfeitores apoiando
Se escolher o PANÃN PANÃN (Borboleta), você recebe o vídeo de agradecimento, encontra com a gente no evento de Colaboradores e ganha uma canga linda estampada com Tapaká (pintura tradicional Kamayurá).
R$ 500
Apoiando com R$ 500,00 ou mais
5 benfeitores apoiando
Sua escolha será o JOHET (Tucano) e você ganha todos os prêmios anteriores: o vídeo de agradecimento, convite para o evento de Colaboradores, uma pulseira artesanal Kamayurá e uma canga estampada com Tapaká.
R$ 800
Apoiando com R$ 800,00 ou mais
2 benfeitores apoiando
Contribuindo com R$800 você participa ativamente do Projeto e ainda ganha de presente um pôster do nosso mascote, Takumã Manifesto, criado pela artista plástica Ju Helcer, inspirada em uma das lideranças indígenas mais importantes da região, o falecido pajé Takumã. A impressão é em papel fotográfico de algodão, 30x40cm. Você também recebe de presente um convite para o nosso evento de colaboradores e um vídeo do cacique Kotok Kamayurá agradecendo a sua participação.
R$ 1.000
Apoiando com R$ 1.000,00 ou mais
6 benfeitores apoiando
Sua fera será a KANINE (Arara) e, além de todos os presentes já citados, você também ganha um exemplar da Rak ani em Aquarela, arte da designer Antonia Souza inspirada em uma das crianças da aldeia Kamayurá
R$ 10.000
Apoiando com R$ 10.000,00 ou mais
Seja o primeiro a apoiar!
JAWAT (Onça) será a fera que vai permitir a sua ida ao Parque Indígena do Xingu (PIX) para acompanhar de perto o processo de Revitalização da Escola Mavutsinin com todos os custos incluídos. Além, é claro, de todos os presentes que as outras feras ganham: vídeo de agradecimento, pulseira tradicional Kamayurá, canga estampada com Tapaká, Rakani em Aquarela, convite para Expedição Terra Comum, o Livro de Lendas Kamayurá e a joia do Xingu, o colar de caramujo.

A aldeia Kamayurá segue o modelo altoxinguano, com casas dispostas mais ou menos circularmente, cobertas de sapê, e de teto arredondado até o chão. No centro desse espaço circular encontra-se um pátio ou “praça” (hokayterip) para a qual convergem os caminhos, conduzindo tanto às moradias como aos lugares públicos, onde se ergue a casa das flautas (tapyyji), atravessada medianamente pelo “caminho do sol”. Um pouco mais distante do centro principal da aldeia, entre a casa do Cacique Kotok e a Lagoa, está a Escola Mavutsiní.

A Escola Estadual Indígena Mavutsinín, tem alguns objetivos principais:

- preservar e resgatar a cultura Kamayurá

- capacitar jovens e crianças no uso dos conhecimentos não-índios

- auxiliar a comunidade na conquista de bens materiais

- prestar assistência à Associação

A ideia de criar uma escola que atendesse diretamente aos interesses dos índios veio dos adultos e mais velhos da aldeia. O currículo foi montado para apoiar as necessidades específicas dos moradores. Os alunos têm aulas de mitologia Kamayurá, luta Huka Huka, música tradicional (flautas 'kurutai' e 'awirare' e canto), pintura corporal, artesanato e língua Kamayurá (escrita e leitura). A escola cria condições para o resgate de algumas práticas ameaçadas de abandono, como cantos antigos, narração de mitos, desenhos e pinturas tradicionais, confecção de adornos, instrumentos de trabalho, entre outros. As disciplinas básicas do primeiro grau - português, matemática, geografia e história – são introduzidas de modo diferenciado, apoiadas no conhecimento dos mais antigos e nas atividades cotidianas.

A escola da aldeia Kamayurá está com as paredes inacabadas e pintadas pela metade. De certa forma, a casa que abriga a escola Mavutsinin é bem diferente da paisagem da aldeia. Buscando revitalizar este espaço e integrá-lo com a comunidade, o Terra Comum criou o Projeto Escola Mavutsinin.

 

A escola Mavutsinin fica fora do círculo principal da aldeia, mas numa região importante porque serve de passagem para muitos moradores. Também é um espaço onde as crianças correm livremente e brincam nas sombras dos pequizeiros.

O povo Kamayurá é conhecido por sua pintura tradicional, ainda hoje eles realizam esta arte com maestria. Os desenhos são tradicionalmente encontrados nas pinturas corporais, vasos, panelas de cerâmica, artesanatos, instrumentas e ferramentas. Hoje, outros suportes são explorados, como muros e paredes.

A escola Mavutsinin da aldeia Kamayurá tem parte do seu muro pintado com grafismos, mas o trabalho está inacabado. Buscando revitalizar o espaço, o Instituto optou por continuar o padrão. O painel será como um livro aberto, despertando a curiosidade para as histórias de cada traço, com identificação e aprendizado, principalmente para as crianças, mantendo viva a tradição.

Os voluntários, junto aos pintores Kamayurás, irão revitalizar a escola e ainda contribuirão para o desenvolvimento da pesquisa Kamayura Kwatsiat. Este registro foi idealizado e é coordenado pela designer Antonia Souza junto com as lideranças indígenas. O trabalho busca identificar e catalogar o Tapaká, a verdadeira pintura do povo Kamayurá. A identificação dos elementos, apresentação em diferentes suportes e as diferenças entre padrões de repetição são pontos de partida para esta pesquisa que servirá de base para a escolha das ilustrações que serão reproduzidas no muro.

Ao final da catalogação, o Terra Comum pretende buscar parcerias para editar um livro para a comunidade e alunos da escola Mavutsinin.

Investindo na Escola Mavutsinín afirmamos o quanto confiamos no potencial das crianças indígenas e acreditamos que a chave para um futuro mais sustentável e inteligente é possível. São eles que vão preservar nossas matas e florestas no futuro.

Consertando, pintando e cuidando da escola, iremos inspirar não apenas as crianças, alunos da escola, mas também a todos os professores, moradores e visitantes. O objetivo é que todos tenham orgulho de fazer parte dessa atividade e que a escola seja um espaço para interação e colaboração.

Para viabilizar tudo isso, precisaremos de duas viagens à aldeia. Na primeira viagem vamos terminar as obras no muro e levar todos os materiais necessários para a pintura. Depois dos 20 dias de finalização e tempo de secagem do muro, voltamos para a aldeia com os artistas e voluntários para pintura do muro e finalização dos tapakás.

Durante as obras na escola contrataremos a ajuda de agentes indígenas, índios que fazem esse tipo de trabalho de construção na aldeia.

O Projeto Escola Mavutsinin é a primeira realização em prol da revitalização da Escola. Depois de conquistarmos a atenção das crianças e dos índios mais velhos a respeito da importância de manter esse espaço vivo e com bastante com cor, queremos revitalizar o interior das salas de aulas e, em parceria com os alunos e professores da aldeia, traduzir o que eles querem pintar e aprender.

Vamos apoiar a compra dos materiais escolares, a ampliação da biblioteca, a revitalização das mesas, cadeiras e quadros negros, além de desenvolver novos materiais para o aprendizado, como pesquisas, livros e atividades. Sabemos que é um longo caminho e estamos dispostos a apoiá-los neste desafio!

 

Convidamos você a fazer parte desta expedição de solidariedade e respeito, buscando incentivar a conservação da natureza e a proteção de áreas naturais e conhecimentos tradicionais.

Conheça as escolhas que podemos fazer na construção de um futuro mais sustentável e respeitoso com a natureza e seus maiores guardiões, os povos indígenas.

O Terra Comum é uma organização que visa promover ações positivas em benefício das comunidades tradicionais indígenas de forma geral. Atualmente atua diretamente com aldeias no Alto do Parque Indígena do Xingu e visa expandir esse trabalho.

O Instituto  reconhece os conhecimentos indígenas como patrimônio histórico e cultural da humanidade e apoia os povos indígenas na busca pelos seus direitos. Mas, principalmente, estimula a colaboração para que pessoas comuns possam fazer parte do trabalho social e contribuir para a realização de projetos. 

O Terra Comum nasceu a partir da experiência de mais de cinco anos e dezenas de viagens ao Parque Indígena do Xingu realizadas pela historiadora Maria Eduarda Souza, ou Duda Kamayurá, como é chamada na aldeia.

A aldeia Kamayurá segue o modelo altoxinguano, com casas dispostas mais ou menos circularmente, cobertas de sapê, e de teto arredondado até o chão. No centro desse espaço circular encontra-se um pátio ou “praça” (hokayterip) para a qual convergem os caminhos, conduzindo tanto às moradias como aos lugares públicos, onde se ergue a casa das flautas (tapyyji), atravessada medianamente pelo “caminho do sol”. Um pouco mais distante do centro principal da aldeia, entre a casa do Cacique Kotok e a Lagoa, está a Escola Mavutsiní.

A Escola Estadual Indígena Mavutsinín, tem alguns objetivos principais:

- preservar e resgatar a cultura Kamayurá

- capacitar jovens e crianças no uso dos conhecimentos não-índios

- auxiliar a comunidade na conquista de bens materiais

- prestar assistência à Associação

A ideia de criar uma escola que atendesse diretamente aos interesses dos índios veio dos adultos e mais velhos da aldeia. O currículo foi montado para apoiar as necessidades específicas dos moradores. Os alunos têm aulas de mitologia Kamayurá, luta Huka Huka, música tradicional (flautas 'kurutai' e 'awirare' e canto), pintura corporal, artesanato e língua Kamayurá (escrita e leitura). A escola cria condições para o resgate de algumas práticas ameaçadas de abandono, como cantos antigos, narração de mitos, desenhos e pinturas tradicionais, confecção de adornos, instrumentos de trabalho, entre outros. As disciplinas básicas do primeiro grau - português, matemática, geografia e história – são introduzidas de modo diferenciado, apoiadas no conhecimento dos mais antigos e nas atividades cotidianas.

A escola da aldeia Kamayurá está com as paredes inacabadas e pintadas pela metade. De certa forma, a casa que abriga a escola Mavutsinin é bem diferente da paisagem da aldeia. Buscando revitalizar este espaço e integrá-lo com a comunidade, o Terra Comum criou o Projeto Escola Mavutsinin.

 

A escola Mavutsinin fica fora do círculo principal da aldeia, mas numa região importante porque serve de passagem para muitos moradores. Também é um espaço onde as crianças correm livremente e brincam nas sombras dos pequizeiros.

O povo Kamayurá é conhecido por sua pintura tradicional, ainda hoje eles realizam esta arte com maestria. Os desenhos são tradicionalmente encontrados nas pinturas corporais, vasos, panelas de cerâmica, artesanatos, instrumentas e ferramentas. Hoje, outros suportes são explorados, como muros e paredes.

A escola Mavutsinin da aldeia Kamayurá tem parte do seu muro pintado com grafismos, mas o trabalho está inacabado. Buscando revitalizar o espaço, o Instituto optou por continuar o padrão. O painel será como um livro aberto, despertando a curiosidade para as histórias de cada traço, com identificação e aprendizado, principalmente para as crianças, mantendo viva a tradição.

Os voluntários, junto aos pintores Kamayurás, irão revitalizar a escola e ainda contribuirão para o desenvolvimento da pesquisa Kamayura Kwatsiat. Este registro foi idealizado e é coordenado pela designer Antonia Souza junto com as lideranças indígenas. O trabalho busca identificar e catalogar o Tapaká, a verdadeira pintura do povo Kamayurá. A identificação dos elementos, apresentação em diferentes suportes e as diferenças entre padrões de repetição são pontos de partida para esta pesquisa que servirá de base para a escolha das ilustrações que serão reproduzidas no muro.

Ao final da catalogação, o Terra Comum pretende buscar parcerias para editar um livro para a comunidade e alunos da escola Mavutsinin.

Investindo na Escola Mavutsinín afirmamos o quanto confiamos no potencial das crianças indígenas e acreditamos que a chave para um futuro mais sustentável e inteligente é possível. São eles que vão preservar nossas matas e florestas no futuro.

Consertando, pintando e cuidando da escola, iremos inspirar não apenas as crianças, alunos da escola, mas também a todos os professores, moradores e visitantes. O objetivo é que todos tenham orgulho de fazer parte dessa atividade e que a escola seja um espaço para interação e colaboração.

Para viabilizar tudo isso, precisaremos de duas viagens à aldeia. Na primeira viagem vamos terminar as obras no muro e levar todos os materiais necessários para a pintura. Depois dos 20 dias de finalização e tempo de secagem do muro, voltamos para a aldeia com os artistas e voluntários para pintura do muro e finalização dos tapakás.

Durante as obras na escola contrataremos a ajuda de agentes indígenas, índios que fazem esse tipo de trabalho de construção na aldeia.

O Projeto Escola Mavutsinin é a primeira realização em prol da revitalização da Escola. Depois de conquistarmos a atenção das crianças e dos índios mais velhos a respeito da importância de manter esse espaço vivo e com bastante com cor, queremos revitalizar o interior das salas de aulas e, em parceria com os alunos e professores da aldeia, traduzir o que eles querem pintar e aprender.

Vamos apoiar a compra dos materiais escolares, a ampliação da biblioteca, a revitalização das mesas, cadeiras e quadros negros, além de desenvolver novos materiais para o aprendizado, como pesquisas, livros e atividades. Sabemos que é um longo caminho e estamos dispostos a apoiá-los neste desafio!

 

Convidamos você a fazer parte desta expedição de solidariedade e respeito, buscando incentivar a conservação da natureza e a proteção de áreas naturais e conhecimentos tradicionais.

Conheça as escolhas que podemos fazer na construção de um futuro mais sustentável e respeitoso com a natureza e seus maiores guardiões, os povos indígenas.

O Terra Comum é uma organização que visa promover ações positivas em benefício das comunidades tradicionais indígenas de forma geral. Atualmente atua diretamente com aldeias no Alto do Parque Indígena do Xingu e visa expandir esse trabalho.

O Instituto  reconhece os conhecimentos indígenas como patrimônio histórico e cultural da humanidade e apoia os povos indígenas na busca pelos seus direitos. Mas, principalmente, estimula a colaboração para que pessoas comuns possam fazer parte do trabalho social e contribuir para a realização de projetos. 

O Terra Comum nasceu a partir da experiência de mais de cinco anos e dezenas de viagens ao Parque Indígena do Xingu realizadas pela historiadora Maria Eduarda Souza, ou Duda Kamayurá, como é chamada na aldeia.

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