Liberdade e Saúde ao Saara Ocidental |

Liberdade e Saúde ao Saara Ocidental

Contribuir para libertar a última colônia da África e para organizar o sistema de saúde. Precisamos de ajuda para fortalecer a autonomia do Saara Ocidental.

Projeto por: Leandro Freitas Couto
R$ 575,00
arrecadado
meta R$ 11.000,00

10 benfeitores
apoiaram essa campanha

Não foi dessa vez :/

A meta de arrecadação não foi atingida e todas as colaborações foram estornadas. Obrigado pelo apoio ainda assim!

POR

Leandro Freitas Couto

Leandro Freitas Couto
R$ 25
Nelson Mandela
5 benfeitores apoiando
Mensagem especial de agradecimento da equipe que vai participar da missão!
R$ 50
Simon Bolivar - libertador das américas
3 benfeitores apoiando
Você receberá Imagens exclusivas da nossa expedição ao Saara Ocidental
R$ 100
Mahatma Gandhi - Libertador da Paz
1 benfeitor apoiando
Ganhe uma reprodução de pintura do artista Tiago Botelho.
R$ 200
Zumbi /Dandara - libertadores negros
1 benfeitor apoiando
Ganhe uma reprodução de pintura do artista Tiago Botelho e um jantar no Simbaz (412 Sul).
R$ 500
Aminatou Haidar - Gandhi Saharaui
Seja o primeiro a apoiar!
Ganhe uma reprodução de pintura do artista Tiago Botelho e um jantar no Simbaz (412 Sul).

A missão do CEBES na RASD
O Centro Brasileiro de Estudos de Saúde (Cebes) irá em dezembro de 2019 ao último país do continente africano com status de colônia, o Saara Ocidental. O convite realizado pela embaixada saharaui tem por objetivo levar a experiência do Sistema Único de Saúde, o SUS, maior programa universal de saúde do mundo. Apresentaremos nossas políticas e programas brasileiros, para fortalecer o sistema de saúde saharaui, ajudando a população a ter mais força e autonomia em sua trajetória de luta por autonomia e independência. Aproveitaremos a oportunidade para conhecer estratégias, serviços de saúde e práticas tradicionais em saúde desenvolvidas pela população saharaui, de modo a enriquecer as práticas brasileiras. A visita ainda pretende construir parcerias entre as universidades brasileiras e o governo do Saara.

Nossos gastos serão modestos uma vez que nos hospedaremos na residência de moradores locais e nos deslocaremos pelo país de carona, no entanto, ainda não contamos com uma quantia suficiente para a compra de duas passagens aéreas.

Os participantes da comitiva da missão visitarão serviços de saúde no Saara Ocidental, dialogando com os profissionais de saúde que atuam na região, bem como com líderes locais que praticam formas tradicionais de cuidado. De outro lado, a visita servirá também de oportunidade para apresentar o Sistema Único de Saúde do Brasil, sua concepção e desafios, assim como as soluções que o Brasil encontrou para melhorar as situações de saúde em localidades remotas, com poucos recursos e equipamentos disponíveis. Os contatos servirão para estabelecer parcerias entre as universidades brasileiras e o governo do Saara Ocidental.


A missão será composta por cerca de 10 pessoas e, para se realizar, precisa do seu apoio. O custo da viagem é de aproximadamente R$ 5.000,00 por pessoa, e essa vaquinha se somará a outras iniciativas de arrecadação.


A República Árabe Saharaui Democrática – RASD
A RASD, como é conhecido o Saara Ocidental, foi fundada em 1976, após administração colonial espanhola no território. Antes de abandonar o país, no entanto, a Espanha facilitou a invasão do território pelo Marrocos e da Mauritânia. A República Saharaui, atualmente reconhecida por mais de 80 países e membro fundadora da organização regional União Africana. Brasil, Argentina e Chile, são os únicos países da América do Sul que ainda não reconhecem a RASD. Em 1991, com concordancia do Conselho de Segurança da ONU, aprovou-se um Plano de Solução em torno da organização de um referendo que deve permitir ao povo do Saara Ocidental exercer o seu direito à autodeterminação. Até hoje o referendo não foi realizado. Em 2019, Aminatou Haidar, a ativista conhecida como a “Gandhi do Saara Ocidental” ganhou o prêmio ‘Right Livelihood Award, considerado o prêmio Nobel alternativo, por conta de décadas de resistência pacífica pela liberação da última colônia africana.


Muro construído pelo Marrocos que divide o Saara Ocupado.

 

O CEBES
O Centro Brasileiro de Estudos de Saúde (Cebes) é uma das mais ferrenhas entidades que atuam na defesa do Sistema Único de Saúde (SUS), inclusive no seu processo de conquista e instituição. Criado em 1976, pela democratização da sociedade e dos direitos sociais, articulando militância e produção de conhecimento. O Cebes faz parte do Movimento de Saúde dos Povos é uma rede global que reúne ativistas de saúde, pesquisadores, formuladores de políticas, organizações da sociedade civil e instituições acadêmicas de todo o mundo. Atualmente está presente em mais de 80 países defendendo a Atenção Primária em Saúde e o enfrentamento dos Determinantes Sociais, Ambientais e Econômicos da Saúde.

 

Organizan en Brasilia una cena de solidaridad con la causa saharaui

Em: 24/10/2019 12:25

Brasil, 24 de octubre de 2019(SPS)- se celebró, el martes en Brasilia, la primera de las tres cenas de solidaridad con la causa saharaui que están previstas para realizarse en esta ciudad.

El evento fue organizado por el Centro Brasileño de Estado de Saude(CEBES) y la Asociación brasileña de amistad con el pueblo saharaui.

El objetivo que los organizadores persiguen con estos actos es extender el conocimiento de la causa saharaui en Brasilia y preparar la próxima visita de una delegación del CEBES a los campos de refugiados saharauis para contribuir y colaborar en distintos proyectos de salud en beneficio de la población de estos campos.

El acontecimiento fue un total éxito por las muestras de cariño y solidaridad de todos los participantes, que llenaron todo el aforo.

Se contó con la presencia del grupo de trabajo del CEBES, varios parlamentarios, periodistas, miembros de la sociedad civil y de la Asociación de Solidaridad encabezados por su presidenta la señora María José Conceiçao. 

Publicado e disponível em: 
https://www.spsrasd.info/news/es/articles/2019/10/24/23153.html


JORNALISTA SAHARAUI WALID AL-SALIK, CONDENADO A 6 ANOS DE PRISÃO

Em: 10/10/2019 16:36

 

PUSl.- Walid Al-Salik, jornalista saharaui, foi condenado ontem, 9 de outubro, a seis anos de prisão no tribunal de apelação marroquino de El Aaiun, capital do Sahara Ocidental ocupado.

O jornalista saharaui e ativista dos direitos humanos foram acusados ??dos delitos usuais e não comprovados de “ataques a funcionários públicos, bloqueio de estradas e lançamento de pedras contra policias”. As autoridades marroquinas recorrem sempre às mesmas acusações em relação aos ativistas e jornalistas saharauis, mas sem nunca apresentarem em julgamento qualquer prova ou evidencência excepto os documentos elaborados e escritos pela polícia e / ou falsas confissões.

Al-Salik foi preso no dia 7 de junho deste ano com outros dois ativistas que as autoridades marroquinas espancaram brutalmente na recepção do preso político e jornalista Salah Lebsir, que foi libertado no mesmo dia.

Como pode ser visto no vídeo abaixo, os jovens ativistas e o jornalista Al Salik não atacaram ninguém, mas foram brutalmente espancados no meio da rua por mais de uma dúzia de agentes da polícia marroquina à civil e fardados. Os três cidadãos saharauis foram interceptados no seu carro por um grupo de agentes das forças auxiliares marroquinas, armados com cassetetes que os atacaram, arrancaram de demtro do seu carro e espancaram repetidamente.

 

Após a brutal intervenção em Smara, Walid Al-Salik foi transferido em 10 de junho para a cidade de El Aaiun e apresentado ao tribunal de apelação ao juiz investigador.

Walid al-Salik Albatal está detido por enquanto na prisão negra de El Aaiun, nos territórios ocupados do Sahara Ocidental, mas provavelmente será transferido para o Reino de Marrocos em clara violação do DIH (Direito Internacional Humanitário), como é prática comum das Forças de ocupação marroquinas

O jovem jornalista já tinha sido condenado em 2016 por participar numa manifestação não violenta e cumpriu 14 meses de prisão.

Publicado em:

https://porunsaharalibre.org/pt/2019/10/10/el-periodista-saharaui-walid-al-salik-condenado-a-6-anos-de-prision/


A missão do CEBES na RASD
O Centro Brasileiro de Estudos de Saúde (Cebes) irá em dezembro de 2019 ao último país do continente africano com status de colônia, o Saara Ocidental. O convite realizado pela embaixada saharaui tem por objetivo levar a experiência do Sistema Único de Saúde, o SUS, maior programa universal de saúde do mundo. Apresentaremos nossas políticas e programas brasileiros, para fortalecer o sistema de saúde saharaui, ajudando a população a ter mais força e autonomia em sua trajetória de luta por autonomia e independência. Aproveitaremos a oportunidade para conhecer estratégias, serviços de saúde e práticas tradicionais em saúde desenvolvidas pela população saharaui, de modo a enriquecer as práticas brasileiras. A visita ainda pretende construir parcerias entre as universidades brasileiras e o governo do Saara.

Nossos gastos serão modestos uma vez que nos hospedaremos na residência de moradores locais e nos deslocaremos pelo país de carona, no entanto, ainda não contamos com uma quantia suficiente para a compra de duas passagens aéreas.

Os participantes da comitiva da missão visitarão serviços de saúde no Saara Ocidental, dialogando com os profissionais de saúde que atuam na região, bem como com líderes locais que praticam formas tradicionais de cuidado. De outro lado, a visita servirá também de oportunidade para apresentar o Sistema Único de Saúde do Brasil, sua concepção e desafios, assim como as soluções que o Brasil encontrou para melhorar as situações de saúde em localidades remotas, com poucos recursos e equipamentos disponíveis. Os contatos servirão para estabelecer parcerias entre as universidades brasileiras e o governo do Saara Ocidental.


A missão será composta por cerca de 10 pessoas e, para se realizar, precisa do seu apoio. O custo da viagem é de aproximadamente R$ 5.000,00 por pessoa, e essa vaquinha se somará a outras iniciativas de arrecadação.


A República Árabe Saharaui Democrática – RASD
A RASD, como é conhecido o Saara Ocidental, foi fundada em 1976, após administração colonial espanhola no território. Antes de abandonar o país, no entanto, a Espanha facilitou a invasão do território pelo Marrocos e da Mauritânia. A República Saharaui, atualmente reconhecida por mais de 80 países e membro fundadora da organização regional União Africana. Brasil, Argentina e Chile, são os únicos países da América do Sul que ainda não reconhecem a RASD. Em 1991, com concordancia do Conselho de Segurança da ONU, aprovou-se um Plano de Solução em torno da organização de um referendo que deve permitir ao povo do Saara Ocidental exercer o seu direito à autodeterminação. Até hoje o referendo não foi realizado. Em 2019, Aminatou Haidar, a ativista conhecida como a “Gandhi do Saara Ocidental” ganhou o prêmio ‘Right Livelihood Award, considerado o prêmio Nobel alternativo, por conta de décadas de resistência pacífica pela liberação da última colônia africana.


Muro construído pelo Marrocos que divide o Saara Ocupado.

 

O CEBES
O Centro Brasileiro de Estudos de Saúde (Cebes) é uma das mais ferrenhas entidades que atuam na defesa do Sistema Único de Saúde (SUS), inclusive no seu processo de conquista e instituição. Criado em 1976, pela democratização da sociedade e dos direitos sociais, articulando militância e produção de conhecimento. O Cebes faz parte do Movimento de Saúde dos Povos é uma rede global que reúne ativistas de saúde, pesquisadores, formuladores de políticas, organizações da sociedade civil e instituições acadêmicas de todo o mundo. Atualmente está presente em mais de 80 países defendendo a Atenção Primária em Saúde e o enfrentamento dos Determinantes Sociais, Ambientais e Econômicos da Saúde.

 

Organizan en Brasilia una cena de solidaridad con la causa saharaui

Em: 24/10/2019 12:25

Brasil, 24 de octubre de 2019(SPS)- se celebró, el martes en Brasilia, la primera de las tres cenas de solidaridad con la causa saharaui que están previstas para realizarse en esta ciudad.

El evento fue organizado por el Centro Brasileño de Estado de Saude(CEBES) y la Asociación brasileña de amistad con el pueblo saharaui.

El objetivo que los organizadores persiguen con estos actos es extender el conocimiento de la causa saharaui en Brasilia y preparar la próxima visita de una delegación del CEBES a los campos de refugiados saharauis para contribuir y colaborar en distintos proyectos de salud en beneficio de la población de estos campos.

El acontecimiento fue un total éxito por las muestras de cariño y solidaridad de todos los participantes, que llenaron todo el aforo.

Se contó con la presencia del grupo de trabajo del CEBES, varios parlamentarios, periodistas, miembros de la sociedad civil y de la Asociación de Solidaridad encabezados por su presidenta la señora María José Conceiçao. 

Publicado e disponível em: 
https://www.spsrasd.info/news/es/articles/2019/10/24/23153.html


JORNALISTA SAHARAUI WALID AL-SALIK, CONDENADO A 6 ANOS DE PRISÃO

Em: 10/10/2019 16:36

 

PUSl.- Walid Al-Salik, jornalista saharaui, foi condenado ontem, 9 de outubro, a seis anos de prisão no tribunal de apelação marroquino de El Aaiun, capital do Sahara Ocidental ocupado.

O jornalista saharaui e ativista dos direitos humanos foram acusados ??dos delitos usuais e não comprovados de “ataques a funcionários públicos, bloqueio de estradas e lançamento de pedras contra policias”. As autoridades marroquinas recorrem sempre às mesmas acusações em relação aos ativistas e jornalistas saharauis, mas sem nunca apresentarem em julgamento qualquer prova ou evidencência excepto os documentos elaborados e escritos pela polícia e / ou falsas confissões.

Al-Salik foi preso no dia 7 de junho deste ano com outros dois ativistas que as autoridades marroquinas espancaram brutalmente na recepção do preso político e jornalista Salah Lebsir, que foi libertado no mesmo dia.

Como pode ser visto no vídeo abaixo, os jovens ativistas e o jornalista Al Salik não atacaram ninguém, mas foram brutalmente espancados no meio da rua por mais de uma dúzia de agentes da polícia marroquina à civil e fardados. Os três cidadãos saharauis foram interceptados no seu carro por um grupo de agentes das forças auxiliares marroquinas, armados com cassetetes que os atacaram, arrancaram de demtro do seu carro e espancaram repetidamente.

 

Após a brutal intervenção em Smara, Walid Al-Salik foi transferido em 10 de junho para a cidade de El Aaiun e apresentado ao tribunal de apelação ao juiz investigador.

Walid al-Salik Albatal está detido por enquanto na prisão negra de El Aaiun, nos territórios ocupados do Sahara Ocidental, mas provavelmente será transferido para o Reino de Marrocos em clara violação do DIH (Direito Internacional Humanitário), como é prática comum das Forças de ocupação marroquinas

O jovem jornalista já tinha sido condenado em 2016 por participar numa manifestação não violenta e cumpriu 14 meses de prisão.

Publicado em:

https://porunsaharalibre.org/pt/2019/10/10/el-periodista-saharaui-walid-al-salik-condenado-a-6-anos-de-prision/