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Vista se de Orgulho

Coletivo de torcedores LGBTQIA+ do Cruzeiro que luta contra a lgbtfobia no futebol

Projeto por: Marias de Minas
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A Marias de Minas nasceu em maio de 2019 como um grupo de WhatsApp reunindo torcedores LGBTQIA+ do Cruzeiro. A ideia surgiu de um desses torcedores, após sofrer ataques homofóbicos da própria torcida do Cruzeiro. Seu intuito era compartilhar apoio e ideias entre torcedores LGBTQIA+ celestes. O mesmo torcedor fundador do coletivo voltou a sofrer com a homofobia pouco depois, dessa vez no Mineirão, onde ele e seu namorado foram fotografados e filmados. As imagens rodaram o Brasil, sendo eles ameaçados pelos torcedores do próprio time e usados de motivo de piada pelos rivais. A partir daí, a Marias de Minas passou a lutar mais ativamente contra a LGBTfobia no futebol, buscamos promover uma arquibancada plural e democrática.

 

 
O nome Marias de Minas é alvo constante de críticas por parte da torcida, pois o termo Maria é utilizado pelos torcedores rivais para ofender os cruzeirenses. O futebol é um esporte dominado por homens heterossexuais e tudo que se afasta do masculino e aproxima do feminino é motivo de repulsa. Por isso, o termo Maria usado como forma de ofender o torcedor do Cruzeiro é uma manifestação clara de homofobia, machismo e misoginia. É por este motivo que assumimos esse nome, uma vez que não temos vergonha de sermos chamados de um nome que carrega tanta história de luta e glórias, inclusive da nossa eterna Maria Salomé (torcedora símbolo do Clube).
 
Nossas ações para democratizar a torcida celeste começaram com o grupo de WhatsApp - que hoje possui cerca de cento e dez membros -, mas expandimos também para o Instagram e Twitter. Buscamos também o diálogo constante com o clube e demais órgãos responsáveis pelo futebol no estado de Minas Gerais.
 
Em Janeiro de 2020 veiculamos um documento com propostas de combate à LGBTfobia no futebol mineiro que foi enviado a todos os times que disputam o Módulo I do estadual, Estádio do Mineirão, Independência, OAB-MG, Ministério Público de Minas Gerais e FMF. O intuito do documento era auxiliar as
instituições em como combater a LGBTfobia dentro do ambiente do futebol, e em como podemos ser mais inclusivos com a comunidade LGBTQIA+. Infelizmente, só tivemos
retornos do Mineirão e do América Mineiro (ambos muito positivos).
Outra ação da Marias de Minas foi uma série de lives no Instagram, onde trouxemos convidados para falarmos da construção do preconceito na sociedade brasileira. Buscando dialogar mais, não só com a comunidade LGBTQIA+, mas com todo o público do futebol, trazemos tópicos e discussões pertinentes para compreender preconceitos e desconstrui-los. Acreditamos na educação como a ferramenta mais eficaz para um mundo
melhor, e trazendo conteúdos educativos estamos atuando de forma mais proativa e efetiva.
 
No dia do Orgulho LGBTQIA+ de 2020 fizemos uma thread no Twitter em parceria com o Estádio Mineirão, América-MG e Estádio Independência para contarmos sobre um pouco da história do movimento LGBTQIA+ e o motivo dessa data.
 
No mesmo dia o América lançou um projeto da camisa Pride, onde convidou alguns coletivos de luta LGBTQIA+ para idealizar sua primeira camisa LGBTQIA+, com identidade totalmente da nossa comunidade. O lançamento é para o dia do Orgulho desse ano (2021). 
 
Nossas ações são limitadas pois não temos nenhum recurso financeiro, e todas as postagens em vídeo contamos com ajuda de parceiros para concretizar nossa pauta. 
 
Pra esse e para os próximos anos queremos trazer mais conteúdos e campanhas de impacto, as para isso precisamos de recursos financeiros ou parceiros dispostos a construir esse ambiente democrático conosco. 
 
Sabemos que o futebol é um ambiente hostil, machista e LGBTfóbico, mas temos um amor
enorme por esse esporte. Não podemos deixar essas
violências opressoras nos afastarem mais do estádio, e é por isso que (re)existimos, pois precisamos mudar esse cenário. É pelo direito de existir e de torcer.

 

Marias de Minas ainda não publicou nenhuma notícia.

A Marias de Minas nasceu em maio de 2019 como um grupo de WhatsApp reunindo torcedores LGBTQIA+ do Cruzeiro. A ideia surgiu de um desses torcedores, após sofrer ataques homofóbicos da própria torcida do Cruzeiro. Seu intuito era compartilhar apoio e ideias entre torcedores LGBTQIA+ celestes. O mesmo torcedor fundador do coletivo voltou a sofrer com a homofobia pouco depois, dessa vez no Mineirão, onde ele e seu namorado foram fotografados e filmados. As imagens rodaram o Brasil, sendo eles ameaçados pelos torcedores do próprio time e usados de motivo de piada pelos rivais. A partir daí, a Marias de Minas passou a lutar mais ativamente contra a LGBTfobia no futebol, buscamos promover uma arquibancada plural e democrática.

 

 
O nome Marias de Minas é alvo constante de críticas por parte da torcida, pois o termo Maria é utilizado pelos torcedores rivais para ofender os cruzeirenses. O futebol é um esporte dominado por homens heterossexuais e tudo que se afasta do masculino e aproxima do feminino é motivo de repulsa. Por isso, o termo Maria usado como forma de ofender o torcedor do Cruzeiro é uma manifestação clara de homofobia, machismo e misoginia. É por este motivo que assumimos esse nome, uma vez que não temos vergonha de sermos chamados de um nome que carrega tanta história de luta e glórias, inclusive da nossa eterna Maria Salomé (torcedora símbolo do Clube).
 
Nossas ações para democratizar a torcida celeste começaram com o grupo de WhatsApp - que hoje possui cerca de cento e dez membros -, mas expandimos também para o Instagram e Twitter. Buscamos também o diálogo constante com o clube e demais órgãos responsáveis pelo futebol no estado de Minas Gerais.
 
Em Janeiro de 2020 veiculamos um documento com propostas de combate à LGBTfobia no futebol mineiro que foi enviado a todos os times que disputam o Módulo I do estadual, Estádio do Mineirão, Independência, OAB-MG, Ministério Público de Minas Gerais e FMF. O intuito do documento era auxiliar as
instituições em como combater a LGBTfobia dentro do ambiente do futebol, e em como podemos ser mais inclusivos com a comunidade LGBTQIA+. Infelizmente, só tivemos
retornos do Mineirão e do América Mineiro (ambos muito positivos).
Outra ação da Marias de Minas foi uma série de lives no Instagram, onde trouxemos convidados para falarmos da construção do preconceito na sociedade brasileira. Buscando dialogar mais, não só com a comunidade LGBTQIA+, mas com todo o público do futebol, trazemos tópicos e discussões pertinentes para compreender preconceitos e desconstrui-los. Acreditamos na educação como a ferramenta mais eficaz para um mundo
melhor, e trazendo conteúdos educativos estamos atuando de forma mais proativa e efetiva.
 
No dia do Orgulho LGBTQIA+ de 2020 fizemos uma thread no Twitter em parceria com o Estádio Mineirão, América-MG e Estádio Independência para contarmos sobre um pouco da história do movimento LGBTQIA+ e o motivo dessa data.
 
No mesmo dia o América lançou um projeto da camisa Pride, onde convidou alguns coletivos de luta LGBTQIA+ para idealizar sua primeira camisa LGBTQIA+, com identidade totalmente da nossa comunidade. O lançamento é para o dia do Orgulho desse ano (2021). 
 
Nossas ações são limitadas pois não temos nenhum recurso financeiro, e todas as postagens em vídeo contamos com ajuda de parceiros para concretizar nossa pauta. 
 
Pra esse e para os próximos anos queremos trazer mais conteúdos e campanhas de impacto, as para isso precisamos de recursos financeiros ou parceiros dispostos a construir esse ambiente democrático conosco. 
 
Sabemos que o futebol é um ambiente hostil, machista e LGBTfóbico, mas temos um amor
enorme por esse esporte. Não podemos deixar essas
violências opressoras nos afastarem mais do estádio, e é por isso que (re)existimos, pois precisamos mudar esse cenário. É pelo direito de existir e de torcer.

 

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